A Ilha Esquecida

Capítulo 1 – A Ilha

Um zumbí vem vindo e zás, game over.
Radha: _ Que droga! Nunca mais jogo esse jogo. _ desliga o videogame
Míchel: _ Amiga, você é péssima nisso, hein?!
Radha: _ É?! Mas fui eu quem ganhou o ingresso pra aquele suer-cruzeiro, né?… Aliás, eu tô atrasada. _ pega as malas e sai.
____********__________
_ Senhora, você deve vir comigo, todo o museu está em chamas.
Andressa: _ Eu não vou sair desta sala. Toda a minha pesquisa sobre os missionários está aqui.
_ É o meu dever como bombeiro. Não me leve a mal por isso.
Ele a pega e a carrega a força para fora do museu em chamas. Ela cai no chão ajoelhada chorando. Ele a consola.
Anos depois…
_ Andressa, meu amor, pega as chaves do carro pra mim. _ saindo
Andressa: _ Sim, Josef, meu amado bombeirão e marido-herói.
É uma linda casa a que formaram juntos. Ouvem-se tiros. O som de algo caindo. Andressa sai desesperada e vê o marido morrendo, pois uma bala perdida destinada a u7m vizinho o atingiu.
Então Andressa acorda de suas lembranças do passado e, triste, entra no navio usando seu bilhete premiado.
________**********__________
Robson, na porta de sua casa com as malas na mão, parecia pensativo.
A mãe chega em casa. O pai com ela.
Robson: _ Mamãe! Você me disse que ia demorar.
_ Encontramos um amigo seu e ele disse que você ia fugir de casa. É verdade!!!
Robson: _ Eu ganhei uma passagem para um cruzeiro num maravilhoso navio.
_ E ia só fugir?
Robson: _ Vocês nunca me deixariam ir. Nunca me deixam fazer nada.
Os pais se olham. A mãe: _ Boa viagem!
_________**********_____________
Marcos Paulo nadava na piscina.
Um amigo chega perto dele.
_ Você não vai?
Marcos: _ Não, eu não tô afim.
Alfredo: _ Então me dá as passagens.
Marcos pensa um pouco e diz: _ Eu não tenho o que perder não é? _ vai pegar suas roupas para sair.
Alfredo: _ Por que você não ia?
Marcos: _ Amanhã é minha festa de noivado. _ sai.
____________*************______________
Tamires andava de carro, correndo para o cais sem cinto de segurança. Jeanice, sua amiga, do lado dela, coloca o cinto em si.
O celular de Tamires toca, ela atende, um lado do carro passa por cima de uma calçada alta, ela vira o volante e o carro capota.
Jeanice sobrevive. Ela checa o pulso da amiga: morta. Ela não se importa com a multidão se aglomerando: _ Sua vadia! Quase nos mata. _ e pegando os documentos e o bilhete premiado dela: _ Já que você não vai… _ sai correndo dalí.
________*********__________
Nélio, em sua fazenda,comia cereal matinal na hora do almoço. De-repente encontra um bilhete premiado no meio da comida.
Nélio: _ Será papel comestível?
Ele vai e mostra o papel à esposa.
Nélio: _ Lê pra mim.
_ É um bilhete premiado. O prêmio é um cruzeiro num super navio. Só sete ganhadores. É tão reservado que só uns poucos funcionários vão trabalhar no navio.
Nélio pega o bilhete da mão dela olhando como se pudesse ler algo: _ Só uma pessoa, sem acompanhante!?
_ Se você não for, eu vou.
Nélio: _ Pode deixar. Eu vou à cidade avisar minha filha.
Ia saindo mas a esposa se embravece: _ Eu perdoei sua traição, mas eu não aceito você chamar aquela bastarda de filha.
Ele sai, pega sua caminhonete e vai embora. A esposa pega uma espingarda e grita atirando e errando: _ Não volte!
__________*********__________
Patrícia Aseviedo acaba de chegar de viagem em sua mansão, entra e vai até a cozinha.
Empregada: _ Como foi a viagem?
Pati: _ Maravilhosa. Apesar de ser a trabalho. E minha irmãzinha Dulce? _ abre o armário e vê uma caixa de cereal: _ Vejo que voltou a comer esta porcaria. E você deixa! Ela é diabética, esqueceu?
Dulce, de 10 anos de idade, chegando na cozinha: _ E a mamãe?
Pati: _ Bem. Agora vai te arrumar, vamos sair pra jantar fora. _ Dulce sai.
Empregada: _ Você tem que contar.
Pati chorando: _ Eu sou velha demais pra chorar a morte de uma mãe?
_ Por que você não faz uma viagem? _ Pati lê na caixa sobre a promoção. Pati: _ Deixa o destino decidir. _ vira a caixa. Nada de bilhete. Após um tempo, cai o bilhete, que estava pregado nas laterais da caixa.
_________________*****************___________
Pati, Andressa, Robson, Radha, Jeanice, Nélio e Marcos Paulo se encontram com a tripulação do navio Titan X, no convés.
A tripulação: Yago, o capitão; Lacerda, o assistente e os outros: Ricardo, Nelson e Nestor. Nelson e Nestor são gêmeos.
Pati: _ Poderíamos nos apresentar?
Marcos e ela se olham, rola um clima.
Jeanice se apresenta, com o nome da amiga: _ Só pra se esquecerem de mim, saibam quem sou. Tamires. _ sai mal humorada
Andressa: _ Mal-humorada!… Andressa.
Radha: _ Oi gente, meu nome é Radha.
Robson: _ Robson.
Nélio: _ Nélio. Prazer em conhecer vocês. _ ele sai e vai para a popa do navio ver o mar.
Pati: _ E você, garotão? _ para Marcos.
Marcos: _ Pode me chamar de Marcos. Você também não se apresentou.
Pati: _ Patrícia.
Radha vem falar com eles: _ Então, você é aquela moça rica, quase a única da cidade, Patrícia Aseviedo knippele?!
Pati desanimada por ser reconhecida: _ É.
Marcos saindo de perto: _ Uma dessas moças ricas. _ criticando.
Andressa se junta a Nélio na popa: Saudades de alguém.
Nélio: _ Minha filha. Você é boa pra notar essas coisas.
Andressa: _ Foi fácil. Eu queria ter alguém pra sentir saudades.
Nélio: _ Por quê?
Andressa: _ Deixa pra lá. Eu não quero relembrar.
Dia seguinte. Todos estão na proa. Nelson está morto enforcado.
Yago pega ele e joga no mar: _ Ele ia feder. _ Nestor pula no capitão para bater nele mas a tripulação os separa.
Dias depois…
Cabine…
Lacerda para Yago: _ Porquê você está mudando o curso?
Yago vai para o lado apontando o ‘volante’. Lacerda vai mexer. Está imóvel.
Nestor entrando: _ Isso é muito estranho. A morte do meu irmão e agora
Ricardo interrompe: _ Foi suicídio, tá bom? E isso não tem nada a ver.
Lacerda: _ O que está acontecendo?
Yago: _ Acho que a questão não é essa. A questão é: para onde estamos indo? a viagem a lazer? Eu cuido da Dulce. Se vê uma sombra não muito longe do navio. Terra. O navio encalha.
Uma hora depois todos desceram em terra. Todos estão juntos, menos Yago. Yago vem vindo de dentro da floresta e diz: _ Nenhum vestígio de humanos ou civilização.
Lacerda: _ Vamos voltar ao mar, então.
Ricardo: _ Que cheiro é esse… de óleo?
Yago pulando no chão ao ver o navio pegando fogo: _ Abaixem.
Todos se abaixam. O navio explode. Um estilhaço do navio se finca em Ricardo, matando-o quase instantaneamente.
Nélio: _ Oh meu Deus! Como isso aconteceu?
Todos estão espantados. Passado um pouco do choque…
Marcos Paulo vê algo: _ Uma trilha!
Tamires (jeanice): _ Eu não vou sair dessa praia.
Andressa: _ Incrível! É uma floresta igual a do Brasil do descobrimento!
Robson descobre um esqueleto enterrado na areia e diz a Tamires: _ Pretende mesmo ficar?
Radha vê e grita. Pati vai indo na frente na trilha. Todos a seguem. Horas depois eles chegam a uma espécie de vila.
Andressa excitada: _ Parece construção grega ou romena antiga.
Radha: _ Em que você trabalha?
Andressa: _ Ex-historiadora. Atual professora de história.
Eles vão andando pelo lugar e vêem um enorme buraco.
Yago: _ Senhor! Isso parece uma pegada!
Marcos: _ Parece! Mas não existe pé desse tamanho. Isso de pé-de-feijão é muito infantil, não acha?
Robson: _ Será um gigante?
Pati: _ Caramba, você vê muita TV, né, ‘cara’?
Tamires arromba uma porta e vai entrando. Há algo escrito acima da porta onde ela entrou.
Radha a chama e aponta: _ Consegue ler?
Andressa: _ Latim. Biblioteca.
Eles vão pra dentro.
Tami (Tamires, Jeanice) começa a examinar todos os livros.
Andi (Andressa) também: _ Isso não é latim. É desconhecido.
Tami com um dos livros na mão: _ Esse não.
Andi o pega: _ Papel, não papiro, como os outros! Um diário de viagem em português! Fala sobre a chegada de quem o escreveu a essa… ilha ( é uma ilha mesmo)… a Ilha das Correntes.
Nélio temeroso: _ E então?
Andi: _ Ele encontrou uma tribo indígena e viveu com eles até perceber que eles eram exangues. Você precisa. Radha: _ Exangues. O que é isso?
Andi: _ Eu não sei. Aqui está escrito que eles sabem sair da ilha.
Yago: _ Como?!
Andi: _ Não dá pra ler o resto das páginas. Está ilegível.
Marcos pega seu celular e tenta fazer uma ligação: _ O celular não dá sinal.
Yago: _ Não entremos em pânico.
Todos pegam seus celulares e tentam ligar.
Marcos: _ Não só não dá sinal como a bateria está acabando muito rápido.
Yago: _ Vamos então começar a desvendar a Ilha das Correntes.
Lacerda: _ Como, comandante?
Yago: _ Vamos fazer um reconhecimento da ilha. Vamos nos dividir em dois grupos. Um comigo.
Pati: _ Eu fico com o outro grupo.
Robson: _ Eu vou com você.
Pati: _ Temos alguma arma, mesmo que branca?
Yago: _ Os pedaços do navio são bem cortantes.
Lacerda triste: _ Que o diga Ricardo.
Faz-se silêncio.
Tami com uma lança na mão: _ Não é hora disso.
Yago: _ Onde pegou isso?
Tami aponta um cômodo da vila: _ Lá dentro.
Marcos: _ Eu vou com o capitão.
Pati: _ Vem com a gente.
Marcos: _ Não.
Yago percebe o que está acontecendo e diz: _ Vai sim com elas, seja cavalheiro, rapaz.
Eles se separam e cada um vai para um lado da floresta.
O grupo de Pati vai andando pela floresta.
Marcos: _ Por que me quis no seu grupo, riquinha?
Pati: _ Simpatia. Eu não sou como você pensa.
Marcos: _ Será?
Pati se vira e vai com a lança em direção a Marcos, enfiando ela numa cobra logo atrás dele.
Marcos: _ Boa mira!
Pati: _ Eu errei, a cobra não era venenosa. Você é. _ Marcos sorri
Radha: _ Será que só eu sou norma nesse cruzeiro?
Esse grupo continua. De-repente os quatro (Robson, Radha, Marcos e Pati) param.
Robson: _ O que foi?
Pati: _ Sons como sussurros.
Uma manada de pássaros vôa. Eles vêem a sombra de algo, mas não conseguem ver nada. De-repente o bicho se torna visível, estava invisível, é um dragão.
Eles saem correndo. Se escondem detrás de uma árvore. Marcos pega uma pedra e joga longe deles, fazendo barulho lá e atraindo o monstro para longe. Eles vão andando vagarosamente em outra direção. Após andarem bastante, param pra descansar.
Radha: _ O que era aquela coisa?! Que lugar é esse?! A cidade dos horrores?
Pati: _ Tá mais pra fantasia. Aquilo era um dragão. Dragões como aquele não existem.
Marcos: _ Diz isso pra ele, por favor!
Robson: _ Calma gente, não se exaltem. Tem que haver uma maneira da gente sair daqui.
Pati: _ Eu, no momento, estou interessada em saber porque aqui está mais frio.
Todos então notam o frio.
Eles vão andando pela floresta até saírem dela e darem de frente com uma montanha coberta de neve.
Marcos: _ Será que a gente se distanciou tanto assim do país tropical?
Radha agachando: _ E se essa for como uma daquelas ilhas misteriosas? Se for tipo o Triângulo das Bermudas?
Pati tirando de dentro da calcinha uma arma: _ Se for, eu topo a aventura.
Radha: _ Você estava com isso desde o início?!
Pati: _ Segurança.
Marcos: _ Eu deveria saber. Você está gostando disso, não é?
Pati: _ É bom se desentediar de vez em quando.
Marcos se vira e vai indo embora.
Robson indo também: _ Espera, eu vou com você.
De-repente o chão treme e o dragão reaparece. Pati começa a atirar nele enquanto eles correm. Ela fica pra trás. Marcos volta e puxa ela à força. Eles acabam de volta ao local da biblioteca, a vila. Misteriosamente, o dragão vai embora.
Robson: _ Por quê fomos poupados?
Marcos: _ Eu não sei, mas quer dizer que aqui é seguro.
Robson: _ E onde a gente vai agora?
Marcos: _ Vamos ficar e conhecer essa vila.
Pati o desafia: _ Vamos procurar coisas úteis no que sobrou do navio.
Marcos: _ Vai. Eu fico.
Robson: _ Eu vou com você. _ para Pati.
Radha: _ Eu não.
Se separam.
_______*******_______
Marcos e Radha vão entrando num lugar parecido a um templo.
Radha: _ Você não vai, por medo?
Marcos: Não queria admitir, mas eu confio nela. E também, alguém precisa vasculhar esse lugar aqui.
Eles arrombam a porta. É como uma igreja por dentro. Marcos encontra uma chave com um símbolo de um escudo.
Radha: _ Eu ví esse símbolo perto de uma porta.
Eles se dirigem para lá. Destrancando a porta com a chave, encontram um arsenal incrível de armas de fogo. Então um gás preenche o lugar e os dois desmaiam.
Tempo depois…
Pati e Robson chegam de volta à vila gritando os outros dois. Eles vêem eles desmaiados e vão jogar água na cara deles.
Marcos e Radha acordam.
Robson: _ O que houve?
Pati se maravilha com as armas.
Marcos: _ Um gás. Deve ser um sistema de segurança.
Pati mostrando um arame ligado a porta: _ É. Tribal, mas é.
Radha: _ Meu Deus! As armas… as.. as caixas estão em inglês!
Robson: _ Parece que estavam se preparando para uma guerra.
De-repente Andressa chega correndo, parecendo preocupada, onde eles estão.
———-@@@@@@@@@————–

Capítulo 2 – Os Exangues

Grupo de Yago…
Vão andando pela mata espreitando por tudo.
Yago: _ É muito estranho todo esse silêncio.
Andressa: _ O que é aquilo?
Vêem em frente uma espécie de escada subindo uma montanha.
Tami (Jeanice): _ Parece promissor. Talvez o que rouba a energia dos celulares esteja lá.
Vão subindo.
Se ouve um barulho de um dragão, mas não se vê nada. Eles o ignoram e vão subindo.
Nélio: _ Com certeza isso não foi um trovão.
Nelson: _ Sugiro sermos rápidos.
Ao acabar eles chegam a um estranho cemitério. De lá dá pra ver a ilha toda.
Yago: _ É uma ilha mesmo?!
Eles notam que um esqueleto está a mostra.
De-repente,Tami: _ O que é aquilo?
Eles notam vários dragões voando. Um deles vem em direção a eles, que se jogam no chão.
Um grupo indígena vem e enfrenta a criatura. O dragão se prepara para cuspir fogo mas um dos indígenas dá um tiro com arma de fogo matando-o.
Andressa piadifica: _ Índios modernos.
Tami: _ Será que tem televisor? _ também irônica.
Os índios cercam o grupo e os pegam. Eles começam o caminho levando os prisioneiros até sua aldeia.
Yago: _ Falem conosco.
Um índio se vira e diz: _ Então falam o português.
Yago: _ Português! _ espantando que conheçam o termo
Índio: _ Nossa língua, branco. Pensei que entenderia o nome que o outro branco deu a ela.
Yago: _ Por favor! Nós estamos em paz.
Andressa: _ Matem só a mim.
_ Matar?! Nós não o faremos.Os alados o farão.
Yago: _ Alados?! Os… aqueles que cospem fogo?
_ É. Pegamos a carne de um deles, eles pegam a carne de um dos nossos.
Tami: _ Somos seis, idiota.
_ Idiota? Nem tanto. Seis sacrifícios, cinco dragões por matar.
Nélio: _ Quem são vocês?
_ Neo-celtas, como o branco que nos ensinou latim e tinha relações aqui e lá nos chamava.
Yago: _ Vocês tem algo a ver com a vila na frente da floresta em frente à montanha?
Não. Mas o branco tinha.
Lacerda: _ E o que houve com os índios de lá?
_ Isso eu não sei. Sumiram.
Enquanto conversam, Andressa pega uma pedra afiada e consegue cortar ma corda.
Andi (Andressa) sai correndo dizendo que vai buscar ajuda.
Um dragão aprece do nada, assustando-os, mas se vai.
Yago: _ Vocês são os exangues?
_ Sim.
Anoitecendo…
Os neo-celtas montam uma fogueira e vão comer a carne.
Yago pede um pouco.
Os índios negam, dizendo que presas não comem o que vai comê-las. De-repente tiros começam a atingir os índios. São Marcos, Radha, Pati, Robson e Andressa, que vieram salvá-los. Após todos os tiros, surpreendidíssimos, os garotos percebem que os índios ainda estão vivos se levantando.
Com pressa, eles libertam os amigos e saem correndo perseguidos. Um dragão aparece e começa a cuspir fogo. Os índios e os garotos se escondem detrás de enormes rochas, escapando das chamas.
Marcos: _ Sugiro agirmos juntos, índios.
_ Está bem.
Marcos distribui armas e eles começam a atirar no dragão. As balas não atravessam a pele do animal.
Índio: _ A pele da barriga é mais fina.
Os tiros se concentram lá e o animal é derrotado e cai próximo a eles.
Pati: _ E agora? Um acordo de paz?
Os índios apontam as armas para os sobreviventes do Titan X e estes também apontam armas para os exangues.
Tami: _ Caramba! Traição! Que espertos!
Os sobreviventes começam a atirar e se escondem detrás das pedras. Como antes, os índios não morrem.
Radha olha preocupada: _ Eles não tem sangue.
Robson: _ Exangues, claro, seres sem sangue! Original.
Pati pensativa: _ O que circula nas veias deles?
Pati olha o esqueleto à mostra no chão e diz a si mesma: _ Os pulmões. Ar! _ e grita: _ Atirem nas costas, os pulmões deles estão nas costas, devem ser o ponto fraco.
eles vão dando a volta se escondendo detrás das pedras e atirando nos exangues, que são derrotados.
Não sobrou nenhum exangue. Os ‘heróis’ notam que Andressa não está com eles. Um índio aparece ameaçando com uma arma Andressa, sua refém: Vem comigo. Ou sua amiga morre.
Tami: _ Amiga?! Ah tá, tchau, gente! _ vai indo embora, mas Marcos a segura: _ E se você estivesse no lugar dela?
Tami: _ Não penso que ela faria diferente. Nem vocês.
Pati: _ Deixa ela ir.
Yago: _ Pense bem no que é melhor para você. Se não vier conosco, não fica conosco.
Tami: _ Está bem! _ em tom de concordância. Ela vai.
Vão andando, o índio e Andressa atrás deles. Eles vêem não muito longe uma pequena tribo. Rústica, parece egípcia e romana.
De-repente o celular de Andressa toca. Todos param.
Ela vai atender, mas o índio que a ameaça tira o celular dela e pergunta: _ Que tipo de arma é essa?
Tami: _ Arma?! Nem trote essa pamonha deve passar! _ e cochicha com Marcos: _ Ele pensa o quê? Que a gente vai discar 190?
O índio quebra o aparelho.
Eles prosseguem.
Radha reclamando: _ Um instante de sinal e não podemos telefonar.
Eles vão continuando o caminho. Pati tampa a boca com as mãos e faz o som de uma cobra. O índio se distrai e Lacerda o ataca. Ele e o indígena caem no chão rolando brigando. Lacerda sobre o outro dá uns socos nele também. O índio joga terra nos olhos de Lacerda e vai pegar uma arma quando Pati o nocauteia com uma pedra.
Tami: _ O celular dela era mais pesado que a pedra. _ eles a olham.
Radha: _ Como você sabe imitar cobras? _ para Pati
Pati: _ Eu não sei. Eu não sabia.
Marcos: _ Um ofídio que não se admite peçonhento como é.
Robson: _ Só se xingam de cobra, é?
Yago: _ Vamos para a vila exangue.
Todos protestam.
Yago: _ Porque, se é uma vila, significa seres racionais vivendo em sociedade e talvez até coisas que necessitemos.
Robson: _ Ei, se formos pêgos podemos talvez encontrar outros prisioneiros Seres humanos com sangue.
Yago: _ E o que o leva a crer que, se esses humanos sangüíneos não fugiram, nós conseguiremos?
Pati: _ Então vamos logo. Logo a noite chegará e não poderemos ver as pegadas.
Eles vão andando seguindo pela trilha. No caminho passam por um pântano e à porta de uma caverna. De-repente Pati é atacada por um tigre. Marcos atira e o mata.
Marcos: _ Desculpa, amigo, mas se ela te mordesse, envenenaria até a sua alma.
Continuam.
Marcos: _ Patrícia, faça uma fogueira.
Pati: _ Por quê eu?
Marcos: _ Você tem habilidades tribais, todos percebemos.
Radha: _ É, querida, nós vimos.
Pati: _ Não é boa idéia.
Andressa: _ Se vamos ter que dormir aqui eu quero luz e calor.
Marcos: _ Não vai querer que os três leões que nos seguem desde o cemitério exangue nos vejam pelo fogo, não é?
Andressa: _ Outra habilidade estranha?
Marcos: _ É. E abaixem-se.
Todos se abaixam. Eles se deitam e dormem.
Dia seguinte…
Acordam.
Eles continuam a caminho da vila exangue. No caminho eles são atacados pelos leões. Pati pega um dente de dragão dependurado em sua calça e ataca os dois leões. Se inicia uma luta entre a moça e as feras. Ela agarra os leões e eles tentam mordê-la. Ela os nocauteia enfiando o dente em seus peitos.
Yago impressionado: _ Incrível! Comida!
Andressa: _ Xampu.
Lacerda: _ O quê?!
Andressa: _ Esses leões estão cheirando como se tivessem tomado banho de xampu.
Tamires: _ Talvez sejam sentinelas dos exangues, que cuidam deles.
Robson: _ Você se esqueceu de que os exangues são zumbís e são índios.
Eles chegam à vila e vêem um grande muro terminado em pontas.
E também nela um gigantesco portão. Amarrados à parede, lateralmente ao portão, dois imponentes dragões, um de cada lado.
Andressa: _ Veja, o portão é trancado por fora também. _ vendo um índio sair e trancar o portão.
Radha: _ Então não podemos entrar, eu acho. Vamos embora?
Marcos: _ Eu tenho um plano.
Pati: _ Envolve você só de cueca servindo de isca para os dragões e perdendo um membro?
Marcos brinca também: _ Como descobriu meu plano B?!
E então, Marcos os leva até um outro lado da paredona. Ele pede que eles esperem e vai subindo escalando a paredona.
Ele sobe e vai andando com muito cuidado com os espetos, do outro lado, uma queda ou descida seria sobre mais espetos enormes. Ele chama a atenção dos dragões e, quando eles vem pra cima dele, ele pula pra frente, pro lado de fora. O dragão bate na parede, quase atingindo Marcos, e a quebra, abrindo um buraco. O dragão também pisa sobre os espetos além-muro, quebrando-os. A fricção da corrente de um dragão com a do outro fazem estas se arrebentarem e os dois saem em perseguição a Marcos cidade adentro.
O resto do grupo entra também pelo buraco e encontra praticamente uma cidade em tamanho.
Pati: _ Andressa, ajuda o chatão que eu vou mostrar a alguém _ aponta alguns guardas exangues vindo na direção delas: _ Minha mão para que beijem.
Vai dar uns socos nos guardas e nocauteá-los.
Andressa: _ Qual é a presa natural dos dragões? _ pensando
Pati após nocautear os guardas: _ Fala, eu posso imitar e atrair eles pra longe.
Andressa: _ Só podem ser… eu não sei como eu sei disso… células humanas. DNA humano.
Pati fica preocupada.
Marcos, correndo dos dragões, vai passando por uma espécie de feira-livre ou mercado árabe, derrubando tudo. De-repente Marcos parece ter sumido.
Um dragão se perde e vai comendo indígenas pelo caminho. O outro fareja e encontra Marcos escondido detrás de uma exangue gorda. Marcos joga um bolinho na cara do ser e sai correndo. O dragão parece mais furioso.
Marcos: _ De que são feitos esses bolinhos?
Pati aparecendo: _ Carne de dragão.
Pati apareceu atirando com uma arma bolas estranhas na boca da criatura, que cai morta.
O resto do grupo se une a eles.
Tamires: _ Que coisa interessante é essa?
Pati: _ Roubei de um guarda. Contém genes de doenças humanas. É o mata-dragões perfeito. _ está descarregada. Ela ajoga fora.
Eles vão andando se escondendo pelos cantos e assim chegam até uma espécie de castelo.
Eles nocauteiam os guardas da entrada e entram. Eles encontram uma mulher aparentando ser uma espécie de rainha.
_ Olá! Eu os deixei entrarem pra saber seus planos. Agora digam.
Tami: _ Deixou, é?
_ Que mérito haveria se entrassem simplesmente em paz no palácio do reinado Bookaton?
Pati: _ Quem é você?
_ Al Tavaron Edkapate Avalonna Abato Ec Avat Anatibati Estacc Olsvo Loc, rainha dos índios bookaton e superior a seres desevoluídos como vocês.
Tami: _ É cada uma!
Radha: _ Dona rainha, _ se ajoelhando _ imagino que são povos pacíficos, afinal.
Rainha: _ Saiam da Ilha das Correntes.
Robson: _ Por que e como, sua estranheza?
Rainha: _ Anatibati, eu, ordeno isso. Não é lugar pra… pessoas como vocês. Se não se forem, mataremos vocês como prêmio por sermos mais evoluídos.
O grupo sai correndo quando ela diz isso. Apesar de uns guardas tentarem pará-los, são derrotados facilmente.
Rainha sozinha com alguns guardas: _ Achem-nos.
Mas, durante sua viagem até a vila, o grupo nota que está sendo seguido, arma uma emboscada e os guardas acabam presos em um buraco no chão.
Anatibati sorrí maliciosamente.
Anoitece

Capítulo 3 – O Caçador

Na vila onde os dragões não entram, onde estão ‘hospedados’ os viajantes…
Andressa chegando em Nélio com um pedaço de pedra com escritas estranhas: _ Olha que fascinante! Eu acho que essa vila se chama Naturalem Auram. Aura Natural. Quer ir comigo contar aos outros?
Nélio: _ Deixa que eu conto. Pode continuar com suas pesquisas. _ terno. ela vai.
Depois…
Nélio, Lacerda e Nestor estão conversando.
Lacerda: _ É, já fazem três dias que estamos aqui.
Nestor: _ Pati e Robson só puderam encontrar objetos de higiene pessoal, roupas queimadas e recipientes nos destroços do navio. Se fôssemos à praia…
Nélio: _ É assustador que a praia tenha sumido dos planos da gente.
Marcos entrando no grupo: _ Robson acaba de me dizer algo. Encontraram a caixa da arma de tiros de emergência na praia, estava intacta, mas os ‘fogos’ não estavam nela.
Nélio: _ Obra exangue?
Marcos: _ Talvez, mas eu pensei que eles quisessem a gente fora daqui.
Nestor: _ Minha esposa deve estar desesperada.
Marcos: _ Eu ia me casar antes do cruzeiro.
Nestor: _ E por quê veio?
Marcos: _ Não é conversa para agora.
Nestor: _ Marcos Paulo Diogi de Ávila.
Marcos: _ Você sabe quem eu sou?
Nestor: _ Lembrei agora que minha mulher leu isso numa revista. Do casamento.
De-repente Andressa chega preocupada: _ Estão sentindo? _ assustada
O chão está tremendo um pouco. Aumentando. Começa um tremor gigantesco. Todos caem e, de tanta força, batem acabeça no chão e desmaiam.
Ao acordarem, Marcos vê Pati com a cabeça sangrando e vai cuidar dela.
Um homem com roupas de caçador vem em direção a eles.
Tami: _ Quem é o senhor, hein? Vejo que pobre. _ já olhando para a sala de armas.
O homem: _ Quem sou eu?
_________**********___________
Radha e Robson estão parados no meio da vila olhando o céu. Marcos vem falar com eles: _ Gente, vocês podiam cuidar da Pati… digo, Patrícia, enquanto eu vou ver o caçador desconhecido?
Os dois o olham e não dizem nada.
Marcos: _ O que houve?
Radha aponta o céu. Marcos olha e vê uma estranha marca preto-e-branca no céu, como umas linhas.
Robson: _ Não estava ali antes do terremoto.
Radha: _ Eu vou lá cuidar da Patrícia. _ sai
Marcos vai até o cômodo da vila onde está o homem. Robson vai com ele. Tami, que o estava vigiando, sai.
Marcos: _ Então você sugere não saber quem é?
_ É sério. Eu não sei como eu vim parar aqui. Eu só me lembro de… coqueiros.
Marcos: _ Isso é estranho.
Robson: _ Nós não vimos nenhum coqueiro.
_ E o que é aquela… pegada… lá fora?
Marcos: _ Nós não sabemos. Isso é uma ilha.
_ Ilha? _ Faz cara de dor.
Robson: _ Que foi?
_ Não sei, uma dor-de-cabeça.
Enfermaria improvisada…
Radha segurando a mão de Pati, que está em uma mesa de pedra: _ Não vai sair. _ segurando-a pra não a deixar sair.
Pati: _ Por quê o Marcos me ajudou?
Radha: _ Qual é o lance entre vocês?
Pati: _ Mas de que é que você está falando?
Radha: _ Ah, pára, eu não sou boba, tá. Pobre mas nunca boba.
Pati: _ Eu estou cansada. Todo mundo me rotula pelo dinheiro. Eu não quero mais ter isso.
Radha: _ Aqui isso não importa. _ sai.
Enquanto isso Andressa entra no lugar onde estão Marcos, Robson e o estranho, com Yago.
Yago: _ Há um grupo de exangues vindo pra cá.
_ Estão atrás de mim.
Andressa: _ Por quê?
_ Não sei.
Yago passa pelos outros lugares avisando todos. Todos estão reunidos no centro da vila, menos Pati. Yago distribui armas.
Andressa: _ Eu não quero usar isso.
Marcos: _ Temos que estar preparados.
Pati aparecendo: _ Falou o idiota.
Yago: Você não.
Pati: _ Não é você quem vai decidir isso. _ e pega uma arma.
O caçador pega uma arma que ele tinha no bolso e a arma.
Radha parece super-preocupada. Robson a abraça confortando-a.
Nélio: _ É melhor nos escondermos, pessoal.
Tami: _ Obedeçam o caipira. _ se esconde. Os outros se escondem.
Nestor e Andressa se escondem juntos.
Nestor: _ Dá vontade de socar a Tami.
Andressa: _ Ela deve ter motivos pra ser assim.
Nestor: _ Não seja tão enjoativamente boazinha!
Os exangues se aproximam pela floresta. Um exangue entra na vila. Nestor lacrimeja.
Andressa: _ Aquele é…?!
Marcos em outro lugar: _ Não pode ser!
Yago: _ Essa não!
Todos, em seus esconderijos, se espantam.
Nestor: _ Nelson! _ vai falar com o exangue
Nestor: _ Mano, o que…?!
Nelson: _ Eu vim matar. Matar vocês.
Nestor: _ Não.
Nelson o ataca e leva um tiro de Marcos pelas costas. Nestor ataca Marcos, Marcos só se defende, então Nestor cai chorando.
Os exangues invadem a vila e a guerra se inicia.
O caçador atira em um exangue e a arma o eletrocuta.
Pati matando exangues perto dele: _ Que arma é essa? Quero uma. _ o exangue se levanta. Marcos: _ Mesmo?
Pati atirando no exangue que acabou de se levantar: _ Talvez não.
Andressa, escondida, só mira e não atira.
Radha entra na batalha no meio da vila e começa a trabalhar em conjunto com Pati. As duas, ao longe, se protegem. Nenhum exangue consegue ficar de frente para as duas ao mesmo tempo.
A arma de Robson começa a falhar. Os exangues se aproximam dele.
Tamires, sozinha agora, só retarda os exangues que querem atingi-la, sem matá-los. Ela se tranca na biblioteca.
O caçador só atordoa os exangues pra serem mortos pelos seus parceiros recém adquiridos.
Andressa atira e mata o exangue que ia pegar Robson. Então passa a atirar nos que iam matar todos. Os exangues avêem e vão pra ela.
Nestor, que chorava mais do que atirava, ouve Yago: _ Protege a Andressa. _
Então Nestor começa a fazer o que foi pedido.
Yago fica de isca e Nélio com ele, ambos jogam as armas no chão. Os outros atiram pelas costas nos exangues que atacam eles dois. Yago estranha algo: _ Eles só estão usando objetos cortantes, nada de armas.
Caçador: _ Só exangues de elite usam armas.
A batalha terminou.
Um exangue ainda está vivo. Ele vê uma marca no braço do caçador, olha no rosto dele e parece reconhecê-lo e sai correndo. A marca é um olho com uma espécie de águia no centro voando.
Caçador: _ Eu tenho que seguir aquele que me reconheceu. _ sai correndo. Nélio vai atrás dele.
Marcos: _ Para uma moça da alta-sociedade, atira bem. _ para Pati.
Pati: _ Para um rapaz da sociedade, você também!
Robson para Andressa: _ Obrigado por me salvar!
Andressa: _ Eu matei, não agradeça.
Tamires na biblioteca: _ Úh! Parece que acabou. Eu era bibliotecária e olha onde eu vim parar de novo! Nem roubando o nome daquela idiota da minha patroa, minha vida melhora! _ brava
Na floresta…
Nélio e o caçador chegam a uma cabana.
Nélio olha um documento sobre um caixote:
_ Quem é Evandro Lemans?
_ Sou eu.
Nélio: _ Se lembrou?!
_ Sim.
Nélio: _ Cadê o índio?
Evandro: _ Fugiu.
Há um canyon atrás de Evandro.
Nélio: _ E quem é você?
Evandro: _ Um caçador? Eles me mandaram caçar vocês e eu não quis. _ neurótico.
Nélio: _ Quem mandou? Os exangues?
Evandro: _ Os exangues queriam mesmo me matar?! Mas por quê?!
Nélio: _ Por quê acampou aqui?
Evandro: _ Eu estava indo sair da ilha das correntes.
A ilha tem um terremoto e Evandro cai no canyon. Nélio lacrimeja. Apesar disso, ele consegue achar estranho que bem na hora H, providencialmente, o tremor pra derrubá-lo.
Depois na vila…
Nestor: _ O que aconteceu?
Nélio: _ Ele morreu. Ele disse que ia nos caçar a mando de alguém.
Mais tarde…
Eles estão enterrando Nelson. Todos lacrimejando, menos Tamires.
Vila Exangue…
O exangue que conseguiu fugir, que viu a marca de Evandro, chega ao palácio da rainha e vai falar com ela.
_ Rainha, o caçador está com eles.
Rainha: _ Tem certeza?
_ Sim.
Na vila…
Radha: _ Eu e o Robson vamos até a praia deixar uma marca, um monumento, ai se um barco passar por lá…
Yago: _ Sós?
Robson: _ É e você não tem nada com isso. Vamos só comer algumas frutas antes. _
Enquanto isso, Marcos e Nélio chegam à cabana de Evandro.
Marcos: _ Investiguemos.
Eles encontram muito dinheiro, mais armas anti-exangue, armas anti-dragão, um boneco estranho de adoração e remédios analgésicos.
Radha e Robson entram na floresta

Capítulo 4 – A Criatura

O celular de Radha toca. Ela atende.
_ Vocês vão morrer.
Radha: _ Quem é, hein?
_ Eu não irei me encarregar da sua morte. Vão morrer por si mesmos. Na verdade, vocês podiam encontrar uma mosca
A bateria acaba.
Robson: _ Quem era?
Radha: _ Eu não quero saber.
_________***********___________
Radha e Robson continuam.Andando, Radha: _ Aproveitando o prêmio?
Robson: _ Mas é claro! É claro que não! _ de-repente ele cai
Radha: _ Corre, Robson!
Os dois saem correndo. O que derrubou ele foi o rabo invisível de um dragão, que não os vê.
Eles param cansados e bebem águas de seus cantis.
De-repente Radha pára olhando para frente fixamente. Robson também olha e se assusta.
Robson: _ Tem certeza do caminho?
À frente deles há um abismo intransponível.
Radha: _ Queridinho, você também estava guiando.
Robson: _ É verdade. O caminho para a praia era por aqui.
Radha: _ Vamos tentar rodear.
Se ouve um urro.
Robson: _ Que som é esse?!
Radha: _ Eu não conheço esse animal.
Robson: _ Porquê deveria conhecer?
Radha: _ É uma delas. As habilidades estranhas que as pessoas tem nessa ilha. _ sai na frente caminhando rente ao abismo.
Radha pára inadvertidamente e Robson quase cai em cima dela.
Radha: _ Aquilo é um bisão. _ olhando um animal parecido a um touro.
Robson: _ E daí?
Radha: _ Eu não sei muito, mas bisões são característicos da América do Norte e essa é uma mata tropical.
Robson: _ Essa ilha parece nunca ter sido descoberta pela humanidade.
Radha: _ Parece estar sendo reconstruída. _ ele não entende o comentário.
Continuam a caminhada.
Começa a escurecer.
Algo pega Radha por trás. Ela se assusta. É Tamires.
Tami: _ Eu também quero ir.
Robson: _ Tudo bem. É tarde pra voltar.
Eles prosseguem. O abismo termina. Eles vão em frente rente ao abismo, até chegarem ao outro lado dele.
Tami: _ Até onde a gente vai antes de seguimos em frente?
Robson: _ Até onde tinham três mangueiras pequenas sem frutos do outro lado.
Continuam e vêem o referencial do outro lado. Está de noite, forram o chão e cão dormir.
Tamires vê de relance o espírito ou miragem de culpa da verdadeira Tamires.
Se ouve um urro. Todos acordam. O som vai se aproximando, aumentado, amedrontando. Robson acende uma lanterna.
Se vê uma sombra movimentar. As garotas saem correndo. Elas encontram um totem.
Tami: _ Um totem exangue de Jheeyiappe. Ele simboliza o mal, mas protege.
Radha: _ Cadê o Robson?
Elas voltam atrás e encontram só a lanterna.
Elas voltam ao totem correndo.
Tami: _ Eu vou dormir.
Elas dormem.
______******________
Dia seguinte, vila Naturalem Auram…
Pati acorda Marcos.
Marcos se assusta de brincadeirinha com a feiúra dela.
Pati: _ Também não gosto de te acordar. Mas a Radha, o Robson e a Tami não voltaram e eu estou preocupada.
Ele acariciando o rosto dela: _ Não fique. _ mudando propositadamente o jeito ao perceber o que faz: _ Talvez estejam mortos.
Pati: _ Seu grosso! _ sai brava
Marcos: _ Frase típica. _ só e triste por ver nela só uma moça privilegiada financeiramente e sem nada na cabeça.
Totem…
Tami acorda e Radha não está do lado dela. Tami: _ É, eu tenho que voltar até um rio pra escovar os dentes.
Ela volta até o local onde Robson sumiu e encontra sinais de arrastamento. Um pouco ao longe, entre após algumas árvores, ela vê um abismo em frente ao outro abismo, esse não dava pra ver de noite.
Tami: _ É como um impedimento feito especialmente para a gente não chegar à praia. _ vai seguindo o rastro de arrasto.
Ela chega a uma caverna.
Ouve-se um urro e ela se esconde ali perto, detrás de uma árvore. Algo passa muito rápido sem vê-la, saindo de lá. Ela não vê o que é.
Ela liga a lanterna e vai entrando na caverna.
Tamires: _ Vamos, não desista, Jeani, quer dizer, Tami. Se… aquilo matar eles, virá atrás de você. _ com medo.
Morcegos passam por ela assustando-a e quase a matam de susto.
Ela encontra Robson preso com um cipó à parece.
Tami: _ Robson, acorda! Acorda! _ estapeando ele.
Robson: _ Ei, isso dói!
Tami: _ Cadê a Radha? Ela não está aqui?
Robson preocupado: _ Não.
Ela pega uma garra de monstro estranha ali perto no chão e corta os cipós, libertando ele. Eles saem dalí e se escondem perto, na floresta.
Tami comendo uma maçã: _ Você viu o que era?
Robson: _ Bela macieira! Não. Mas trocou as unhas. Estava escuro mas eu sei que nunca ouvi falar daquilo.
Eles ouvem gritos, saem apressados e encontram Radha ensangüentada.
Robson a abraçando: _ O que houve?
Radha: _ Eu ví uma sombra à noite, pensei ser humana e fui atrás, eu me perdi, fui atacada por um dragão. Mas aquela coisa matou e comeu o dragão.
Tami temerosa: _ Coisa?
Radha: _ Tinha garras, rabo, tinha casco e dentes de marfim enormes. Era um carnívoro capaz de matar qualquer coisa.
Tami se lembra de ter visto um desenho desse anima num livro quando se trancou na biblioteca.
Tami: _ Vamos voltar à vila.
Eles concordam e saem andando de volta. No rio, Radha se banha do sangue de dragão que cobria seu corpo.
Reconhecem marcas de garras nas árvores.
De-repente os sons habituais da criatura e passos de algo correndo. Os sons somem o bicho aparece pulando na frente deles. É horrendo.
Eles gritam e saem correndo.
O bicho vai correndo e a poeira se levantando. Ele os ultrapassa e se prostra à frente deles de frente a eles. Eles se viram e saem correndo pro outro lado.
Tami cai. O bicho vai pegá-la.
Robson joga uma pedra no bicho. É como se ele não sentisse. O bicho, porém, não ataca Tamires.
Robson grita: _ Vai chamar ajuda, por favor! _ para Tami.
Robson e Radha saem correndo. Tami também, para o lado oposto ao deles.
A criatura vai atrás de Robson e Radha. Eles vão para dentro da caverna. Esperam ansiosos o bicho, que não aparece.
Radha: _ Me beija.
Robson: _ O quê?
Radha: _ Se eu vou morrer…
Se beijam e fazem sexo.
Depois, eles vêem uma marca na parede.
Robson: _ Ei, eu posso ler isso.
____*********__________
Tami ia correndo de volta à vila, ela não pensa em chamar ajuda.
Tami falando o que pensa para si: _ Se chegar lá estarei a salvo.
De-repente ela passa a ser perseguida por algo. Ela olha e vê a criatura de relance.
Então ela é atingida, pois a criatura pula em cima dela. Ela pega uma pedra pontiaguda no chão para se defender, mas só consegue marcar a criatura.
Na caverna…
Robson: _ É uma história becaitana. De alguma maneira, consigo ler becaito.
Radha: _ Como a Tami sabia de um totem na floresta.
Robson: _ Se intitula O Nascimento do Sanguívoro.
Radha o ajuda segurando a lanterna para ele ler.
Robson: _ A assinatura é do líder becaito, o khan.
Os dois olham em volta, nada confortáveis, há vários cadáveres em volta.
Robson lendo: _ E nasceu o mal em carne. Era um índio, mas sua alma foi corrompida pelo mal e ele, prestes a morrer, fez um pacto com um deus herege. Morreu logo após seu casamento.
Radha: _ Rápido!
Robson: _ Calma! _ continua: _ E no dia seguinte sangue já não corria e sua mente só pensava em aprisionar a raçatraidora.
Radha e ele se olham incompreendendo.
Robson: _ Fora vítima de uma traição de quem mais aconchegado era. Morto por uma paixão cujo amigo tinha por sua prometida. E só pensa em se vingar dos viris violadores de mulheres. Bebe sangue e então saboreia, bebe mais e só então seu corpo se satisfaz. Tochas, flechas ou surra não lhe infligem qualquer dano. Diz-se que só o próprio kabroom já foi capaz de derrubar.
Radha: _ Kabroom? Continua!
Robson: Acabou. Vamos. _ sai puxando ela.
Mas baba começa a cair perto deles. Jeanice cai em cima deles toda babada. Robson nota no bolso dela seu relógio. Ela o roubou. Então ele entende, o animal persegue cheiro masculino. E está em cima deles os observando. O sanguívoro pula no chão bem entre eles. Ele tem vários tentáculos exoesqueléticos, com os quais ataca. Eles ficam desviando e vão sair da caverna. Eles saem. A criatura sai e eles sumiram. Ela os vê tentando escalar a rocha da caverna. O sanguívoro começa a subir e consegue segurar o pé de Robson. Robson vai cair. Radha lacrimeja. Ele cai. Se ouvem tiros. É Patrícia atirando na criatura.
Ela nada sente e vai pra cima de Pati. Pati rola e o ex-índio bate numa árvore.
Tami: _ Onde ela está indo, meu deus?
Eles três saem correndo atrás da criatura, atrás de Pati, que a provocou.
Pati vai em direção ao abismo, dá um salto cambalhota pra trás por cima do bicho e cai atrás dele, deitada.
Tami entendeu: _ Um corpo em movimento…
O bicho tenta parar mas não consegue e cai abismo abaixo.
Pati completa, ofegante de cansaço: _ tende a permanecer em movimento.
Tami: _ Pra vila. _ vai indo na frente. Eles vão logo atrás dela.

Capítulo 5 – O Lobo

O grupo está todo reunido conversando.
Nélio: _ como assim, não tem praia?
Tami: _ Não tendo, caipira idiota!
Pati: _ Nós vimos.
Marcos: _ Um adolescente da cidade, uma moça da cidade e… _ olha bem Pati: _ Uma rica patricinha.
Pati: _ Uma donzela com habilidades tribais.
Se ouvem urros. Os três aventureiros da praia estremecem. Eles vão todos para o meio da vila. Tami: _ Agora de dia, eu sei o que é ele. Se chama jheeyiappe. _ É a criatura enfrentada um dia atrás por Tami, Robson, Radha e Pati.
Radha: _ De novo, não!
Robson: _ Outra!
Tami vê a marca que ela fez à criatura que a atacou nesta e diz: _ É a mesma criatura.
Robson: _ O próprio kabroom, lembra? _ para Radha, mas os outros também ouvem. _ Eu acho que só um raio pode matá-lo. Corram!!!
Eles saem correndo. A criatura vai atrás de Robson.
Marcos e Pati saem correndo até a despensa de armas. Pati critica: _ Correr, correr, correr.
Marcos brinca: _ Perder peso. _ riem juntos.
Eles pegam algumas armas e começam a atirar na criatura.
Nélio faz o sinal da cruz, trancado numa ‘casa’.
Andressa vai com uma faca pra cima do jheeyiappe. ,O grupo se surpreende com a decisão. Ela pula e finca a faca no olho dele, mas é arranhada no braço e cai no chão gritando.
Marcos e Pati vem pra cima da criatura atirando nela. Um tentáculo exoesquelético vai cortar a perna de Marcos, mas Pati pula em cima dele.
Marcos: _ Obrigado!
Pati: _ Eu sou rica, lembra?
Marcos: _ Me deixa em paz!
Pati: _ Bem melhor!
Ambos voltam a ir pra cima do bicho atirando nele. Robson, que está bem perto, é sujado pelo sangue do bicho. Um grito de algo nas florestas faz os pássaros saírem voando das árvores pelos céus. O jheeyiappe parece notar isso e sai com medo, na sua velocidade habitual.
Andressa: _ Os pássaros deixaram no ar um cheiro de xampu. Eu consigo perceber entre coisas naturais e artificiais.
__________**********___________
Robson cuidava do braço de Andressa e Radha viu e ficou enciumada. Andi (Andressa) come uma fruta e comenta que elas tem um gosto estranho na ilha.
Robie: _ Você enlouqueceu pra ir pra cima dele daquele jeito?
Andie: _ Eu nunca fiz nada parecido. Foi divertido.
Robie: _ É. Da próxima vez pense melhor, pode não acontecer nenhum som estranho pra nos salvar.
Andie pensa sobre o grito estranho que assustou os pássaros.
À noite…
Tami vai dormir no mesmo lugar que Nélio, camas de palha.
Tami: _ Eu estou com medo de dormir. Aonde aquilo foi?
Nélio: _ Há muitas perguntas e nenhuma resposta. Durma.
Dormem. Mais à noite se ouve um uivo e passos perto das casas. Pati acorda, pega sua arma e sai. Ela nota que é lua cheia.
Dia seguinte…
Todos, menos Pati e Andie estão vendo um bicho morto perto da vila.
Nélio: _ Leões?
Yago: _ A lista é tão grande.
Se pra eles tivesse graça, teriam rido.
Tami: _ Não. Vejam o tamanho dos dentes maxilares pelo molde da mordida. Parece um lobo com super dentes. mas só que lobos não ficam de muito tempo e as pegadas são todas bípedes.
Yago: _ Já lhe disse que aprecio muito sua habilidade nova?
Tami: _ Que seja! _ saindo, pára: _ O que acham que é?
Pati chegando: _ Ontem era lua cheia.
Robson e Marcos caem na risada. Marcos: _ Há presença animal nos arranhões que a Andie e você, Tami, sofreram do…
Robson: _ Jheeyiappe.
Tami: _ Eu não acredito. Sai. _ empurrando Marcos, sai.
Nélio: _ Eu acho melhor dormirmos separados Todos. Não pretendo acordar morto. Não sabemos quem é.
Robson: _ Lobisomen. _ sai rindo.
_________******________
Marcos procura Andressa. Eles vão à biblioteca. Lá ele pede a ela que pesquise algo sobre lobos ou lobisomens.
Andi: _ Há livros becaitos aqui. Robson lê essa língua agora. Pode me ajudar.
Marcos: _ Tá, vou chamá-lo. _ sai.
Pati intercepta Marcos: _ Hum, sabe que foi bom ter você sobre mim.
Ele não mastiga a informação a tempo. Ela explica: _ Quando te pulei pra te salvar.
Marcos: _ Meu Deus que ilha misteriosa! Você falando isso!
Pati: _ Ahaha, engraçado, bonitinho, muito bonitinho.
Marcos: _ Depois a gente conversa. _ vai até Robson
Robson vai até a biblioteca.
Ele vê um livro: _ Histórias para Precaução.
Andie: _ Tudo bem. _ analisando o livro: _ Esse livro está em estado como se fosse velho e não é papel.
Ele folheia.
De-repente, Andie: _ Pára!
Robson: _ O quê?
Andie: _ Nessa página há sangue e pêlos de lobo. E olha, a letra está diferente.
Robson: _ Você acha que foi escrita por alguém que era recém atacado do que está nos vigiando a noite? _ e lendo: _ fala de homens transformados em lobos pelos gatos. Só.
Contam isso a Marcos.
À noite…
Radha vai até o cômodo de Robson. Ele se assusta.
Radha: _ Precisamos conversar sobre você e a Andie.
Robson: _ Deixa pra lá e vem deitar comigo.
Ela vai.
Mais à noite, se ouve um urro pela vila. Nélio fica morrendo de medo. A coisa começa a bater tentando arrombar o quarto dele. Marcos, que está dormindo na sala de armas, vem atirando no bicho, que foge.
Yago vem falar com Marcos.
Yago: _ O que era?
Marcos: _ Um lobisomen. Vamos ver se alguém não está aqui.
Vão bater à porta de Radha primeiro e, como ela não está, julgam que é ela e vão dormir.
Amanhece e Robson encontra sua porta aberta e ele está sozinho. Ele sai procurando Radha e a vê se lavando num lavatório público (estilo romano). Ele vai até ela.
Marcos e Yago chegam nos dois.
_______*********______________
Nestor encontra uma presilha de cabelo com pêlos brancos no chão. Ele vai falar com Andi e a acorda.
Andie: _ Ah, parece que eu não dormi. Que sono!
Nestor: _ Esse pêlo é humano?
Andie: _ Não. Por quê?
Nestor: _ Ou uma das mulheres foi morta ou é o lobo.
Eles vão falar com Marcos, Yago, Robie e Radha, ao vê-los todos juntos. Pati e Tami acordam, vêem a reunião e vão ver o que é.
Yago: _ Radha, você é o lobisomen.
Robson: _ Ela estava comigo.
Marcos: _ Tem certeza?
Robie se lembra da porta aberta ao acordar, mas mente: _ Claro!
Andie se separa do grupo e vai a biblioteca. Pati a segue.
Andie: _ O que faz aqui?
Pati: _ Vim perguntar o que faz aqui.
Andie: _ Eu tenho que pesquisar a verdade sobre isso e talvez outras coisas.
Pati: _ Talvez eu posso ajudar. Procure algo que chame muito sua atenção de arqueóloga… um nome muito citado…
Andie: _ Entendo. É, talvez.
Pati: _ Eu vou caçar, então. Até mais! _ vai pra floresta.
Ao entrar na floresta ela encontra Robson e Marcos, que vão procurar pistas do ser canino que os ataca.
Nestor estava pasmificado olhando a pegada gigante pensando.
Robie e Marcos seguem pegadas até uma caverna. Eles entram apontando as armas.
Robson: _ Na última vez que estive numa caverna, eu quase morri.
Prosseguem e encontram algo que certamente poderia ser chamado o “local da carniça”.
Marcos: _ Bela sala de jantar!
Robson: _ Vamos sair.
Saem.
Marcos: _ Robson, você acha que, quem quer que seja, volta consciente à vila?
Robie: _ É possível. Mas alguém colocaria a gente em risco não contando? _ pensa: _ Tamires.
Marcos: _ Patrícia.
Robie: _ Você não acha isso mesmo.
Nestor fala com Andie na biblioteca sobre a ‘pegada’: _ Não é normal aquela pegada da vila? Não existem essas pegadas arqueológicas?
Andie: _ É. Mas aquela pegada parece humana. Não de dinossauro.
Nestor: _ Ela parece tão atual.
Andie: _ Ela só está bem conservada. Eu nunca vi uma tão bem conservada, mas neste lugar tão intocado. Eu vou te falar que toda a natureza aqui está melhor preservada.
Anoitece… o grupo vai jantar. Pati, distante do grupo, olha o céu. Nélio chega nela.
Nélio: _ O que foi?
Pati: _ Lua cheia.
Não há lua, nem estrelas no céu.
Nélio vai falar com o resto do grupo: _ É a Patrícia. Ela está olhando o céu falando da lua, mas não tem lua.
Robson: _ Pode ter tido e ter nublado.
Nélio: _ Não tinha.
Marcos: _ Eu vou falar com ela.
___________***********__________
Marcos apavorado: _ Eu acho melhor todos irmos para dentro. _ vendo as árvores próximas se moverem anormalmente.
Todos correm e se trancam dentro de um lugar enorme, se comparado aos outros lugares de Naturalem Auram. É uma espécie de igreja. Andressa está segurando um livro. Ninguém pára pra ver se alguém está faltando, tamanha inquietude.
Andressa: _ Aqui está. Licantropia. Causada por um arranhão de um gato assustado portador da doença. Gatos não amanifestam. E só se manifesta em seres humanos vivendo a lua real e na lua cheia.
Marcos: _ Vida real?
Tami como que filosofando: _ “O que é a vida real?”, eis a questão.
Robie: _ Deve ser essa selvageria. A luta pela sobrevivência.
Algo começa a bater na porta. Todos se afastam. A porta é estraçalhada e eles vêem um lobisomen com enormes garras e gigantesco.
Marcos: _ Andie, e a cura?
Ela começa a folhear o livro. Eles saem correndo. O lobo atrás deles. Eles se trancam em uma saleta da igreja nos fundos dela. A porta dessa também é estraçalhada mas o buraco é muito pequeno e o bicho engarrancha. A parede está rachando.
O lobo uiva. Ouvem-se muitos uivos.
Radha: _ Ah não!
O lobo sai da porta. Andie vai saindo. Um lobo pula a janela. Ela sai correndo em direção à porta de saída.
O teto de onde estão os outros começa a ceder. Há algo em cima dele.
Outro lobisomen pula na frente de Andie. Ela cai no hão. Então Lacerda pega um candelabro e vem pra cima desse lobo. O lobo pega o candelabro e o joga fora.
_ Óh, não! _ o lobo joga ele em cima de um Órgão gigantesco, que solta sons. Os lobos parecem atormentados pelo barulho. O lobo vai comer Lacerda.
Andie aproveitou a perturbação deles e foi para a outra saleta, onde estão seus amigos. O lobo come Lacerda.
O teto cede e o lobo cai entre eles. Eles notam um pedaço de pano da roupa de Pati no monstro. Se forma uma confusão querendo sair. e desviando das patadas dele. Sem querer as garras dele ficam presas fincadas na parede. Eles aproveitam para fugir.
Marcos, Robson, Radha e Tami se escondem debaixo da mesa do altar.
Andi, Yago, Nélio e Nestor correm para a floresta,
Nélio: _ Não foi uma boa idéia.
Eles são cercados.
_________********_________
Andie tenta ler o livro. Eles ficam parados sendo cercados pelos lobos, que se preparam para o “bote”. Um bote grupal.
Yago: _ Alguém tem uma arma?
Nestor: _ Não. _
Os lobisomens vem vindo.
Nélio: _ Eles não nos querem. Estão farejando algo. Sangue.
Andi se nota machucada sangrando: _ Então eles me querem.
Na igreja…
Marcos sai debaixo da mesa. Só o lobo Pati está lá. Marcos: _ Patrícia, me olha.
Robson parece saber o que fazer.
Pati ataca Marcos, o pega pela camisa e levanta.
Robson olha enquanto as outras duas não querem ver.
Marcos: _ Patrícia, por favor, sou eu, Marcos. Lembra, rica?
Robson debaixo da mesa: _ Esse cara vê filmes demais.
Floresta…
Alguns lobos começam a pular tentando acertar Andi, Yago, Nélio ou Nestor. Eles desviam e se separam correndo. Um lobo vem correndo e vai acertar Andi que, escorada numa árvore lendo, não vê. De-repente o gigantesco órgão da igreja começa a tocar. É Robson. Os lobos todos caem no chão. Eles fogem. Pati estava muito próxima do som e desmaia.
Minutos depois Yago, Andi e Nélio chegam à igreja.
Marcos: _ Nestor?
Yago: _ Foi levado.
Andi vê o lobi desmaiado: _ Vocês pegaram um?!
Robson: _ É a Patrícia.
Tami: _ Ficou feia, a coitada!
A olham.
Eles amarram Pati e a acorrentam a uma pilastra.
Dia seguinte…
Eles fazem o enterro de Lacerda e voltam para a vila.
Pati no meio da vila acorrentada e humana: _ Me tirem daqui!
Marcos: _ Não podemos ainda.
Pati: _ E o que você vai fazer a seguir? Tirar a roupa e tentar me seduzir? Eu não sou sadomasô.
Radha: _ Porquê você quer sempre tirar a roupa dele?
Marcos para Pati ainda: _ Como você sempre descobre meu plano B?
Andressa procurava a cura nos livros.
Robson e Radha namoram.
Tami vasculha a cidade.
Nélio faz esculturas de madeira.
Quando anoitece, Marcos e Yago estão chegando na cidade. Andi vem falar com eles, como se tivesse se lembrado de algo que esquecera: _ Eu falei que as correntes tem que ser de prata?
Yago: _ Não.
Eles vão ver e Pati não está mais lá.
Ouvem-se uivos.
Marcos: _ Estamos cercados.
Andi: _ eu sei a cura.
_________*********_________
Os lobos invadem a vila e caem em uma armadilha. O buraco gigantesco da vila, a pegada, estava disfarçado e eles caíram. Pati não está entre eles. Estes conseguem sair.
Marcos e Pati param frente-a-frente.
Robson atirando nela: _ Morre disgra… não, volta ao normal.
Marcos se lembra do que Andi disse: “uma punhalada com objeto de prata no fígado, onde fica a doença, e ela se recuperará. Se errar, morre.”.
Tami atirando em alguns com balas de prata: _ É! Balas de prata! Couro de lobisomen deve valer uma fortuna!
Pati vem pra cima de Marcos e pula nele. Ele finca a espada nela. Parece que ela também fincou as garras nele.
Todos vêem um líquido cair no chão perto dele. Há um lobo logo atrás deles dois babando.
Yago sai correndo para tocar o órgão. Pati se recupera. Marcos não foi atingido. Eles olham o lobo. Ele os vai acertar, mas Yago toca o órgão e ele e os outros fogem.
Pati: _ Obrigada!
Marcos: _ Você agradeceu a mim?!
Pati: _ Guarde segredo.
Eles se juntam ao resto do grupo.
Pati: _ Eles não vão mais voltar.
Radha: _ Como você sabe?
Pati: _ Nenhum lobo daqui uivará mais. _ se referindo a si.
Robson olha para o céu sem lua, intrigado

Capítulo 6 – A Colônia

Vilarejo Exangue…
A rinha Al Tavaron (Anatibati) fala ao líder de seu exército:
_ Como eles ainda estão vivos? Isso deveria ser fácil.
_ Nosso exército sabe que não deve ir àquela vila.
Al Tavaron: _ Que exército é nosso? É meu o exército. Eu ordenei.
_ A vila estava cercada de homens-lobo.
Na vila…
Marcos e Yago iam saindo pra caçar. Tami ‘curtia’ a péle dos lobos. Radha viu Robson e Andi conversando e decidiu ir com eles.
Marcos: _ Tem certeza? _ ela afirma com um movimento de cabeça.
Eles, no meio da floresta, vêem um javali. Eles se escondem e esperam ter a mira perfeita. Mas o javali os vê e sai correndo. Eles prosseguem, marcando as árvores nas quais passavam com um X.
Radha: _ A gente não devia voltar?
Yago: _ Estamos apenas começando. Vejam.
O que ele viu foi uma pedra. Uma enorme rocha. Estranha no meio da floresta. Única. Eles andam e a encontram. Ela tem marcas, símbolos estranhos marcados. Setas. Todas indicando uma mesma direção. Eles decidem segui-las.
Na vila onde eles ficam, Pati e Tami discutem.
Pati: _ Não, você não pode ir.
Tami: _ Eu vou até a praia. Se eu morrer, o problema é meu.
Pati conciliadora: _ Tami, vamos pesquisar os livros de papel.
Tami: _ Nem morta e enterrada, e nem desenterrada! Eu era bibliotecária e não vou lá. Vou terminar de preparar minhas peles e saio. _ sai de perto da outra. Pati vai pra biblioteca.
Pati começa a pensar em Marcos. Ela se estapeia uns instantes.
No seu ‘quarto’ (uma tenda), Robson come umas frutas. Ele se vira e o atual exangue Nelson está junto dele: _ Você não morreu! _ levando um susto. Pega uma arma e aponta para ele: _ Parado!
Na floresta…
Marcos, Radha e Yago chegam a um gigantesco portal de pedra. Logo atrás dele está uma enorme vila. Mas parece ser do século da expansão marítima.
Marcos: _ Com minha habilidade eu estou perceptando a presença de cães comuns aqui.
Um cachorrinho os vem receber. Eles vão entrando. Uma mulher os vê e começa a falar algo em holandês. Eles são cercados por guardas apontando lanças pra eles.
Radha: _ Todo mundo nesse maldito lugar é estressado!
Os guardas abaixam as armas. Um homem se aproxima: _ Neo-celtas?
Marcos: _ Não. Nós chegamos há pouco à ilha.
_ Que azar! Meu nome é Zelix., eu sou o único que fala a sua língua por aqui. Pelo menos o único bom nisso.
Yago: _ Nos conte a sua história.
Zelix: _ Depois. Primeiro nos conte a sua. Eu traduzo.
___________*********__________
Robson: _ Você é Nelson ou Nestor?
_ Viva a rainha Anatibati! _ o ataca, nisso um tiro voa para o ar e a arma é perdida. Se inicia uma batalha entre eles na tenda. Andi e Tami ouviram o tiro, se preocuparam e entram na tenda. O exangue joga Robson em cima delas. Os três se afastam bastante dele. Pati vai atirando nele. Ele cai no buraco da pegada, sai dele e sai correndo da vila.
Andi: _ Nós estamos cercados por não-animais.
Tami: _ Foi uma estratégia, um deles ataca pra nos expor. Por quê os exangues nos querem?
De-repente Tami sai correndo até o depósito de armas.
Colônia…
Zelix: _ Nós chegamos aqui há muito tempo por meio de um acidente. Somos na verdade descendentes de quem chegou. Holandeses. Muitos de nós já conseguiram fugir prometendo voltar e nunca voltaram.
Marcos: _ Fugir por onde?
Zelix: _ Barcos. A praia. Mas ela sumiu após a terra tremer. E é como se a ilha estivesse sendo refeita, mudada. E onde vocês estão?
Marcos: _ Numa vila esvaziada perto daqui a oeste.
Zelix: _ Pedra preta.
Radha: _ O quê, moço?
Zelix: _ Nada. Comam. Se vão depois.
Na vila, Tami encontra marcado nos pentes das armas a mesma marca do braço do caçador Evandro Lemans. O olho com uma águia dentro.
Robie está com ela.
Tami: _ A arma que pegamos do caçador… armas exangues… as daqui. Todas tem o mesmo símbolo!
Robson: _ Como imaginou?
Tami: _ Só pensei em procurar quem as fez.
Pati disse: _ Não vou seguir as loucuras. _ e não seguiu Tami. Ela foi até a biblioteca.
É quando se ouve um urro e um livro se abre sozinho, com letras em dourado.
Vilarejo Exangue, um tempo atrás…
Nestor está preso com eles.
Anatibati: _ Ora, ora, viva! Por jheeyiappe o que temos aqui? O que os lobos pegaram e nós pegamos? Um gêmeo! Bem ao tempo.
_________**********___________
Marcos, Radha e Yago também comiam quando ouvem o mesmo urro.
Zelix: _ O monstro exangue!
Os três param de comer na hora. Mas ele pede que não se preocupem.
Uma mulher vem falar com Zelix e começam a falar em holandês.
Zelix: _ Os exangues os seguiram até aqui. Vamos ser atacados. Pela primeira vez e por culpa sua.
Os três se sentem culpados e obrigados a ajudar.
Alguns minutos depois os exangues invadem a colônia portando armas de fogo, mas atirando pra todos os lados. Os moradores se escondem assustados. Os índios saem.
Zelix: _ Foi um aviso.
De-repente o lugar perto de onde eles estão é explodido e eles voam longe. Era uma granada que um exangue deixou. Exangues entram na colônia e param. Um exangue vem e começa a falar com Zelix. Depois um monstro gigantesco e humanóide entra.
Marcos: _ Ninguém pensa além de monstros?
Radha: _ Eles não tem criatividade, mas ele tem força. _com medo.
Os guerreiros da vila atacam o gigantão mas ele os lança longe. O monstro começa a destruir o vilarejo, vê Marcos, Radha e Yago e vem pra cima deles. Eles e Zelix se trancam numa espécie de forte. O monstro começa a ataca-lo. O forte está se rachando.
Lá dentro eles olham para os lados e encontram rum.
Yago: _ Podemos embebeda-lo.
Vila Naturalem Auram…
Pati lê o livro que se abriu. É uma profecia-aviso.
“E as almas que enganam os outros se fazendo passar por uma ressurgem. E assim o matador uno pode ser trazido à este plano.
Profecia de Nossos Inimigos”
Pati: _ Será que os exangues eram inimigos dessa vila?
Saindo de seus pensamentos, ela começa a ouvir de novo. Sons de uma luta lá fora.
Nélio entra na biblioteca dizendo que os exangues estão atacando de novo. Ela e ele saem e continuam lutando contra os índios sem sangue.
Vilarejo exangue…
Nestor, preso, já estava exaurido de sua força e morrendo.
Anatibati: _ Nós precisamos destruí-los. Sabemos o relógio que o pêndulo balança. É pelo que está atrás dessas porta que lutamos. _ aponta duas portas gigantescas e super adornadas, que parecem ser o lugar mais importante da vila. E para Nestor: _ Quando você morrer, nosso salvador não poderá mais ser morto.
Colônia…
Yago sobe uma escada e chama o monstro de cima do forte. O monstro é um bípede de um olho só, um ciclope. Yago começa a chamar o monstro bem alto. Zelix e Marcos vão saindo furtivos. Ele os vê e, ao invés de ir atrás de Yago, ele sai correndo atrás deles.
Moradores da colônia tentam laçar o ciclope mas quando conseguem, não conseguem segura-lo e ele os joga longe.
Zelix escala uma casa e, do teto dela, vai pulando até o teto do forte.
Marcos: _ Ah, que ótimo, ele me deixa aqui embaixo sozinho! _ irônico, dando passos pra trás.
Zelix começa a jogar coisas no monstro. Ele vem pega-lo. Ele joga um barril de rum no monstro, isso o deixa cego por um tempo, mas não o embebeda. Zelix dependura nele com um garrafão de rum tentando faze-lo beber.
Marcos: _ Péssimo plano, Yago!
O monstro se balança sem parar. Marcos fica preocupado de que Zelix caia. Marcos entra no forte e sobe a escada para o telhado.
Yago bota a mão no queixo, pensativo.
Vila Naturalem Auram…
O grupo conseguiu vencer os exangues mas estão cansados.
Andie: _ Isso está ficando difícil.
Pati: _ Eu não sei até quando vamos agüentar. Algo me faz pensar que há algo fazendo os exangues se acharem fortes pra vir até nós.
Colônia… Yago corre pra dentro do forte.
Zelix e o monstro caem. Zelix faz com que o ciclope caia por baixo.
Yago vem rolando um barril de rum com uma mangueira de bambu pregada à abertura. Enquanto os vilageiros seguram e amarram o bicho, Yago faz a criatura beber.
O ciclope desmaia. Eles o amarram bem direito por segurança e ainda dão mais uns três barris pra ele beber.
Exangues vigiavam o que acontecia e saem dali.
Marcos: _ O que é isso?
Zelix: _ Duas pessoas iguais. Um feitiço exangue. Uma dessas duas pessoas se tornou exangue e a outra está pendurada no vilarejo deles pra morrer.
Yago: _ E se ele morrer…?
Zelix: _ Então o feroz bipedal não mais morrerá por cem anos. Vocês são os culpados. Tem que resolver. Uma reunião será feita e seu destino será decidido.
Radha: _ Com todo o respeito, Zelix, não há tempo pra isso.
Ele os deixa e se reúne ao resto dos sábios de sua vila.
Marcos: _ Eu vou salvar o Nestor. _ deixa Yago e Radha e se vai.
Radha: _ Yago, me abraça. _ ele a abraça.
Um tempo depois, um dragão passa pela vila voando mas não faz nada.
Yago vê um rapaz entrar num lugar vestido como um clérigo. Ele o segue.
_ Você é um padre? _ aí se lembra que não falam português.
Falando com dificuldade: _ Você achou … única pessoa que… quem… Zelix ensinou o português. Meu nome Bono. Sim.
Yago: _ Bono. Yago.
_ Religião é sempre i… importante. Reze um pouco e saia.
Há uma bíblia novinha em folha no altar. Yago não nota mas o símbolo do olha com águia está marcado num canto dela.
Yago: _ Essa bíblia…?
Bono: _ Foi achada floresta. _ Yago reza.
________*****________
A reunião termina.
Perto da vila central, os exangues preparam outro ataque.
Pati grita aos outros de seu grupo: _ Gente! Eu tive uma idéia.
Tami: _ Quem te fez líder?
Andi: _ Eu quero segui-la.
Colônia holandesa…
O ciclope começa a ficar mais consciente e respirar mais rápido. Está prestes a acordar.
Na floresta, Marcos ia andando. De-repente uma revoada de morcegos o ataca, ele sai correndo e rola uma ribanceira. Ele consegue fugir e já pode ver a vila exangue.
Na colônia…
Zelix para Radha: _ Há muito tempo nós temos um acordo com os índios nortistas, os exangues. Mas vocês quebraram isso. Eles de vez em quando pegam um dos nossos pra ser um deles. Pensando nisso, decidimos que vamos entregá-los. _ Radha se nota cercada de vilageiros armados com lanças.
Zelix: _ Cadê o seu amigo? _ se referindo a Yago.
Yago vem atirando, pega Radha e corre com ela pra dentro da igreja. Não tem saída. Eles colocam os bancos em frente à porta. Os moradores vem com tochas incendiar o lugar. Bono tenta impedir mas não consegue. O local começa a pegar fogo. Zelix comenta que são impressionantes as armas dos forasteiros.
Vilarejo exangue (ou, vila norte)…
Marcos vai andando furtivo. Ele consegue ver Nestor. Ele precisa de uma distração e, percebendo por sua habilidade uma mula ali perto, vai até ela na mata e, usando um cipó, a chicoteia fazendo-a andar até o vilarejo. Os exangues vão em direção ao bicho.
Um exangue diz, aos gritos, que é um presente dos deuses. Eles a comem viva, crua e bem rápido.
Marcos vem atirando em Anatibati, o que não dá nenhum resultado, e sai correndo, atira nas cordas que amarram Nestor e sai correndo com ele abraçado a si a seu lado. Quase o arrastando, pois ele está fraco. Eles se escondem na mata.
Marcos tira pólvora de uma das balas, pega um cipó, enrola a pólvora num papel com o cipó, põe fogo numa sobra do cipozinho e joga bem longe. Quando isso explode, chama a atenção dos indígenas e os dois conseguem fugir. Eles param no meio da floresta. Está escurecendo.
Marcos: _ Amanhã a gente prossegue. _ ele nota que uma flecha exangue acertou Nestor.
Nestor pede: _ Me mate, por favor!
Os exangues invadem a vila NAuram. Pati, Andi, Robie, Nélio e Tami estão dentro da pegada e os exangues não entram lá. De lá dentro, eles só ficam atirando nos de fora.
O ciclope acorda. Um exangue na vila NAuram toca um apitinho e o ciclope sai pulando em super saltos para lá. Eles ouvem seu urro.
Andi abraça Robson: _ Eu estou com medo.
Pati: _ Droga! Não ‘tá adiantando. As balas estão acabando e eles demoram demais a morrer com tiros frontais.
Colônia…
Yago: _ A gente vai ter que arriscar algo.
A porta está quase cedendo.
Minutos depois… Yago e Radha estão segurando uma mesa de canto. A porta cede e eles saem correndo usando a mesa de defesa arrastando a. Conseguem. Radha só tem um pequeno corte no braço.
O ciclope chega onde queria.
Tami pega Andi e a usa de escudo a um possível ataque. O ciclope cai. Os exangues saem correndo em fuga.
Radha e Yago chegam lá.
Robson vai cuidar dos ferimentos de Radha.
Vila NAuram…
Radha para Robson: _ O que aconteceu entre a gente, aquilo, não muda nada. Eu não quero mais ficar com você.
Robson: _ Eu posso entender. _ carregando ela para outro canto: _ Mulher tem cada hora pra falar esse tipo de coisa.
Dia seguinte…
Marcos chega à vila carregando o cadáver de Nestor.
Pati: _ Ah, então foi isso. Eu li toda a profecia. Ele tinha que morrer de cansaço, mas morreu ficando sem sangue. E o ciclope morreu.
Zelix chegando à vila deles: _ Olá!
Pati, por reflexo, aponta uma arma pra ele. Marcos: _ Zelix?
Zelix: _ Eu só vim me desculpar. Até a próxima! _ se vai.
Tami olha o depósito de armas e vê algo: _ Alguém tá roubando uma caixa de armas.
Marcos: _ Zelix.

Capítulo 7 O Equilíbrio

À noite, Nélio dormia. Ele ouve um barulho de passos e acorda.
Nélio: _ Deve ser só um dos meus cavalos. _ acorda num sobressalto: _ Eu não estou na fazenda.
Ele sai e encontra um velhinho em meio a uma luz, que vem em direção a ele.
Velhinho: _ Então são vocês que agora moram aqui?
Nélio: _ É. Mas… quem é você?
O velhinho sai andando e Nélio o segue. Ele empurra um tijolo numa parede e uma passagem secreta se abre.
De-repente Nélio acorda de seu sonho. Já é de manhã. Nélio vê que todos estão ocupados. Pati lava roupas.
Marcos para ela: _ O que está achando de uma experiência nova como lavar roupas?
Pati: _ Então, o que você está achando de finalmente poder conversar com mulheres bonitas sem espantá-las?
Marcos estava à toa.
Robson ajudava Radha a limpar o lugar onde dormiram esta noite.
Radha: _ Foi a última vez.
Robson: _ Você já disse isso antes.
Radha: _ Eu não quero ficar falando como se estar aqui fosse natural.
Yago cortava carne.
Tami estava atoa também, se empunhando de maneiras sensuais com as armas e tentando fazer o celular dela tirar fotos.
Nélio passa por ela: _ Sem bateria, hein?
Tamires: _ Não enche, roceiro dos infernos!
Nélio chama Andressa na biblioteca e vão até o lugar do sonho de Nélio. Tami os segue. Ele empurra o tijolo e apassagem se abre. Ele se espanta. Andi se espanta mais ainda e Tami mais ainda. Eles vão entrando. Nélio na frente. Nélio acende uma tocha que havia levado. De-repente ele pisa num tijolo levantado no chão e um alçapão se abre à sua frente. Ele quase cai.
Nélio: _ Cuidado, Andi.
Ela pisa em um tijolo-botão e a porta do lugar se fecha.
Tami se assusta: _ Hãh!
Nélio: _ Quem…? _ iluminando ela: _ Tami!_ espantado.
Tami: _ Eu não sou tão assustadora assim, tá?
Nélio acende outras tochas do lugar. É uma espécie de laboratório rústico de alquimia, com os recipientes feitos em madeira e estranhos escritos em língua estranha nas paredes.
Nélio vê um símbolo numa parede. Uma cobra ou enguia comendo a própria cauda.
Nélio: _ O símbolo dos antigos alquimistas!
Tami: _ Como sabe?
Nélio: _ Habilidade estranha. Sabia que você é uma intrometida?
Tami: _ Cuidado, hein, Andi! Ele está muito incomodado comigo. Queria ficar sozinho com você nesse cantinho escuro. Tarado!
Andressa ri. Então ela esbarra em uma parede e esta se mexe, abrindo outra passagem. Lá, uma estranha luz ilumina todo o lugar, segurada por uma estátua da deusa de quatro braços, Shiva.
Há também um pedestal que segura um livro. Eles pegam esse livro. O livro servia de peso a um mecanismo e, sem ele, o teto começa a descer. Eles saem correndo. A porta secreta vai se fechando. Eles passam mas a mão de Tami fica presa e ela perde os dedos. Nélio e Andi continuam correndo e Tami fica pra trás gritando. As tochas se apagam. Nélio e Andi começam a “dar de corpo” na ‘porta’ de entrada do lugar, que não se move.
Lavanderia (uma espécie de bica onde eles lavam as roupas)…
Robson vindo do resto da vila: _ O Nélio, a Andressa e a Tamires sumiram.
Marcos: _ Eu vou procurá-los na floresta.
Pati: _ E eu.
Marcos: _ É? Comigo?
Pati: _ Dois grupos tem mais chances.
Marcos e Robson vão para um lado. Yago e Pati do outro.
Laboratório…
De-repente a porta abre.
Tami do lado de fora: _ Ainda bem que eu os segui.
Eles se espantam e olham pra trás. A outra Tami se torna um esqueleto e vem pra cima deles. A verdadeira Tami aperta pra fechar a porta. A porta se fecha cortando um pedaço do braço esquelético que, do lado de fora, se debate. Eles pisoteiam isso.
Nélio vai com o livro para dentro do templo (ou igreja) dessa vila.
Tami e Andi o seguem.
Radha, sozinha na vila, lavava roupas.
Radha: _ Odeio ficar sozinha! Homens! E nisso eu incluo a Patrícia, porque ela pensa como um deles.
Nélio abre o livro.
Tami: _ Esse livro parece nunca ter sido aberto.
Assim que Nélio toca o livro uma imensa luz se faz. Radha vê essa luz. Dois monstros jheeyiappes saem de dentro dele e vão andando nas paredes. Cada um para um lado. Eles pulam. Os três jovens fogem e os dois monstros se chocam no ar. Os três saem correndo. Radha, que vinha até a igreja por causa da luz, acaba os acompanhando na fuga. Eles caem no buraco da pegada. Os jheeyiappes saem da vila.
Radha: _ Os grupos que foram procurar vocês três.
Andi: _ Eles vão morrer.
Nélio nota que a luz ainda se faz na igreja: _ Não vão não. _ ele vai pra lá. As duas o seguem.
Tami fica propositadamente pra trás.
Lá, o velhinho do sonho de Nélio sai da luz.
_ Bem vindos! Eu sou o alquimista-chefe da Sociedade Alquimista. Prendi minha essência nesse livro e seus… ‘poderes’ puderam entrar em contato comigo… Nélio. Vocês todos receberam o convite do demônio e se venderam a vir aqui. Só assim ele poderá ter o que quer, só modificando o destino. Vocês mudaram seus destinos ao vir aqui. Mas o erro mais grave foi da intitulada Tamires. Não o primeiro erro, que ela fez para estar aqui, mas o segundo.
Os três olham Tami.
_ O equilíbrio está desfeito.
Nélio_ E o que quer de nós?
__________*********__________
Pati e Yago são atacados pelo jheeyiappe, este vem pra cima deles, Yago pula para o lado e Pati dá uma cambalhota pra frente quando o ser pula nela. Ela tira suas armas e começa a atirar nele. Ele vem correndo. Ela sai correndo com ele aperseguindo. Ela se escora numa árvore.
Pati: _ Vem, seu macaquinho pulador!
Yago: _ Louca!
O bicho pula nela, ela sai e ele bate na árvore. Ela vai recarregar as armas, mas ele sai arrastando ela e as armas caem no chão. Yago sai correndo atrás deles.
Pati saca a faca e começa a fincar nele. Ele sobe numa árvore e solta ela. Ela consegue se segurar num galho. O jheeyiappe abre a boca para comê-la e vem vindo descendo. Ela cai, segurando os galhos para amortecer, até o chão. Ele vem andando no tronco da árvore desviando dos galhos e cai levantando terra logo após Pati ter saído debaixo da árvore rolando. Yago dá um tiro certeiro no olho dele, que cai. Eles vão saindo dali, sem ver que o bicho está acordando.
Marcos e Robson param pra beber água em um rio.
Robson: _ Sei lá, cara, a gente não viu nem sinal deles. _ se assusta.
Marcos: _ Que foi?
Robson: _ Eu acho que ouvi algo.
O jheeyiappe pula da água e puxa Robson. Enquanto eles lutam, Marcos aponta uma arma para o bicho mas não consegue uma mira perfeita.
Robson fica batendo a cabeça do bicho numa rocha. Sai sangue. Marcos atira. O bicho some. Robson vai saindo. O bicho levanta. Marcos e Robson ficam atirando nele. Ele vai embora andando sobre a água.
O sangue que continuava na água vai sumindo e ossos de peixes vão surgindo na água.
Robson: _ Mas que cheiro horrível é esse?!
Marcos: _ Assustou o jheeyiappe.
________************_______
Pati e Yago se escondem do bicho em uma caverna. Pati sai, se corta e derrama o sangue no início de um caminho. Ela volta e apaga os rastros até a caverna. O jheeyiappe passa e vai para o lado do sangue. Pati e Yago saem calmamente para o outro lado.
Em frente a Marcos e Robson, surge uma gigantesca planta carnívora cheia de dentes.
Robson: _ Oh, m****!
Eles saem correndo pra bem longe e param. A planta vinha acertá-los mas só acerta e corta umas árvores abaixo. Do outro lado do rio, as árvores estão todas cortadas.
Pati e Yago chegam à vila e vêem a luz no templo.
Templo…
_ O equilíbrio precisa ser restaurado. Vocês devem morrer. Nesse jogo, quem matar, morrerá.
A luz fica vermelha e os lança pra fora.
Centenas de jheeyiappes começam a sair da luz.
Pati: _ Ah, meu Deus, socorro!
Marcos e Robson ouvem.
Marcos: _ Vem da vila.
Robson: _ Patrícia?
Marcos: _ Não, eu nunca imaginei ela gritando.
Robson: _ Pra você ela não é uma patricinha fútil?
Marcos: _ Por isso. Ela estaria ‘pagando mico’.
Se dirigem para a vila.
Nélio: _ Sigam-me. _ corre pra igreja e começa a tocar o imenso órgão quase quebrado. _ E o som metálico das pratas pelas quais Judas traiu Jesus e se arrependeu afastam o mal.
Todos o seguiram, inclusive os jheeyiappes. Há até na pegada estranha da vila. Apesar de funcionando, o órgão range.
Os jheeyiappes perturbados pulam ainda, mas as pessoas conseguem desviar facilmente deles.
Nélio: _ Gente, eu não posso tocar pra sempre.
Andi: _ E onde você aprendeu a tocar?
Nélio: _ Sei lá.
Pati: _ Há mais. O órgão não vai agüentar muito tempo.
_________*********____________
Robson e Marcos vão chegando à vila, vêem o monte de jheeyiappes e ouvem o órgão. Eles se escondem ali perto na mata. E ficam assustadíssimos.
Robie: _ Ué, pelo que eu entendi, jheeyiappes só matavam homens. Não estava só a Radha aqui? _ preocupado: _ Ah, meu Deus, Radha!
Templo…
Nélio: _ O livro. Podemos pegar o livro.
Tami: _ Calma. Eu pensei em nos trancarmos na passagem secreta. Mas… não podemos sair daqui. _ brava
Nélio: _ Tentem. Eu vou ficar tocando. _ Pati e ele se olham, ele entende que ela vai. _ A passagem é atrás daquele salão ao lado do meu ‘quarto’. Aquela paredinha tem um tijolo-botão.
Pati vai saindo. Os bichos já pararam de sair da luz, mas todos os que já saíram vem pra cima dela. Pati sai correndo se esquivando de todos os monstros. Ela pega um pedaço de pau no chão e sai usando isso de defesa.
Robson vê que ela tem poucas chances de conseguir e, saindo do esconderijo, sai correndo e se desviando, pega Pati e pula com ela no chão atirando pra todos os lados.
O velhinho do sonho de Nélio vem até eles afastando os jheeyiappes e estes ficam paralisados como estátuas. Os viajantes do Titan X (o navio) saem da igreja e vem ver. Eles estão surpresos com o fenômeno. Marcos também vem.
Alquimista: _ Impressionante o fogo que vem de seus corações. Infelizmente pra vocês, eu combato fogo com fogo.
Escurece tudo. Uma rachadura no chão se abre e soldados de lava saem desta. Além disso, jatos de água quente saem em lugares aleatórios.
Os aventureiros começam a dar passos pra trás até se escorarem numa parede. Esta parede esquenta e começa aderreter.
Robson atira nos homens-de-lava mas de nada adianta. Um deles joga um jato de lava neles, que pulam para os lados e saem correndo, uns para a direita e outros para a esquerda, pra sair da vila mas dois grandes jatos de água ferventes os impedem e bloqueiam as saídas. Estão encurralados. Os dois grupos são: Yago, Pati, Andi, Radha e Robson, Tami, Marcos e Nélio.
Nélio olha a porta do lugar onde está o livro.
_________**********____________
Yago começa a jogar terra neles e, ao terra ir nos olhos desses bichos, eles ficam tipo cegos se remexendo para os lados.
Pati sai correndo para o lado da água quente. Um dos seres de lava vem correndo atrás dela. Ela joga terra nos olhos dele, que cai na água de um jato e morre.
Todos imitam Pati, mas os homens de lava não param de aparecer e os cercam. Os seres param. Os grupos notam que o velhinho sumiu, mas a voz dele diz: _ Devem sofrer por mudar suas vidas.
Os homens de lava vão sumindo em meio à escuridão que aparece. Não há mais nada. Só escuridão. Todos se vêem sozinhos em meio a essa repentina noite sem estrelas, sem lua e sem luz.
Eles saem tateando, tentando apalpar algo, mas não há nada. Tami se senta no chão encolhida com medo e fecha os olhos forte.
Floresta…
Os exangues vem atacar a vila mais uma vez, mas a vila está normal e não há mais ninguém lá. Um jheeyiappe vem de dentro do templo e mata um índio, depois morre (“quem matar, morre”). Os exangues saem correndo.
Pati sai correndo em meio a ruínas em meio a escuridão gritando por socorro até notar que afunda por lama.
Robson está em meio a um sombrio labirinto verde andando tocando as paredes até encontrar em sua frente a própria casa, mas cheia de sangue a manchando. Ele chora.
Tamires começou a andar e apalpar sem encontrar nada, até começar a ouvir um rosnado. Logo tropeçou em algo e caiu escorada em uma parede, embora nada conseguisse ver.
Yago estava correndo no meio da escuridão e deu de cara com Tamires, mas ao olhá-la notou que seus olhos eram totalmente pretos, sem globo ocular branco, também nela não haviam nem dentes, nem língua. Esta abriu a boca e começou a escorrer sangue desta, enquanto ela segurava a gola da camisa de Yago empurrando-o para trás. Ele não nota atrás de si uma parede de espetos enormes.
A verdadeira Tamires encontra Jeanice e só então nota que o que pensava ser um rosnado é o barulho de uma roda de carro empenada rodando ainda depois do acidente que matou a verdadeira Tamires.
Tamires verdadeira: _ Você não pode simplesmente viver. Pagar, no entanto, é pouco. _ começa a caminhar na direção desta. Jeanice sai correndo e cai num buraco. Ela vai caindo na eterna escuridão.
Yago se solta e ia deixando sua falsa Tami quando uma voz masculina fala atrás dele:
_ Você me matou, de certa forma.
Ele se vira. É Nelson.
Yago: _ Isso não é real.
Nelson: _ O que é real? Existir pra fazer uma coisa que vai durar é real? Eu estou aí na sua mente e aqui na sua frente, eu sou real.
Yago: _ Você não existe.
Nélson: _ Olhe nos meus olhos. Sou uma parte da sua consciência. Negar a minha existência é negar-se a si mesmo. _ vem esganá-lo. Yago, surpreso, não consegue se soltar.
Nelson o matando: _ Você me jogou ao mar, como faz sempre com as coisas com as quais não se importa, renegando-as.
Yago, de maneira estranha: _ De que falas: _ incompreendendo, e se nota em uma cidade da época da inquisição.
Nelson o solta e se torna um demônio: _ Falo de você ter quebrado o equilíbrio antes, quando ao invés de ir ao enterro de sua mãe, foi visitar uma cidadezinha como essa, histórica. Pra que sua incômoda mãe morta não lhe doesse.
Yago cai chorando no chão e eles estão numa arena de luta livre no meio da escuridão. E o ser, como a mãe dele, começa a estapeá-lo incansavelmente.
Nélio leva tiros de sua esposa e pedradas de sua filha até que a escuridão perpétua o leva a crer que é verdade e ele se acha um crápula, crendo que fez algo terrível para elas o odiarem, e como crápula, quer matar as duas.
Marcos acorda na escuridão: _ Lhe será mostrado o que aconteceu.
Eles estão num hospital e numa maca está um humano ainda vivo, de aparência horrível.
Uma médico e uma médica a cercam. Ele dita a ela, a média, que escreve em uma prancheta.
Médico: _ O pai a culpou pela fuga do noivo, que era um perfeito partido. Os olhos foram arrancados e curados a ferro em brasa. E ela ainda está viva, sedada, como sofreu, a pobre? Doze horas presa dentro de uma banheira de álcool onde gritaria, se pudesse.
Marcos nota que tudo é visível a ele, mas ele não pode ser visto. Então ele começa a chorar:_ É verdade? _ pergunta.
Velhinho: _ É. A união das famílias sua e dela salvaria a empresa do pai dela.
Marcos: _ É. Eu me lembro disso. _ tenta pegar o bisturi pra matar de vez a pobre moça e a si mesmo mas sua mão atravessa o objeto.
O velho, feliz: _ Só posso mostrar. Nada mais vai mudar. _ some.
Ele se ajoelha no chão chorando, põe a mão na cabeça e grita.
_________**********____________
Zelix e Bono chegam perto da vila, com suas armas roubadas.
Zelix: _ Nota o movimento de jheeyiappes? Algo está acontecendo. _ os jheeyiappes vigiam o corpo dos viajantes adormecidos. Eles estão se mexendo, tendo um tipo de convulsão violenta.
Yago revida atacando sua mãe falsa.
Ela: _ É assim com você. Não importa o que seja,,, tem que se livrar do que lhe causa dor. Até sua mãe.
Ele acha que a matou. Passa a crer que por ele ter ido embora de casa, ela parou de tomar seus remédios para o coração.
Ele acredita no que sua mãe falou, aparece uma faca fincada no chão. Ele a pega e vai matar a mãe.
Andressa estava com uma espada atacando um monstro. Aí, este a vem matar com uma de suas garras.
Marcos nota que a moça está amordaçada e presa à maca por mãos e pés e ela começa a se debater. Não há nenhum doutor lá e ela não consegue tocar a campainha. Os olhos de Marcos já estão vermelhos de tanto chorar, e se tornam ainda mais perturbados.
Radha vê duas árvores. Ela se lembra de que, em sua casa, entre elas, ficava uma rede. As árvores, como sombras, vem na direção dela.
Pati chega em casa, vê sua irmã menstruando, não para e ela se preocupa. A irmã começa a culpá-la de negligência e de ter mentido a morte da mãe. A irmã, Dulce, se culpa de ser um estorvo. Pati vai dando passos pra trás e cai desacordada. Ela acorda numa cama se debatendo e um macaco vem matá-la.
Zelix e Bono vem atirando nos jheeyiappes. Bono usa uma arma que ele modificou e agora tem marcas de cruzes e também nas balas. Isso mata os jheeyiappes com um só tiro.
As balas de ambos se acabam.
Zelix: _ Armas idiotas! _ saca a espada, Bono também o faz. As espadas também são marcadas. Eles vem lutando com os monstros. Bono esconde e protege Zelix, enquanto esse sacode Yago tentando acordá-lo.
Marcos se lembra de quando estava em Paris namorando sua noiva, ambos felizes. O velhinho dá a ele uma estaca e ele vai matá-la, depois se matar, sem questionar.
Yago se lembra do que o velho disse (“quem matar, morre”) e não mata o ser que imitara sua mãe. Ele fica só se desviando.
Robson encontra, em sua casa, seus pais mortos. Se lembra de já ter defendido seus pais uma vez de um assalto. Dessa vez ele não estava, dessa vez ele havia ido fazer um cruzeiro promocional.
Ele vê dois homens armados com facas, tira uma faca sabe-se lá de onde e vem lutar com eles.
Tami cai em um lugar com Marcos indo matar Pati. Ela vai deixar.
Nélio nota que as balas da esposa e as pedras da filha acabaram e vem, louco, matar elas.
As árvores vem esganar Radha, mas ela consegue lutar e nota que são zumbis.
Na verdade, Marcos vai matar Pati, ele é o gorila e ela é a noiva. A filha de Nélio é Radha. A esposa dele é Robson. Nélio é um dos assassinos dos pais de Robson e Radha é o outro. E Nélio e Robson são os zumbis.
Andi e o monstro com quem Yago lutava e ele é o monstro com que ela lutava.
Yago se cansa de desviar e cai, dormindo.
Zelix o consegue acordar.
Yago: _ Graças a Deus é mentira! Obrigado, Zelix! É claro que eu fui enterro dela! Como pude crer que não?!
Robson consegue matar enforcado um dos bandidos mas, sem querer matar, sai correndo pelo labirinto. Ele não conseguiu de verdade matar Radha, ela só está inconsciente.
O velho, bravo, vê Robson correndo e Yago acordado: _ Se eu não puder ter todos, não terei nenhum. _ e o pesadelo acaba. Todos acordam.
Bono recarrega a arma quando os jheeyiappes somem e o deixam tempo e atira no velho, que cai de sua flutuação de quatro no chão.
Zelix: _ Alquimista?! Mas você deveria estar morto!
Bono: _ É mais um demônio. Ele sofre com as balas crucificadas.
Zelix: _ Maldade apenas. Eu já li em vários arquivos encontrados numa caverna sobre a Sociedade dos Alquimistas.
Pati para Bono: _ Ei, você, mate este… _ sem palavras.
O alquimista vê o ciclope caído por ali.
Zelix: _ Reconheceria um alquimista em qualquer lugar. _ emocionado.
Alquimista: _ Pois sou só um feitiço do eu vivo. Mas o ciclope vive. O gêmeo não-exangue está vivo e não está morrendo. Mas se os exangues o encontrarem…
Tami: _ Por quê está nos ajudando?
_ Era tudo mentira. Seria vocês contra a escuridão em si mesmos. Vocês venceram. _ some
Marcos: _ Será possível que Nestor esteja vivo?

*No próximo capítulo…*
Marcos: _ Alguém tirou o corpo de Nestor do túmulo.
*A ilha tem perigos.*
Marcos: _ Oh, não!
*Coisas inescrupulosas.*
Radha: _ (…) estamos voltando ao normal.
*Coisas surpreendentes.*
Bono: _ Exangues caprinos.
*E sendo assim…*
Andi: _ Não podemos sair.
*Pode um resgate ser possível?*
O ciclope tem espamos musculares.
*Você não vai esquecer.*
Eles vão dando passos pra trás saindo da caverna.
*A mentira*
Alice: _ Isso é errado.
*E a verdade se encontram.*
Robson: _ Eu posso ler.
**O Resgate**
Yago: _ Não entendemos.
*
Os jovens fogem.

Eu só fiz isso pra me divertir. Não quero que pensem que o próximo é o final. Não é.

Capítulo 8 – O Resgate

O grupo está todo reunido junto a uma espécie de maceira certamente usada para guardar água da chuva. Conversam sobre coisas sem importância.
Yago: _ Ah, então você é viúva?
Andi: _ É. Assim como você, e do mesmo modo que o Marcos era noivo.
Pati: _ Ainda bem que eu não me envolvo com ninguém!
Radha: _ Ei, homem faz falta, viu, querida? E você tem um!
Robson: _ Mulher também faz, e muita falta.
Radha o olha.
Pati: _ Quem é meu homem, Radha?
Marcos e Nélio vem chegando. Eles os olham. Pati e Radha se olham.
Marcos: _ Alguém tirou o corpo do Nestor do túmulo. Estava tudo desenterrado e vazio. Nada de pegadas.
Nélio: _ Mas dá pra seguir a trilha de pequenos galhos quebrados.
Robson: _ Então… vamos todos?
Marcos: _ Não. Um grupo de pessoas tem que ficar caso necessitemos de ajuda.
____________***********___________
Um grupo formado por Marcos (nota-se que ele é um desbravador nato), Radha (cansada de ficar parada), Pati (decididaa se mostrar útil), Yago (Nestor era de sua tripulação e responsabilidade), Jeanice (ou Tamires, em busca de algo que ainteresse na ilha) e Nélio (através dele se tornou necessária a “expedição”).
Sendo assim, Robson (contra sua vontade) e Andressa (sem mais querer perder nada em sua vida nem ver alguém morrer) seriam os únicos a ficar. Mas Zelix e Bono chegam à vila.
Bono: _ Só dois aqui? Não é seguro.
Andi: _ Vocês ficam? _ apreensiva
Zelix: _ Claro! Somos amigos agora.
E o sexteto parte para o túmulo, ou melhor, cova, de Nestor.
Vilarejo Bookaton (exangue), sala real da rainha Anatibati…
Anatibati: _ O quê?! Ainda existem alquimistas?! Eu exijo um!
Ela conversa com um de seus soldados.
_ Se quer terá, rainha. Não se preocupe.
Enquanto isso, lá se vai o grupo floresta adentro, Nélio cortando as árvores, marcando um caminho. Seguindo as ‘pistas’, eles chegam a um abismo.
Tami chega perto do abismo e um terremoto a derruba, mas ela consegue segurar na beirada, dependurada.
Marcos: _ Eu vou salvá-la. _ indo, mas ela grita: _ Não! Parece que foi quando eu cheguei perto… . Não venha!
Na vila, chega um rapaz obviamente da colônia de Zelix e Bono. Zelix fala com ele, depois vem falar com Andi e Robie.
Robson: _ O que é?
Zelix: _ Peço sua ajuda pra ir em socorro de uma criança de minha vila que se perdeu na floresta.
Andi: _ Não podemos sair.
Bono entrando na conversa: _ Exangues caprinos.
E o amigo holandês de Bono e Zelix e é morto por um bando de exangues vestidos barbaramente como guerreiros ingleses, com armas cortantes enormes. Algumas armas são lançadas, mas os do bem conseguem se esquivar. Bono e Zelix assustam eles lançando neles espadas, que os índios desviam. E vem lutar.
Bono e Zelix fogem enquanto Andressa e Robson são capturados.
Escondidos, Bono: _ Não vamos ajudar?
Zelix: _ Vamos. Mas se formos pegos, não poderemos salva-los. _ vão seguir esses novos exangues.
Enquanto isso Nélio pega um cipó, amarra em uma árvore e joga a Tami.
Ela consegue subir, então a terra treme mas ela não se solta do cipó até estar longe da hachura e parar de tremer.
Nélio: _ De novo nada de pistas.
Tami: _ Isso não parece um canyon comum.
Yago: _ Ela tem razão! É uma trincheira. Já estive na guerra.
Pati procurando algo: _ Uma trincheira protegendo o quê? _ pausa, continua: _ Ou quem. _ em uma árvore ela parece ter encontrado algo: _ Aqui!
Reinado Bookaton…
Há um rito sendo feito. Os guerreiros estão em círculo e um portal sem porta jaz em chamas entre caveiras no centro. Arainha levanta com as duas mãos uma pena e diz: _ Bruxaria novamente é necessária. Nossos inimigos exangues caprinos, do leste, novamente nos afrontam querendo a alquimia que nos é de direito por proximidade. Pela pena do índio traído, ordeno um servo de Jheeyiappe.
E do portal irradia uma luz multicolorida e um jheeyiappe sai de dentro. Ela acorrenta o animal e oito soldados saem dali com ele.
O que Pati encontrou foi uma escada levando a uma casa na árvore conectada por uma espécie de ponte a uma casa na árvore do outro lado. Eles começam a subir.
Andi e Robson acabam de ser jogados numa espécie de cela na cidade caprina. Andi vem se arrastando e se abraça a ele e os dois ficam deitados abraçados. Ela o beija.
Andi: _ Robson… eu… nós… eu estou gostando de você.
Robson: _ Eu amo a Radha.
Andi: _ Mais uma perda. _ começa a chorar.
_________***********___________
E o grupo vai subindo a escada da gigantesca sequóia.
Marcos: _ Nélio, o que o alquimista mostrou… era mentira, não é?
Nélio: _ É. _ Marcos suspira de alívio. Pati presta atenção a isso.
Uma águia enorme pousa num galho próxima a eles. Eles vão subindo rápido pois não sabem se ela é uma ameaça.
A águia vem voando tentando bicá-los mas não consegue. Eles entram na casa na árvore e, cansados, ofegam. Radha levanta olhando em volta feliz.
Os exangues bookaton chegam a vila onde os viajantes do Titan X ficam.
Um que parece ser o líder, o general, ordena que vasculhem. O jheeyiappe fareja e eles encontram o livro. Ele, o líder, diz que eles precisam invadir a cidade dos caprinos e saber as informações que os inimigos (do Titan X) sabem sobre alquimia. Eles vão.
O que Radha vê é uma cama, uma TV, chaves de força (interruptores) e um pequeno laboratório em um canto com vidros cheios de insetos e vários mostos perto do microscópio.
Radha se lembra de quando atendeu seu telefone e alguém quase lhe pediu que achasse uma mosca.
Eles tentam ligar a TV, mas é necessária uma senha.
Tami: _ Civilidade, finalmente! _ vai subindo uma escada para o teto. Um dragão a vem pegar, mas bate na cerca elétrica e sai dali. Tami fica feliz.
Pati observa as moscas ao binóculo e Marcos procura um papel que explique algo. Não encontra nada.
Radha se deita na cama.
Yago olha pelas janelas e tem vertigens da altura: _ Estou velho demais pra isso. _ Marcos o segura e, ambos olhando pela janela, vêem que há mais casas nas árvores como na em que estão.
Nélio: _ Tamires, o que nos diz desse lugar a sua habilidade perspicaz?
Tami surpresa: _ … Nada! Estou sem isso. O que pode significar?
Todos se olham.
Radha: _ Que estamos voltando ao normal. Agora, sem exageros, vamos atravessar. _ vão atravessar a ponte, de cordas e madeira e muito balançante.
Na ponte, todos olham e vêem, de um lado distante da ilha, onde não foram, uma construção branca imensa e atual, reluzente ao sol. Prosseguem. Ao chegarem do outro lado eles encontram tudo uma bagunça.
Tami: _Alguém tem que demitir essa empregada urgentemente! _ piadificando.
Um pequeno trol de pedra pula do teto na frente deles.
Ele começa a resmungar algo em língua estranha.
Nélio entende: _ É um roubo.
O bichinho pula em Pati, que desvia. Este bate na parede e vem de volta a ela, mas Marcos o pega e joga pela janela afora. O pequeno trol e amiguinhos iguais começam a comer a árvore.
Marcos vendo: _ Oh não!
Zelix e Bono vem e batem em alguns sentinelas distraídos. Eles se vestem com as roupas dos guardas. Bono tem uma coceira.
Zelix: _ Que foi?
Bono: _ Alergia a sujeira, eu acho.
Eles vão entrando na prisão da vila caprina.
Na casa na árvore, Pati começa a procurar algo. Ela pega um martelo (algo essencial numa casa na árvore. E explica quea casa está envolta no tronco da árvore, ligada a ele por vigas de sustentação e só há uns galhos fracos debaixo dela, não está no topo, na copa da árvore, como as casas de árvore comuns, até porque uma sequóia é muito grande pra isso.A árvore não está muito alta, o chão pode absorver o impacto. Ela começa a destruir as estruturas que sustentam acasa.
Pati: _ Segurem-se. E pulem! _ eles o fazem.
A casa desliza descendo a árvore e cai com tudo no chão com eles dentro, ficando bastante estraçalhada.
Tami: _ Nunca mais faça isso!
Os bichinhos os cercam.
Bono e Zelix encontram Andi e Robie. Eles batem na porta e falam: _ Gente!
Robie os vê por uma fresta e pede que os libertem. Guardas caprinos vêem e cercam os descendentes holandeses.
A vila caprina é atacada por exangues de Anatibati com o monstro.
Os caprinos enviam um monstro estranho e o jheeyiappe dos bookaton luta com ele.
Os bichos que cercam os viajantes na casa da árvore notam que tudo está destruído e vão ir embora. Um dragão pousa e se os garotos não tivessem cambalhotado para o lado, ele os teria esmagado pousando neles. Ele come os trolls.
Os jovens fogem.
Marcos e Yago notam pegadas e galhos quebrados levando a uma direção.
Eles chegam a uma tribo indígena. Parecem índios normais.
Nélio: _ Tamires.
Tami: _ Eu não deduzo nada. Pati.
Pati: _ Minha tribalidade também se foi.
Marcos: _ A gente está sem dons recém-adquiridos.
Eles vêem Nestor meio morto, meio vivo amarrado a um pau.
Índios os vêem e os fazem entrar na tribo, apontando lanças pra eles. Uma mulher, uma cientista, vem falar com eles.
_ Peço sua ajuda. _ ela tem um levíssimo sotaque em inglês.
Yago: _ Não entendemos.
_ Meu nome é Alice Garbonne. Eu vou explicar absolutamente tudo o que aconteceu a vocês nessa ilha. E então, vocês entenderão.
___________***********____________
A guerra estoura nos arredores da vila caprina e uma batalha é lutada nos corredoras das celas entre caprinos e Zelix e Bono. Estes libertam Robson e Andressa, que se unem à luta. Mas Andi só se defende. A vantagem de Bono e Zelix são suas armas marcadas com símbolos santos e a dos exangues é serem índios preparados para o combate desde crianças e praticantes com animais na caça.
Então o monstro e os guardas que estão com ele entram lá. O ‘cão’ fareja e urra.
Os exangues vêem os vilageiros do Titan X e dizem ao monstro algo em outra língua, que significa: “bom menino”.
Andressa: _ Esse monstro é uma conjuração de feitiçaria.
E saem correndo. As lanças quase os acertam. Eles se deparam com a guerra cercando eles. Bono começa a rezar. Eles tentam outro caminho, mas são vistos e perseguidos floresta adentro e se escondem em um barranco.
Zelix: _ Ah, não! Precisamos de alguma arma.
Andi aponta para um lado: _ Você estão vendo?
Não há nada lá.
Tribo…
Alice: _ Eu trouxe vocês aqui puxando o navio com magia indígena. sou uma arqueóloga perdida e estou ajudando estes índios contra os malvados exangues, que querem se apoderar dessa magia. Nelson morreu porque gêmeos são proibidos aqui, e se tornou exangue transformado pelos exangues com magia. A vila em que vocês estão era a vila abandonada e minha equipe usava-a para pesquisas, mas os exangues os mataram. A pegada era de uma conjuração humana gigante dos maus exangues. Todos os tremores e precipícios são magias más. O símbolo no céu é um mau presságio. Seus “poderes” são resquícios do gigante da pegada e, por isso, magia ainda pairante, os exangues exitam a ir lá. Eles sugama energia dos seus celulares para mantê-los presos aqui, vocês são os escolhidos. Precisamos de um mosquito.
Marcos, desconfiado de tanta explicação: _ O que exatamente querem de nós?
Floresta caprina…
Um dragão estava invisível e se visibiliza na frente deles.
Todos entendem e os quatro correm e pulam sobre o dragão se segurando nele. Mas ele não vôa e nem os nota.
Robson tira um canivete do bolso: _ Segurem-se. _ e o tenta fincar no bicho, mas não dá.
Os caprinos e outros exangues se aproximam.
Zelix: _ Nem todo mundo se salva. _ desce e começa a provocar o dragão, que se agita e sai voando quase derrubando os três fugindo das lanças. Lanças indígenas exangues vem pelos ares e uma pega de raspão o braço de Zelix. Ele se dependurou com um braço só no dragão, foi o que conseguiu. Eles não podem ajudá-lo porque tem que se segurar também. Ele cai sobre uma árvore. Bono grita.
Então Robson nota que uma lança trespassou o animal, que vai caindo lentamente e cai com tudo. Eles saem andando. Bono gritando por Zelix.
Andi: _ Pára! Os não-animais não estão tão longe.
Eles se abrigam em uma caverna. Um vento estranho sopra dentro da caverna. Os três ficam em alerta.
Tribo…
Alice: _ Esse inseto é a única coisa capaz de lacrar os exangues, demônios de outra dimensão, através de um feitiço.
Radha cochicha: _ Não confio nela.
Marcos: _ E Nestor? _ aponta para ele.
Alice: _ Ele não é mais o seu amigo. É a bateria de um monstro. Deve morrer em um ritual à meia-noite da 1ª noite de lua cheia.
Pati: _ Hoje!
_____________**************_____________
Pati, Radha, Marcos, Robson, Yago e Nélio entram na maior oca e se sentam, comendo peixes fritos. O estado de Nestor é lamentável, é como se ele estivesse morrendo. Marcos se lembra de que “Nestor morre e os exangues tem um monstro invencível”.
O ciclope, ao longe, tem espasmos musculares.
Pati toca Radha e elas saem em silêncio. Elas se esgueiram e vão ouvir a conversa na tenda de Alice.
Alice a um telefone: _ Sim. Vão nos ajudar. Não desconfiam… . Não, eu não sei como eles vivem naquele lugar… . Tudo bem, vou investigar.
A guerra cessou entre as tribos exangues e o livro de alquimia acabou destruído no confronto. Eles ainda procuram humanos pela floresta.
Zelix acorda e, com isso, termina de cair da árvore. Ele vê índios e se esconde detrás de uma árvore. Escaravelhos saem da árvore.
Zelix: _ Parasitas. _ e sai correndo. Eles vem atrás dele e ele se nota em uma espécie de cemitério, cheio de ossos animais, exangues e humanos. Vítimas desses insetos perigosos.
Índios cercam Radha e Pati que espionavam Alice e elas são amordaçadas, amarradas e levadas até Alice.
Alice: _ Entreguem-nas aos exangues e deixem Anatibati decidir o que fazer com elas.
Zelix desce um barranco e cai em um rio. Ele suspira de alívio, mas os escaravelhos nadam. Ele sai nadando correndo e nota que do outro lado também é cemitério. e o cemitério continua até onde os olhos podem ver. Na água eles são mais lentos. Ele nota que as árvores tem buracos. É a floresta dos escaravelhos-madeira.
Caverna…
Andressa vai dando passos pra trás olhando seus amigos e indo em direção a um facho de luz que chega dentro da caverna. Ela esbarra em algo, se vira e mexe nele. É um espelho. Como no Egito, é um espelho onde um facho pode ser refletido, e refletido por outros espelhos ilumina todo o local. Um sistema de iluminação. Eles iluminam a caverna. Há inscrições becaitas nas paredes.
Robson: _ Eu posso ler.
Tribo, tenda…
Marcos: _ Que estranho! Onde a Patrícia se meteu?! _ e sai procurando ela
Yago: _ Nem lembrou da Radha.
Se esquecendo de onde está, Marcos grita o nome da amiga. Alice diz a Marcos que ela e Radha foram se banhar no rio que há ali perto.
Yago vai falar com Nestor.
Yago: _ Ei, tudo bem?
Nestor: _ Aa, ‘cara’, me tira daqui! _ ele vai tirá-lo.
Alice o vem e impede: _ Não acredite nele. _ os índios já se preparavam para agir, caso Yago resistisse, mas ele acatou.
Os homens que levavam Pati e Radha para a tribo exangue da rainha Anatibati, dos bookaton, param pra descansar. Pati pega um bastão e os derrota em luta. Mas eles são cercados por bookatons e elas levadas à cidade deles.
Floresta escaravélhica…
Zelix come a fugir nadando no riozinho. Ele chega em frente a uma cachoeira e se segura em uma pedra. Os escaravelhos se aproximam dele. Um garoto aparece na margem e o puxa para a margem com um bambu.
Zelix: _ Ulysses, todo mundo está preocupado com você por lá! Se perdeu na floresta, né? _ reconhecendo um dos garotos da colônia, o que havia sumido.
_ É. Também cheguei só até aqui. Não há saída.
Tribo…
Marcos bate em Alice a deixando atordoada ao notar um símbolo de olho-águia nela. Enquanto seus amigos seguram os amigos indígenas delas lutando, Marcos liberta Nestor. Os dois ameaçam Alice: _ Onde estão Pati e Radha?
Alice: _ Isso é errado.
Marcos: _ Errado é não estarmos todos juntos.
Deixam ela inconsciente e saem dali. Eles vêem rastros recentes e decidem segui-los.
Caverna…
Robson: _ Um índio mal, matou quase toda a tribo por riquezas da terra.
Andi: _ A última história de índio mal não teve um final feliz até hoje.
Robson continua: _ Um índio contaminado pela alma do demônio da civilização. Perdeu um perna para um crocodilo enquanto fugia dos sobreviventes de sua tribo e quando notou que iria morrer envenenado por uma cobra, fez um ritual proibido e se tornou uma parte da natureza. Desde então fuma um cachimbo com ervas mágicas para se manter assim. Foi banido para essa ilha. Saci Pererê. Que se fez imortal influenciando magicamente as mentes dos escritores por fama. _
E o Saci aparece. Seus dentes são afiadas pontas, olhos de um carnívoro assassino, um ser sujo, com sua touca vermelha e aparência assustadora.
Eles vão dando passos pra trás saindo da caverna.
Andi: _ É brincadeira! _ não gostando
As pegadas levam Marcos, Nestor, Yago, Tamires e Nélio até o vilarejo bookaton, onde eles vêem, Pati e Radha presas. Vão queimá-las vivas. Mas o grupo entra na vila lutando, intercedendo. De-repente Anatibati manda que parem. Todos param.
Anatibati: _ O igual foi enterrado junto à raiz da planta que ressucita amaldiçoados mortos recentemente. Peguem-no!
Eles tentam pega Nestor. Ele entra na sala sagrada dos exangues e uma pequena explosão o extermina.
Marcos assustado: _ Uma bomba! _ e intrigado. Todos fogem, perseguidos pelos exangues. Eles conseguem chegar a sua vila.
Cachoeira…
Zelix: _ Vamos descer o barranco.
_ Esse da cachoeira? Mas assim vamos nos perder de novo!
Zelix: _ É o único jeito. Escale.
E escalada pra baixo. De sua escalada, vêem uma linda floresta tropical abaixo, mais bem-cuidada que do resto da ilha.
Robson luta com o Saci e começa a apanhar muito, até que uma pedra lançada por Bono joga o cachimbo dele longe. Andi pega e ameaça destruir. O Saci deixa Robson, pega o cachimbo e some.
Andi: _ E agora, como voltamos?
Bono: _ Eu sei.
__________************____________
O grupo de Robson se encontra ao grupo de Marcos na vila.
Tribo…
Alice acordou , brava: _ Droga! Não ‘caíram’ na minha grande mentira!
Vila…
Pati: _ Obrigada por me salvar! _ para Marcos, o dá um ‘selinho’, depois o deixa.

Capítulo 9 – A Morte

Em cima de uma árvore há uma casa de madeira. Numa seqüóia super alta. A casa está no ponto mais alto da árvore. Aárvore mais alta de toda a região, num lugar tão baixo (um buraco) que ela fica na mesma altura que as outras. É uma casa feita totalmente de madeira preta, negra. Um homem cai lá de cima.
Marcos e Yago, a inseparável dupla de desbravadores, mais uma vez, sai pra caçar. Eles perseguem uma lebre mas perdem ela de vista.
Marcos: _ Vamos nos separar. _ e se separam.
Vila…
Andi encontra um livro todo borrado, falando sobre uma coisa chamada mosquito-cofre. Foi a única referência a inseto de grande valor que ela encontrou. Ela ia contar a novidade aos companheiros, mas sem depara com uma reunião armada por Tamires.
Tami: _ Eu quero falar que há coisas a serem mudadas aqui. Nem todo mundo está cooperando.
Robson: _ Que bom que notou! E finalmente você vai cooperar!
Tami: _ Não é de mim que eu falo, palhaço. Mas sim de Patrícia e Radha, as moças do romancezinho.
Pati se levanta brava: _ Eu?! Olha, você é muito folgada, sabia?
Robson se levanta: _ É, se mete com a sua vida!
Andi: _ É.
Radha: _ Atrevimento!
Todos se levantam gritando coisas inaudíveis na confusão, mas todas em concordância a eles e contra Tami.
Nélio pára a briga e: _ Bem. Acho que todos concordamos que ela deve sair daqui da vila.
Tami: Vocês vão me expulsar?! Pelo zé-galinheiro!? Mas e o Marcos e o Yago?
Nélio: _ Eles concordarão.
Tami: _ Eu vou. Mas farei vocês se arrependerem. _ e vai. Eles comemoram. Ela vê.
Marcos encontra o rapaz caído no meio do mato e um tigre o rondando. Ele pega um pedaço de pau e vai lá.
Marcos: _ Xô, xô, bichano!
O tigre o ataca. Ele foge e pula rolando. O tigre pula e ele começa a acertar este, sobre ele, com o pau. O tigre o solta, recua e vem pra cima de novo. Marcos se prepara para continuar, mas o tigre cai morto no chão. O garoto acorda. Marcos vai até ele: _ Ei, tudo bem? De onde você veio? Qual é o seu nome?
_ É… _ pensando: _ Nemo. Necrodalus Nemo. Eu… eu não sei de onde vim. Me perdi da minha tribo… . E você?
Marcos: _ Eu estou em uma vila aqui perto. Vamos comigo, depois eu te ajudo a achar seu caminho. _ e se vão. Escondida em meio às árvores, uma entidade de aparência meio humana mas também inumana os observa.
Chegando à vila…
Nemo olha Marcos e vê uma luz pálida estranha envoltando-o. Nemo se assusta, arregala os olhos e desmaia. Marcos o pega nos braços: _ Nemo? Acorda! _ e o sacode.
Nemo acorda dizendo que não foi nada, que está bem, e eles prosseguem, mas Nemo está preocupado agora.
_________***************___________
Tami vai andando pela floresta e ouve alguém chamando ela. Ela se vira. Quando ela se volta pra frente de novo ela nota que há um dragão invisível bem de frente a ela, cara-a-cara. Ele sopra fumaça com o nariz ao mesmo tempo que se torna visível.
De-repente ela fica estranhamente raivosa e rasga a boca do dragão abrindo-a com seus braços e seu próprio corpo e empurrando com tudo. Ela se espanta com a força ao matar o dragão.
O ser que observava Marcos e Nemo aparece para ela.
Tami caindo sentada de susto: _ O que é você?
_ Ira.
Vila, biblioteca…
Radha vai conversar com Pati.
Pati: _ Oi! Não te preocupa com o que aquela… ela disse?
Radha:_ Não mesmo! O Marcos está aqui.
Pati: _ Você também está achando que eu e ele temos algo?!
Radha: _ Todos nós nos importamos com os outros. Ele trouxe um amigo novo.
Andi entrando: _ Eu sei porque você e o Marcos não ficam juntos.
Pati a olha intrigada.
Radha sai.
Andi: _ Mulheres como eu e você crêem no que precisam acreditar e fazem o que mais ninguém quer fazer.
Pati continua intrigada. Andi: _ Você realmente acredita que não quer nada com ele. É no que precisa acreditar. Sua prioridade agora é resolver o fato de estar aqui. _ sai. Pati sente como se ela estivesse tentando justificar algo, talvez uma mudança dentro de si.
Lá fora estão todos.
Nemo: _ Eu… desculpe! … eu passo mal se ficar perto de vocês. _ mal, acabando de se recuperar.
Pati e Radha: _ Nós…?!
Nemo: _ Todos vocês. Deixa pra lá. Eu não posso ficar aqui. _ de-repente ele pára olhando para um lado. Uma gigantesca revoada de insetos vem em direção a vila.
Enquanto isso…
Ira: _ Sinto a sua ira. Sinta você também. Podemos nos vingar deles.
Tami: _ Você me deu aquela força?
Ira: _ Boa dedução. Mas eu só posso destruí-los se você me deixar. Nós, os sentimentos, estamos relacionados e regrados pelos desejos humanos.
Tami ri maliciosa: _ Certo.
_____________***************____________
Necrodalus: _ Preciso salvar o guardião do selo da minha irmã, Ira. _ aponta uma montanha de onde vem um brilho fortíssimo.
Marcos olha os insetos, a montanha e diz, empurrando em direção à montanha: _ Vamos.
Todos saem correndo. Os insetos passam direto perseguindo o grupo. De-repente eles caem em um buraco muito escuro.
Tami e Ira aparecem na vila.
Tami: _ Toda minha.
Ira: _ Meu irmão não pode salvar o selo! Venha. _ sai. Tami fica. Ira vê. Ira move as mãos e Tami vem sendo arrastada de pé por uma força invisível.
Pati começa a escalar subindo. Andressa tenta se segurar nela para subir mas cai.
Pati em um lugar seguro: _ A revoada se foi.
Necro flutuando: _ Vamos.
Todos se espasmam com a flutuação.
Marcos: _ É melhor irem indo.
Pati e Necro se vão indo.
Marcos e o resto do pessoal notam um túnel. Entram. É uma caverna de cristal gigantesca com buracos onde passa a luz solar e tudo se ilumina.
Patrícia e Nemo terminam a escalada e dão de cara com Tami e Ira.
Ira começa a lutar com Necro.
Pati: _ Amiguinha nova, Tamiris? _ partem pra agressão também.
Enquanto isso, o resto do pessoal chega a um lugar com centenas de túneis.
Radha se preocupa: _ E agora?
Andressa grita apontando para um lago subterrâneo de águas termais. Todos olham e notam que algo se move nele.
De-repente uma porção de cobras sai do lado.
Robson olhando os caminhos: _ A Tami agora seria uma boa, com suas deduções.
____________**************_______________
Tamiris cai do penhasco. Ira pula atrás dela. Se vê as duas entrarem no buraco onde estão os outros.
Pati: _ Como ela sobreviveu?!
Necro: _ Ira. Vai nos atrasar, mas o Marcos… é legal. _ pega Pati nos braços e descem flutuando.
Na caverna, Marcos e seu grupo saíram correndo por um dos túneis. Depois de muito correr, param se crendo já seguros.
Marcos e Pati se encontram.
Marcos: _ Como nos encontraram.
Necro: _ Eu sou a morte. E posso encontrar quem vai morrer.
Todos se levantam.
Nélio: Quem de nós?
Tami e Ira chegam ao lugar das centenas de túneis. Tami pede auxílio a Ira, que a pede que mergulhe no lago. Ela pula e se une às cobras, saindo cobras do corpo inteiro de Tami. Ira e ela ríem. Ira toca no chão e diz: _ Sinto os sentimentos deles. _ se vão.
Radha sai correndo tampando os ouvidos e fechando os olhos. Robson olha todos e vai atrás dela. Ele a encontra e asegura. Ela tenta se soltar e ambos caem num buraco que é uma espécie de escorregador (ou tobogã ou toboágua). Acabam caindo em um lago subterrâneo perto de uma cachoeira gigantesca em um lugar sem saída.
Eles olham em volta.
Radha: _ Desculpa! Eu só não queria saber.
Ele a abraça. E nota raízes se mexendo.
Robson: _ Nunca saberemos.
Necro aponta Marcos.
Pati: _ Não!!! _ o abraçando. Ele se desabraça e ele e ela ficam se olhando. Vão se beijar mas Tami-monstro e Ira chegam ao lugar.
A morte, Necrodalus Nemo, vai atacar Ira, mas as cobras do corpo de Tami a jogam contra a parede e ela desmaia.
Tami: _ Minha vingança. Meu prêmio.
As cobras da Tami irada começam a bater no grupo, que não tem como se defender. Ira parece estar se fortalecendo. De-repente um terremoto. Necro acorda assustado: _ Não! _ pula salvando Marcos de um desabamento.
Necro: _ Vamos! _ sai correndo puxando eles.
Tami e Ira ficam pra trás.
Robson encontra uma pedra afiada e começa a lutar com as raízes.
O outro grupo continua correndo. A caverna toda vai desabar.
A cachoeira começa a mudar. A água toda voa em Robson e Radha, que saem correndo do facho de água em jato do tamanho e força de uma cachoeira. A perna dele prende. Radha fica tentando puxar ele. Ele ordena que ela fuja. Ela não obedece.
Tamires sai debaixo das pedras com Ira e começa a prosseguir, socando com as cobras as pedras no caminho. Elas chegam no lago e as cobras, cansadas, voltam ao lago. Ira some. Tami sai e cai desmaiada.
Marcos para Necro: _ Aonde está nos levando?
Necro: _ Um atalho ao selo.
Marcos pára o segurando: _ Estou salvo? Você me tirou de morrer esmagado.
Ele o olha de maneira tão preocupada que Marcos nota que não. Necro os empurra a todos por um túnel alagado descendente e eles caem em um lago externo. Robson quebra seu pé com a pedra e consegue assim se desprender. Ele começa a escalar os cipós, carregando Radha. Os cipós, que na verdade são raízes, os chicoteiam. Um turbilhão de água vem em direção a eles e os vai lançando até joga-los fora da caverna, onde eles encontram os outros.
Tami acorda. Ela sai andando e as árvores, gigantescas sequóias à sua volta, vão morrendo.
_ Este corpo será perfeito para enganar os humanos.
_____________***************____________
O grupo continua. Marcos e Nélio carregam Robson.
Tami, endemoniada por Ira, aparece numa reunião política na Casa Branca, nos Estados Unidos.
O presidente falava: _ We’re here to prevent a war in Iran. (Estamos aqui para prevenir uma guerra no Iran.)
Ira: _ Ira! Nome bonito. Evitar por quê?
Presidente: _ This. Why? (Isto. Por que?) _ irado
ela começa a ter uma convulsão. Ira e Tami estão brigando pelo corpo.
Floresta…
O grupo chega a uma árvore gigantesca em largura, muito grossa mesmo, toda branca e com uma porta. Necro entra e eles o seguem. Pati toca o ombro de Marcos, que a ignora. É uma sala circular toda branca com uma mesa no centro segurando um cristal muito luminoso rachado. estão em posição de círculo. Necro os faz se darem as mãos. Andressa acaricia a mão de Robson, Radha vê.
Necro: _ Pela força dos vivos, saiam sombras!Umas cinco sombras saem do cristal rodando como um tufão. O cristal se restaura.
Tami e Ira se separam. Ira sai voando rápida. Tami tonteia e vai sair correndo mas é presa.
Árvore Selestial…
Necro: _ Tudo bem, eu vou explicar agora. Eu criei esse selo para minha irmã, Ira. A natureza tem acumulado muita raiva contra os humanos pelo que eles a tem feito. Esse selo foi criado para impedir uma revolução na qual só minha irmã venceria, de tão forte que ficaria.
Pati: _ Por quê vocês vivem aqui? E como ela atingiu o selo?
Necro: _ Vocês não sabem? Aqui nessa ilha, é o local onde moram as divindades e os seres míticos exilados. E eu fui pêgo de surpresa. Ela tentou me matar. Fui eu que criei o selo, e a minha inconsciência a deixou trazer as sombras, mas foram vocês, tão cheios de sentimentos, dando sentimentos aos exangues, que fortaleceram minha irmã primeiro…
Pati se levanta pegando uma faca na bota: _ Chega! Vamos matá-las. _ sai
Todos saem e se separam.
Marcos fica olhando a Morte por um tempo. Necro não consegue olhá-lo e abaixa a cara. Ele sai batendo a porta e Necro se senta abalado no chão.
Ira aparecendo: _ A morte não deve ter amigos. _ ele a vê.
Necro: _ As sete faces não viverão.
Andi nota algo inumano e inanimal junto a uma clarabóia na floresta. Ela vai fugir mas as folhas começam a voar na cara dela. Ela cai.
Robson se senta escorado numa pedra pensando que não deveria ter aceitado lutar com o pé quebrado. A pedra se vira e vai cair em cima dele mas ele sai correndo e a pedra rolando atrás dele.
Ira tira uma bandeja de chá do nada e oferece à Morte.
_ Isso é veneno?
Ira: _ Veneno para a morte? _ irônica
_ A raiva nos deixa cegos. E estúpidos.
Se olham. Ira o joga pra trás com um empurrão, para fora da árvore. Necro retribui. Lutam se empurrando.
Andi nota que uma sombra está soprando as folhas.
Patrícia dá de cara com uma manda de rinocerontes.
Marcos percebe a enorme manada por perto e se dirige para lá mas blocos de pedra se levantam e o cercam. Ele consegue pular e sai correndo mas uma mão de pedras se levanta em segura sua perna.
Ele chuta. Se forma um golem. Marcos nota uma sombra dentro do golem pelo olho dele, um buraco.
Pati dá uma cambalhota pra trás caindo sobre um dos rinocerontes. Os outros rinos o vem esmagar. Ela se levanta e sai correndo em cima deles. Uma revoada de pássaros vem em direção a ela. Ela tira a faca da bota.
Radha vê uma casinha numa árvore e sobe. É uma igual a que foi vista antes, com TV inclusive. Ela não nota uma sombra debaixo da cama e se deita sobre ela. Se inicia uma ventania que a derruba da casa.
Nélio seguia, seguido por Yago, mas este teve uma canseira e param.
Yago: _ O que procuramos?
Nélio: _ Pela minha… ‘técnica de saber’? … Mineral, vegetal, animal, terra,água, ar ou… _ e fica olhando pra cima. Puxa Yago e saem correndo. Uma chuva de fogo começa a persegui-los.
Andi vai sair correndo mas as raízes de uma árvore a puxam e ela é presa dentro da mesma.
Tami na cadeia: _ Livre! Finalmente livre! _ sobre estar fora da ilha e livre de Ira.
O intérprete entrando olhando para os lados: _ Livre?
Tami: _ Não me diga que essa é uma visita íntima?!
_ Como invadiu a Casa Branca?
___________**************_____________
Pati contra-atacando os pássaros: _ Sangrem, suas galinhas voadoras! um dos pássaros a consegue bicar. De-repente ela nota que a manda mudou de rumo. Ela olha pra frente e nota que todos estão caindo em um abismo, formando uma cachoeira de rinocerontes. Ela começa a correr ao contrário.
Marcos luta pra se livrar do golem. Marcos jogando pedras nele: _ Toma suas primas. _ as pedras se voltam contra ele. Ele se esconde detrás de uma árvore.
Marcos encontra um límpido cristal no chão e tenta cegar o golem jogando luz do sol refletida nos olhos dele. Este se desmonta.
Marcos: _ Luz brilhante em pedra dura… _ sai dali feliz.
Nélio começa a cansar e cai por sobre Yago. Fogo vai cair neles. Nélio vê uma sombra no céu e sua vista se escurece. Ele acorda com Marcos e Yago perto de um rio. Marcos se vai.
O rico Sr. Ávila vê Radha indo cair.
EUA…
_ … vai ficar calada? _ sai
O intérprete para um outro homem:
_ Talvez seja necessário, por baixo dos panos, claro, tortura. Ela se nega a falar. Não respondeu a nada.
Pati correndo: _ Por que isso só acontece comigo?
Necro pega Radha no ar e traz à terra.
Radha rola no chão se aliviando.
Marcos para Necro: _ E Ira?
Necro: _ Inconsciente.
A sombra se materializa na frente deles. Marcos a ilumina e ela some. Necro analisa o cristal: _ Reflete a luz cem vezes aumentada. É de morte! Pra eles. _ brincando.
Marcos e Radha o olham.
Necro pega o cristal e ilumina a árvore libertando Andi e devolve-o a Marcos.
Pati ruge como um dragão. Este aparece, ela se segura nele, sai voando dali e desce na vila.
Ira acorda. Um agente liga a alavanca de choque para Tami mas ela some e aparece na floresta com Ira no corpo.
Ira-Tami: _ Enquanto fraco ficarei aqui. Falando sozinha? Não. _ sai. Cai no chão lutando com Tami e esta vence e toma conta.
Tami socando uma árvore: _ Nada além de mim em mim, mais. _ seu soco atravessa o tronco e derruba a árvore.
Necro, Andi, Marcos, Nélio, Yago, Radha e Robson se encontram.
Um tsunami vem vindo a eles, sem derrubar as árvores. Eles saem correndo, espantados e se escondem detrás de um dragão invisível. A água os cerca. Marcos vê uma sombra nadando na água. Todos vêem.
Vila…
Tami vai chegando até Pati.
Tami: _ Você morrerá lentamente. Eu vou conquistar o ricaço Marcos! _ a pega para enforca-la e matar.
Pati não consegue se soltar e vai morrer.
A água é tão alta que a luz do sol está escondida. Necro pega o cristal e entra na água. Ele encontra um facho de luz e reflete, perseguindo a sombra. A derrota. A água cai e quase os afoga, levando os. Caem em um abismo. Então Necro sai de lá carregando todos.
________________****************____________
Eles chegam e encontram Pati caída no chão e Tami perto. Marcos corre e vê o pulso dela. Morta. Ele olha furiosos Tami e começa a bater nela, chorando. Ninguém tem coragem ou vontade de salva-la.
De-repente uma luz fortíssima e uma divindade linda aparece dela. Necro se ajoelha: _ Vida.
_ O destino se alterou. Marcos viverá. Pati viverá. _ se vai.
Robson brinca: _ E… ela é sempre as… assim? _ gaguejando
Pati vive. Marcos corre até ela e ela e ele ficam se olhando.
Necro: _ É a vida. Ninguém sabe quando vem ou quando vai. Adeus!_ sai andando.
Pati começa a chorar. Marcos a abraça.
Tami se levanta normal Ira se vai atordoada.
Tami: _ O que houve?
Nélio: _ Você não sabe?
Tami: _ Não.
Necro, em sua casa, pensa no seu amigo Marcos.
Tami em seu quarto, para si, olhando uma foto de Marcos: _ Quase, Patrícia. Mas não desisti.

Capitulo 10 – O Casamento

Radha procura Andressa e diz a ela:
_ Você quer o meu namorado? Não quer?
Andi fica calada.
_ Fala alguma coisa!
Andi: _ Eu não queria, eu não quero.
Radha: _ Eu devia saber. Não podemos mais ser amigas. _ sai.
Marcos procura Patrícia.
Marcos: _ Eu queria pedir desculpas pelo modo como eu a tratei inicialmente. _ vai se aproximando dela. Ela fugindo para outro canto:
_ Eu não sei o que fez você mudar de opinião.
Marcos novamente se aproxima: _ Tanta coisa. _ ele a toca. Ficam se olhando.
Pati: _ As coisas não estão normais. A gente tem que sair daqui. _ fugindo do clima.
Marcos: _ Pois é. _ se recompondo e se afastando: _ A gente tem que conversar, todo mundo, no pátio. _ vai. Ela o segue.
______________**************______________
Nélio: _ Você deicidiu ir até a construção branca que há do outro lado da ilha?
Marcos: _ Como sabe?
Uma moça em frangalhos entra na vila, ofegante, tonteia e cai. Jheeyiappes entram na vila. Os garotos sacam as armas e se inicia um tiroteio (as balas marcadas com cruzes).
A garota acorda num pedestal de pedra com todos a cercando. Há uma luz no olhar dela que só Marcos vê. Ele se aproxima dela e diz: _ Quer casar comigo?
Pati sai dali. Todos estranham. Ela aceita.
Mais tarde e Pati está caçando todas as coisas bióticas que ela vê nos arredores da vila, de cobras a joaninhas. Um homem escondido a observa.
Marcos e a moça estão namorando na biblioteca.
Robson entrando: _ Por que os jheeyiappes a perseguiam?
Marcos: _ Agora eles precisam de motivos?
_ Temos que ir à colônia onde moro. Os exangues nos odeiam. Não estou salva.
Robson: _ São eles quem controlam os exangues que te perseguem?
Ela assente com a cabeça e se apresenta: _ Ah! Meu nome é Luzia.
Nélio também entra intempestivo.
Marcos sobre isso: _ Tenho que pôr uma campainha.
Nélio conta que Andi sumiu e que Tami notou marcas de luta. Robson pega uma arma e vai saindo: _ Vou atrás dela. _ sai. Passa por Radha, que o olha indignada. Ele não a vê.
Marcos e Luzia saem pro pátio com uma mochila cheia de armas.
Pati: _ Vão caçar? _ olha bem a pasta: _ Pela quantidade acho que é o fim da fauna local. _ Marcos a olha, bravo, e explica que ele vai se casar com ela em sua colônia. Eles saem.
Nélio vai até Pati, diz que notou uma marca estranha no braço de Luzia, duas pirâmides interminadas se cruzando, e entrega um livro a Pati. É becaito.
Pati: _ O Robson não está aqui. Você lê?
Nélio: _ Ela não é humana. É abelha. E matará ele quando eles…
Pati se força a dizer: _ Bem feito!
Nélio: _ Hipnose.
Ela o olha entendendo tudo.
_____________**************_____________
Robson chega onde Nélio e Pati se preparam para uma viagem, na sala das armas, pega umas e sai pra floresta. Pati pega uma quantia enorme, quase incarregável, de armas.
Patrícia fala com Radha e descobre que Andi sumiu e Robson sabe por que caminho ela seguiu e foi atrás dela.
Andressa estava na floresta indo para um abismo. Ela ouve um rugido de um dragão e um vento com o bafo dele aatinge.
Andi: _ Essa decisão é minha. _ sai correndo beirando o abismo como dragão atrás dela. E tromba com Robson. Ele começa a atirar no dragão enquanto correm e ele atrás deles derrubando as árvores. Acham uma caverna, onde se escondem.
Andi pega uma pedra, escondido: _ Como me achou?
Robson: _ Você não é boa em não deixar pistas.
_ Desculpe! _ bate nele com a pedra, o beija e sai correndo. Após um tempo, se ajoelha no chão perto de uma seqüóia, chorando.
Pati e Nélio, cercados numa clarabóia na mata, eram atacados por jheeyiappes e, de costas um pro outro, atiram. Os jheeyiappes sobem nas árvores e pulam sobre Pati e Nélio formando quase uma chuva deles e levantando poeira a três metros do chão. Eles escapam rolando em meio a essa poeira e se escondem detrás de uma árvore.
Pati olha o pente: _ Sem balas.
Nélio informa: _ Uma bala.
Andressa toma distância do penhasco e se prepara para correr com um pé atrás do outro.
Algo arrasta Robson da caverna.
Marcos e Luzia andam por trilhas quase verticais e cheias de lodo na mata.
Nélio vê num espelho em uma velha mansão um cemitério na vila com efígies dos mortos sobre os túmulos. São eles mesmos. Nélio acorda dentro do poço e começa a gritar. Tami o tira de lá.
Radha, com olheiras: _ Como foi parar lá?
Tami se adianta a ele: _ Você ia dormir. Deve ter sido sonambulismo.
Nélio volta a si ao lado de Pati e reclama que sua habilidade está cada vez mais estranha.
Marcos e Luzia entram dentro de um poço e passam por um túnel feito de espelhos naturais de cristal.
Andressa sai correndo e pula.
Os exangues a pegam com uma rede e saem a arrastando.
Pati diz a Nélio que a siga, joga sua arma para o outro lado, atraindo os exangues e saem correndo. Nélio a segura e passsa na frente, afinal ele é quem sabe o caminho. O gigantesco bloco de pedra no qual eles estão despenca com eles em cima. Eles estavam na beira de uma espécie de desfiladeiro enorme, uma ladeira em um canyon. Escondido pela vegetação. A pedra desliza ladeira abaixo e lá embaixo há uma gigantesca floresta de flores carnívoras gigantes. Nélio aponta um galho na encosta. Eles esperam, pulam e se agarram lá. A pedra é estraçalhada até sumir pelos dentes das plantas em segundos. Eles vão subindo a trepadeira mas lá em cima se deparam com uma dessas plantas, e esta os tenta comer antes de terminarem a subida. Eles se assustam por essa planta lá e quase caem. Pati tenta pegar sua faca na bota.
Vilarejo Bookaton…
Anatibati: _ Por que se jogaria no abismo? Why the abyss?
Andi surpresa: _ Você fala inglês?!
Anatibati: _ Limite-se à resposta.
Andi: _ As perdas cansaram minha alma. Eu só não consigo mais acreditar.
Ana.: _ Eu posso te dar o que você quer. Vamos fazer um trato?
Andi: _ Qual trato?
Pati pega sua faca na bota, mas ela cai.
Algo ou alguém começa a abater na planta lá em cima e a derruba. Ao cair, a planta tenta segurar em Pati e Nélio, mas não consegue. Uma corda é jogada.
Radha os salvou. Nélio pergunta como os achou.
Radha: _ Meu poder. Os ouvi.
Os três seguem.
Pati encontra a gravata de Marcos dentro da caverna dos cristais-espelho.
A caverna sai debaixo de uma cachoeira.
Pati: _ Não tem saída! Se a gente ir aí a água nos esmaga.
Radha: _ Há humanos aí detrás.
Nélio aperta um bloco na parede e uma passagem secreta se abre.
Eles chegam a uma cidade. Em uma rua, Nélio vê uma marca no chão, um desenho de um castelo e vai por esse caminho. Elas o seguem.
Pati: _ É. Parece que estar com duas mulheres subiu à cabeça dele.
Radha: _ Duas gostosas. E comprometidas!
Pati pára a olhando. Esta se desculpa e continuam.
Robson encontra uma trilha no meio da floresta e a segue. Ele ouve gritos e se esconde numa moita. Um homem-abelha persegue um índio. O alcança, arranca um braço dele e começa a comer. Robson tapa a boca pra não gritar e pára de olhar. Outras ‘abelhas’ chegam e em instantes o despedaçam matando e saem comendo.
_______________***************________________
Andressa vê um dragão comendo um búfalo e furtivamente o evita. E como se estivesse farejando, segue uma direção e vê as abelhas-homem se alimentando. Robson a vê. As abelhas também.
Em seu caminho, Radha pisa em algo que desce com seu peso. Uma gigantesca pedra vem rolando em direção a eles, que pulam pros lados.
Pati: _ Armadilhas.
Nélio em frente: _ Sigam-me.
Pati: _ Como sabe?
Nélio: _ Não sei. Só sei que noto a diferença no chão.
Prosseguem até a entrada de uma mina. Eles entram e bem em frente notam que há uma luz.
As abelhas vão pra cima de Andressa. Robson sai de seu esconderijo. Das árvores, índios atiram flechas e as matam. Um deles vê os ossos do recém-morto e diz algo em dialeto estranho.
Robson traduz: _ Becaito. “Tarde”.
Os índios se vão com fumaça.
Patrícia, Nélio e Radha chegam a uma gigantesca caverna com uma abertura superior gigantesca por onde passa luz. E bem no centro um castelo. Eles vão ir avante mas o chão cede com eles e eles caem numa cela.
Pati: _ Não dou mais nem um passo sem ter certeza de que o chão é chão sólido.
Marcos jogado em seu quarto na torre do castelo por monstros estranhos.
Luzia: _ Não sei como resistiu à hipnose, ou como saiu dela. Você talvez seja forte demais. Mas eu não vou te deixar ir. O escolhi e sou a rainha.
O tranca. Ele, bravo, começa a revirar o quarto e tenta sem sucesso arrancar as grades da janela. Vê um quadro de Luzia e fica olhando. Tenta desviar os olhos, com custo consegue.
Ele tenta tirar a cama de metal do lugar, mas é pregada. Ele tira o colchão da cama e depois fica batendo na porta fazendo barulho.
Andi segura Robson: _ Eu te bati porque eu não queria ficar junto de você no meu passeio. Mas eu voltei.
Robie: _ Mulheres. Por que voltou?
Andi: _ Bati muito forte. Toma, beba isso. É uma erva-medicinal que eu achei. _ entrega a ele um cantil dos que ela e todos os outros carregam na cintura.
Ele pega e bebe.
Pati, Radha e Nélio começam a ouvir um zumbido ‘zzzzzzzzz’.
A porta do quarto -cela de Marcos se abre e ele vem com o colchão com tudo pra cima dos guardas. Eles usam as lanças. Quase o acertam, uma pega de raspão o ombro. Ele sai correndo escada abaixo. As escadas terminam em nada. Os guardas revelam que tem asas, abrindo-as e vem com tudo pra cima dele, que se pendura no fim da escada. Eles batem na parede. Marcos sobe. Luzia aparece voando e Marcos então entende quase tudo e pergunta o porque das escadas.
Pati arranca sua camisa e tenta laçar algo acima. Nada. Põe de volta. Nélio cruza as mãos para que Pati pise nelas e pule pra cima. Ele entende. Radha grita. Há um esqueleto com eles no buraco.
Luzia para Marcos: _ A torre é muito alta. Intervalos de escadas são pra descanso.
Marcos: _ Ótimo! Há mais lances de escada, então. _ pula no buraco a frente e cai bem embaixo num~pedaço de escada, rola e fica dependurado.
Luzia: _ Não pode fugir.
Marcos: _ Morro tentando. _ se solta.
Andressa arrasta Robson, desmaiado , apenas meio inconsciente, até uma caverna (a mesma de antes). Tira a roupa dele, que tenta recusar mas está fraco, a sua e transa com ele.
Radha, na cela, se ajoelha no chão tampando os ouvidos.
Pati e Nélio a seguram: _ Que foi?
Radha: _ Eu não sei. Devo estar louca. Eu pensei ter ouvido… deixa.
Pati usa a mão de Nélio e alcança a beirada mas há pequenos espinhos lá que machucam a mão dela e ela cai.
Marcos continua caindo, a altura já é muito alta, mas ele cai em água, esgoto e é lançado num rio. O alarme é acionado e um sistema de espelhos ilumina tudo, revelando colméias gigantes por todo o lugar, de cima a baixo. Marcos sente apresença de seus amigos e os tira do buraco. Eles fogem perseguidos pelo enxame.
Nélio passa à frente e pega um caminho diferente. Saem da caverna e a perseguição prossegue floresta adentro. Eles param numa cachoeira.
Robson acordou e só viu pegadas de Andressa, que ele segue.
Andressa chega ao local onde estão seus amigos.
Luzia aparece: _ Pulem. É a única fuga. Me desculpa, Marcos! Foi um erro meu tentar te obrigar a fazer o que não quer.
Tamires e Yago aparecem com armas apontadas pra ela. Todos são cercados por abelhas. Luzia empurra Marcos, que cai cachoeira abaixo.
PAti pensa e pula. Todos pulam. Luzia chora. Um tempo depois e Robson também chega à cachoeira, onde Andi o levou. As pegadas terminam na cachoeira e ele chora.
Robson vê Andressa no meio da cachoeira e pula. Ele tenta salvá-la mas descobre ser só uma ilusão. Uma ligação entre eles que o faz ir até ela. Ele é levado pela cachoeira.
Todos acordam juntos em um terreno diferente de tudo até agora.

Capítulo 11 – As Correntes

Pati tenta imitar o som de algum animal com a boca, mas não consegue. Então tenta de novo e o som sai melhor do que nunca.
Tami se embrenha na mata.
Robson puxa Andi a um canto pra conversarem. Radha vê, enciumada.
Marcos pede desculpas a Pati por Luzia. Ela nega.
Nélio desmaia. Andi deixa Robson e vai ajuda-lo.
Yago: _ Pular de uma cachoeira é sempre emocionante. Não repetirei.
Tamires encontra um terreno cheio de pedras de ouro e começa a cata-las. Ela vê Pati chegando e esconde.
Pati: _ Tudo bem?
Tami: _ Tudo. E você e o Marcos?
Pati: _ O quê?
Tami: _ Você sabe, ele é tão rico e você…
Pati interrompe: _ Meu Deus! Você tentou mesmo me matar! Não foi Ira, não é?
Tami vem pra cima dela.
Marcos chama o resto do grupo a ir atrás das outras duas.
Nélio segura Andi e os dois iam ficar pra trás, mas Robson a chama e ela vai. Nélio também prossegue.
Robson só pra Andi: _ O que aconteceu… não fui eu.
Andi: _ Você não vai ignorar que fez.
Robson: _ Eu sei que não posso. Mas esquece.
Andi: _ Mas Robson, eu
Robie a interrompe: _ Eu amo a Radha. Então pra mim é como se nada tivesse acontecido. _ a deixa, alcança Radha e prosseguem namorando.
Marcos, que ia à frente, pára o grupo, dizendo que sentiu algo. Um dragão pousa entre Marcos e o resto do grupo. Marcos sai dali sem que o dragão o veja, enquanto este se prepara para atacar seus amigos. Longe, parado, Marcos dá um sorrisinho malicioso.
Patrícia e Tami estão tendo um embate de forças nada feminino. Pati a derrota e a deixa amarrada numa árvore dizendo que ela irá agonizar enquanto os animais a comem viva.
Pati encontra Marcos em frente a uma ponte de cordas gigantesca sobre um também gigantesco penhasco cujos fins neblina esconde..
Marcos prestes a se virar, de costas pra ela: _ Finalmente. Um de nós liderará esse grupo. _ e confuso: _ O que eu estou dizendo? _ para si.
Pati: _ É. E serei eu.
O ataca. Ele defende e eles vão lutar sobre a ponte.
O resto do grupo corre do dragão, Nélio vai à frente e dirige o grupo até uma das casas misteriosas em árvore, a qual eles sobem e ligam a cerca elétrica. Estão seguros, mas ouvem os gritos desesperados de Tamires.
Nélio: _ Salvamos ela?
Andi: _ E nos arriscar?
Radha: _ Ei, nenhum de vocês é guia, aqui!
Começam a brigar verbalmente.
Pati e Marcos rolam no chão da ponte e suas armas caem, menos o canivete na bota dela.
Marcos: _ Pára! Eu não quero brigar.
Ela o lança longe com as pernas e tira o canivete.
Pati: _ Melhor. Aceita a própria morte. Ah, é! Você é amigo dela. _ vai pra cima dele.
Uma onça ronda Tamires, mas vem pra cima dela e leva um tiro. Tami se surpreende ao ver quem atirou.
O som do tiro pára a discussão na casa da árvore.
Pati está tentando sem-querer acertar Marcos com o canivete, ele só desvia. Ele tira a camisa e torce o pano enrolando o braço dela e segurando-a com isso e pega o canivete. Então ele vai matá-la com o canivete, mas toma conta de si e o joga no precipício. Ele sente as formigas andando debaixo da ponte.
Marcos: _ É como se nossas habilidades estivessem tomando-nos. _ para ele mesmo, deduzindo.
Pati se aproximando calmamente: _ Por que não me mata? Haja fraqueza!
Marcos: _ Porque eu te amo! _ ela dá um tapa nele e uma cambalhota pra trás chutando-o e lançando-o ao chão.
Robson se abraça a Radha e diz a ela para que os outros não ouçam:
_ Vamos matá-los. Ninguém nunca saberá.
Andi, ao ver eles juntos, decide ir atrás de Tami. Nélio decide ir com ela.
Quando eles chegam não tem ninguém lá.
Nélio: _ Você está grávida, não é? Fica comigo.
Andi: _ E matar ao Robie e a Radha.
__________*************________
O resto do grupo deixa a casa na árvore. Radha e Robson ficam e vão transar. Ele a chama de Andressa. Ela fica brava, pega um pedaço de pau e o ataca. Ele desvia e desce da árvore se perguntando o que está havendo consigo.
Pati sobe nas cordas da ponte. Marcos vai segurar ela pra que ela não caia, mas ela pula nele como luta livre. Uma das ripas da ponte cai no precipício. Ele a joga e se levanta. Ela vem chutá-lo mas ele segura a perna dela e a joga. Ela cai, rola e fica dependurada na ponte.
Nélio e Andi encontram Zelix se levantando do chão tonto. Eles o ajudam. Eles perguntam o que houve e descobrem que ele salvou Tami e ela o bateu. Se ouve um tiro e alguém correndo. Tigres os cercam.
Andi: _ A gente está num ‘ninho’ de tigres dormindo.
Marcos tenta salvar Pati e ela tenta derrubá-lo. Tami apareceu, empurrou com tudo ele e começa a tentar jogá-la. Pati joga Tami precipício abaixo e sobe. Marcos, assustado, olha o precipício. Patrícia desmaia e ele a pega nos braços. Ele volta e deixa na terra antes da ponte um M. Ele vai ir até o fim da ponte carregando a moça mas desmaia também.
Radha chorava na árvore. Jheeyiappes vão subindo até ela.
Robson chega à ponte e vê o M. Ele vai apagá-lo mas Yago aparece perguntando: _ O que está fazendo?
Robson nota que ele o seguia e diz: _ Vamos.
Vão. No meio da ponte Robie tenta derrubá-lo e sai correndo. Yago, velho, quase cai. Mais à frente Robie cambaleia. Yago o ajuda. Se ajudando eles passam pelos corpos inertes dos dois ricos e prosseguem até passar por um gigantesco arco negro, uma parede rochosa de um quilômetro de altura a perder de vista para os lados, porém de apenas alguns centímetros de largura. A ponte continua do outro lado e chega a uma caverna cristalina, na qual eles entram.
Zelix joga terra num dos tigres e eles saem correndo. Eles chegam a uma espécie de deserto branco cercado pela floresta.
Nélio: _ Que é isso? _ sobre o branco.
Zelix: _ Sal.
Zelix diz, apontando, que só há um caminho, e se vão. Os tigres os deixam e eles chegam à ponte.
Tami termina de subir por um cipó que, passando lá por baixo da ponte, escondido pela neblina, passa ligando um lado ao outro, pelo qual ela se agarrou e se salvou.
Nélio, Andi e Zelix a ajudam. Radha vem correndo perseguida por jheeyiappes. Estes subiram pela árvore e entraram na casa pelo teto, possibilitando sem-querer que Radha fugisse.
Nélio pega Pati e Zelix pega Marcos. Eles passam pelo arco, entram na gruta de cristais e a seguir caem em uma espécie de toboágua natural.
Agora todos estão em um gigantesco jardim de gramíneas com um rio circular estranho no centro e florestas circundantes.
São vários círculos de água correndo separados por finas camadas de terra. Revezando-se, um corre pra direita, outro pra esquerda, direita, esquerda… até se juntarem no centro.
Andi, olhando Robson: _ Vamos acampar. Todos estamos cansados. _ olha o monumento natural aquático à sua frente.
Radha: _ É lindo!
À noite…
Robson vai escondido conversar com Andressa.
Robie: _ O que houve entre nós… ,e lembro de algo. Algo estranho. Talvez nada.
Andi: _ Um sentimento? _ esperançosa.
Robson: _ Uma visão. Sinais estranhos. Sabe algo a respeito?
Andi: _ Não.
Ele a deixa. Ela põe a mão na barriga acariciando.

__________________________________________

Radha vê ele saindo de perto dela, sabendo que eles estavam juntos.
Tamires pede desculpas a Patrícia, que estava só olhando Marcos e não ouve. Tami repete.
Pati: _ Não. Você não me engana mais. _ sai de perto e deixa todos, só.
Tami: _ Não fui eu.
Marcos: _ O que houve lá não éramos mesmo nós. Eu acho que tem a ver com nossas habilidades.
Zelix: _ Pedra preta. Uma superstição da colônia onde eu vivia apenas? Talvez não. A vila na qual vocês estavam está sobre uma enorme rocha preta considerada maligna.
Marcos: _ O paredão negro, o arco pelo qual passamos.
Zelix: _ Mas eu não entendo. Dizem que todos que ficaram muito tempo sob esse efeito morreram.
Tami deduz: _ As frutas que comemos também estavam afetadas, e nos mudaram por dentro, nos imunizaram.
Se ouve um barulho vindo da floresta densa. Pergunta-se a Tami o que ela acha. Ela diz que as frutas foram suas últimas deduções, acabou. Todos pretendem esperar, mas como nenhum outro sinal acontece, eles dormem.
No dia seguinte eles prosseguem sua aventura. Robson nota que a barriga de Andressa está um pouco maior do que deveria.
Pati segura Marcos e ficam pra trás.
Pati: _ Lá em cima, na ponte, você disse que me ama.
Marcos: _ Eu estava só tentando te acordar.
Ela prossegue. Ele fica. Radha que, escondida detrás de uma árvore ouviu tudo, vem falar com ele.
Radha: _ Por quê…?
Marcos: _ Ela tem raiva de mim. Vejo isso nos olhos dela.
Radha: _ Por que ela teria raiva de você?
Marcos: _ Eu a rotulei no início. E a salvei. E esse casamento de agora há pouco. Ela deve estar com medo. E eu não tenho como saber se isso que ta acontecendo não é só porque ela está carente aqui nessa… _ perde o fôlego de emoção e prossegue a caminhada.
Radha: _ Vocês merecem ser felizes. _ não sabe se ele ouviu. Prossegue.
______________****************_______________
Chegam a um acampamento onde está Bono, que fica superexcitado com os amigos. Zelix pede a ele que mostre amagia. Bono sai andando. O seguem sem entender e chegam a uma cerca metálica. Bono joga um peixe nela. Eletrificada.
Tami: _ Eletricidade!
Nélio piadifica: _ Bela dedução! _ irônico.
Marcos: _ Vamos. _ e vai seguindo a cerca. Os outros o seguem. Tami relutante.
Chegam onde, do outro lado, se vê uma construção branca onde, uma câmera de segurança os filma. Há coqueiros perto dela de enfeite.
Numa sala cheia de TVs, uma cientista os vê por um monitor, filmados pela câmera de segurança. Não dá pra ver direito eles. Ela pára a câmera e mexe em painéis. Aparece escrito na tela “Satélite Aproximando”. A imagem de outro monitor vem de cima da tela, uma tela azul e eles são mostrados.
O celular de Pati toca.
Lá…
Pati: _ Meu celular! Mensagem da operadora de ligação não-atendida!
Ela liga para alguém. Uma voz atende. A ligação cai.
A cientista apertou um botão: “Satélite Off”. E ela diz com sotaque inglês: _ Preciso parar isso. Tem que acabar.
Pati nota algo mais: _ A bateria do meu celular antes estava descarregada.
Marcos: _ Ou bloqueada.
Robson entende: _ Pedra preta.
Tami: _ Ou algo mais. _ olhando o edifício.
Marcos sai correndo e volta com a cabana. Marcos: _ Invistamos contra a cerca com isso.
Bono: _ Não nos machucaremos?
Marcos: _ Provavelmente a gente morre. E bem vindos à MPM Ávila Express!
Vão com a cabana em direção à grade.

_________________
_ Não é necessário. _ diz uma voz feminina.
Se viram e vêem uma cientista. A mesma cientista que ativara o satélite.
_ Saiamos daqui. Não posso ser vista. _ ela olha para a câmera de segurança se movendo e vai andando para afloresta, seguida por eles.
Marcos: _ Quem é você?
_ Doutora Noemi, da Eagleye Enterprises. _ eagleye significa olho-águia.
Pati: _ O que é Eagleye?
Marcos: _ Uma das empresas do pai da minha noiva. Ia se juntar à minha empresa. Projetos em ilhas seriam cortados no processo. _ culpado, lembrando.
Pati põe a mão no ombro dele.
Noemi: _ Não tenho muito tempo. Mas podemos criar um plano pra vocês invadirem o laboratório. E impedir a doutora Anabele e o doutor Edward.

Capítulo 12 – O Plano

Tamiris e Noemi vão por um galho que passa por sobre a cerca.
Noemi: _ Este galho está pra ser cortado há semanas.
Tami: _ Essa Eagleye é muito rica?
Noemi: _ É.
Descem do outro lado e vão andando furtivas.
Radha e Robson vão por um pântano.
Radha: _ Não sei qual seu motivo pra pegar essa missão suicida.
Bolhas sobem à superfície e algo que não é uma pedra emerge parcialmente. Robson diz que ela se prepare para correrem.
Pati e Marcos andam engatinhando por túneis subterrâneos. Ele na frente.
Pati: _ Você tem um belo bumbum. _ ri.
Marcos: _ Eu devia ter negado vir com você.
Saem num pátio. Olham em volta. Pati aponta silenciosa uma casa de cachorro e Marcos aponta um portão de grade. Se preparam para algo.
_________________________________________________
Numa sala laboratorial Noemi prepara uma substância enquanto Tami se vestiu de doutora e vigia fora por uma fresta na porta semicerrada.
Tami: _ Vigias. Estão vindo.
Olham em volta. Não há onde se esconder.
Naomi: _ Tudo pronto.
____________***********__________
Pati e Marcos saem correndo em direção da grade. O cão os ataca. Eles o atraem pra dentro da grade, correm pra fora e o trancam.
Pati: _ A gente é louco.
Marcos: _ Foi fácil.
Pati: _ Por enquanto.
Eles entram num lugar cheio de caixotes. Um depósito enorme. Velociraptors vem de passagens nas paredes.
Robson tira de seu bolso um sininho. Ele joga o sininho longe pra atrair o bicho e eles saem correndo.
Pati e Marcos saem correndo atirando nos velociraptors contando até 5 e pulando no cinco. Os raptors passam pelos sensores no chão sem ativa-los. Eles entram no elevador.
Os homens chegam. Doutora Noemi: _ Nos leve para a segurança. Precisamos falar com eles.
_ Certo. Doutoras.
Um jacaré persegue Robie e Radha. Eles sobem por uma escada até uma torre de vigia, matam o guarda e pegam o cartão ID e Robie a vestimenta dele.
Marcos e Pati chegam a um hall cheio de gente de branco. Os cientistas se alvoroçam.
Marcos: _ … Por favor, sem pânico! Se dirijam para lugares seguros. Os dragões estão invadindo.
Eles saem correndo.
Pati: _ Belo improviso!
Ele vai mexer no computador.
A doutora Noemi joga uma bomba de fumaça, que ela fez, no chão e Tami atira nos seguranças, na sala de segurança.
No hall, Pati e Marcos não conseguem entrar no sistema sem uma senha.
A doutora destrava os sistemas de segurança através do computador da segurança e o sistema do hall destrava.
Marcos abre o portão do complexo.
Yago, Andi, Zelix, Bono e Nélio vão entrando. Ouvem um urro monstruoso.
Robson e Radha se beijam no terraço. Uma máquina-câmera voadora estranha vem pra cima deles atirando. Eles saem correndo e rolam escada abaixo. Robi atira no ‘robô’. Nada. Noemi então a desativa. Ela cai e explode.
Numa enorme sala com um telão de segurança mostrando o que está acontecendo, executivos se reúnem com uma cientista e um também.
Ela diz: _ Agora ficou mais fácil matá-los sem desequilibrar a ilha.
Um dos executivos: _ Você está falando de assassinato, Anabelle.
Edward: _ Isso… _ atira nele e o mata: _ … é assassinato. Matá-los aqui é segurança. É como os penhascos feitos pra que os animais não se estressassem com a prisão.
Outro executivo, meio assustado: _ Mas houve conseqüências. O tremor fez a cúpula
Anabele pede que olhem o telão. Eles vêem.
Uma tropa de choque invade a sala de segurança e pega Tami e Noemi como reféns.
Área das Correntes…
Os exangues passam por ela.
Anatibati para o exangue na frente: _ Fredherickö, você os seguiu direito?! Esse caminho leva a você sabe onde.
Yago, Andi, Zelix, Bono e Nélio ficam fugindo dos ataques de um ciclope, quando Robie e Radha aparecem. Marcos e Pati também.
De-repente uma jaula prende ele e uma voz num microfone (Anabelle) diz: _ Estamos com suas amigas… _ Tami e Noemi dizem seus nomes.
Anabelle: _ Entreguem suas armas à tropa e venham me encontrar.
______________**************_____________
Noemi: _ Você não vai conseguir trazê-lo. Pode até ter enganado os idiotas da Corporação Eagleye, mas não entende o que está pra fazer.
Anabelle a estapeia: _ A grandeza de Jheeyiappe terá mesmo que ser testemunhada por gente pequena. Você verá e entenderá. Falta pouco.
Edward: _ O dragão foi capturado. Vão lhe trazer o pacote.
Tami começa a pular e fazer uma bagunça na mesa após se solta. Eles a prendem junto a Noemi.
O resto do grupo está indo com a tropa de choque encontrar Anabelle.
Um grupo de jheeyiappes com coleiras vem em direção a todos.
Os garotos conseguem fugir, mas as tropas usam roupas, escudos, capacetes e armamentos pesados demais e são pêgos pelas criaturas.
Anatibati está invadindo o prédio da Eagleye.
Radha: _ Eu vou salvar as nossas duas meninas. Me põe na ventilação, Robinho.
Ele a levanta nos ombros e ela se vai.
Andi: _ Está frio aqui. _ os outros prosseguem.
Robie: _ Vamos. Não há tempo.
Andi: _ Não. A ventilação está ligada. Eu vou desligar. Mas como eu acho o controle disso?
Marcos: _ Segue os tubos.
Andressa se mostra com medo.
Pati carregando sua arma: _ Eu vou com ela.
Marcos a segura: _ Boa sorte!
Ela mostrando a arma diz que não vai ser preciso. Guarda ela.
Ele a solta, vai beijá-la. Ela sai correndo com Andressa, se vira pra ele, agradece e vai.
Robie: _ Por que ela se faz de difícil?
Marcos: _ Ela finge que é forte demais.
Robie: _ Vamos. Ficar aqui lembrando as tetas dela não vai nos salvar. _ sai puxando ele. Eles se separam do resto do grupo, que foi na frente.
Em sua cela, Tami mostra um clipe de papel a Noemi.
Tami: _ Eu não sou uma barraqueira de feira. _ sobre seu ataque sobre a mesa. Ela arromba a algema, arrombas aporta e elas fogem.
PAti e Andi vão checando as portas às quais os dutos as levam.
Radha cai do tubo em uma gigantesca selva-laboratório. Corpos de cientistas jazem em todos os cantos. Ela começa aarrastar uma mesa grande e pesada pra baixo da entrada de onde veio.
Anabelle e Edward e os executivos vão andando por túneis subterrâneos.
Anatibati chega segurando um jheeyiappe à sala onde Anabelle e os cientistas estavam.
Anatibati: _ A chance perfeita de nos revoltarmos e ela consegue fugir do faro do demônio.
Fugindo, Anabelle passa na frente. Edward percebe que ela vai fazer algo e vai na frente com ela. Ela corre mexendo em seu PDA. Grades descem separando os cientistas dos executivos. A doutora diz que com menos pessoas é mais fácil. Ela e ele fogem. Eles chegam em uma escada. Lá vai ela subir.
Ed. (Edward): _ Você ia me deixar? _ a segurando.
Anabelle: _ Não. Eu sabia que você ia me entender. Você não percebeu isso? _ e o beija.
Ed sobe primeiro.
Velociraptors vem pra cima de Radha. Ela tenta pegar uma das mesas pequenas. “_ Pesada!”. Ela joga ela no chão e papéis caem da gaveta dela. Neles está escrito “failed research”. Ela consegue pegar a mesinha e usa pra se defender dos dinossauros. Ela pões sobre a mesa maior e sobe. Os dinos pulam derrubando a mesinha e Radha fica dependurada no duto.
Anabelle mexe em seu PDA, a sala de Anatibati se lacra e começam a sair jheeyiappes de entradas secretas.
Anatibati tira uma bíblia com uma bomba e usa como escudo. Os jheeyiappes nem chegam perto dela. Ela se lembra de quando pegou o livro na sala sagrada, a mesma onde Nestor morreu, antes de sair em busca de vingança contra Anabelle.
Há jheeyiappes demais, ela não consegue se defender de todos e é morta.
Pati e Andi iam andando.
Andi: _ Por que você não fica com o Marcos?
Pati: _ É melhor esperar isso terminar. Depois, é divertido paquerar.
Andi: _ E não é divertido fazer sexo?
Pati: _ Cala a boca, eu não vou fazer isso aqui, e se eu for ficar com ele, eu quero tudo de uma vez!
Andi: _ Gulosa.
Encontram uma sala cheia de bíblias. Vasculham.
Andi lê um papel: _ “Relatório de bíblias”? “Objeto de negócio com os exangues por seus serviços”. “Afasta o mal”. “Expira em 30 dias”.
Pati: _ Expira?
Exangues entram nessa sala.
Pati joga bíblias neles. Eles pegam pra olhar e as duas fogem. Elas desligam a ventilação.
Radha passa por um dos hélices, agora desligado.
Marcos e Robson se encontram com exangues. Eles atiram.
Pati e Andi encontram um mapa numa parede e o arrancam. Há algo escrito atrás. Terra, com um risco e um X embaixo. Um desenho de uma tomada, um igual e um botão e a inscrição Belebati. O X é vermelho.
Anatibati se encontra com seu mais armadurado ‘exército’. Um deles vai entregá-la uma caixainha.
Tami aparece apontando uma arma para a cabeça da maligna doutora. Ela e Noemi pegaram armas e encontraram um elevador para a superfície. Nele, Tami desmaiou Noemi.
Radha desce da tubulação. Ela é cercada por exangues com jheeyiappes.
Pati e Andi chegam à sala principal de tudo, onde Anatibati está morta.
Os exangues em que Marcos e Robson atiram, claro, não sentem nada.
E Radha empurra os exangues num impulso e foge.
Tami para Anabelle: _ Divide comigo o que ganhará com tudo isto.
Anabelle: _ Mata ele, então. Três é demais. _ aponta Edward com o olhar.
Ed.: _ Sua va…! _ é interrompido pela morte, quando Tami atira nele. _ Tami vê a caixa que ia ser entregue aAnabelle.
Tami: _ Que é isso?
Anabelle aperta um botão no seu PDA. O sistema de auto-destruição do complexo é ativado.
Radha ouve gritos. Ela nota que vem elevador, quebra um vidro e pega um machado. Ela o usa para tirar Noemi de lá. O alarme do sistema auto-destrutivo as assusta. Com ele, o elevador fica bloqueado de ser usado.
Yago, Bono, Zelix e Nélio salvam Marcos e e Robson ao voltar e lutar com os exangues na mão. Nélio vai falar com os dois: _ Vamos.
Marcos: _ E eles?
Nélio: _ Eles vem depois.
Robson: _Não.
Yago diz a eles para irem e deixarem ele, que é um velho.
Yago, Bono e Zelix são mortos. Os outros três fogem.
Anabelle abre a caixa que um soldado a entregou, no heliporto, e vê um mosquito.
Tami: _ O que é isso?
Anabelle: _ A gente o localizou num dragão em um canivete lá embaixo. Era um desses dragões que monitoramos.
Andi diz no microfone a seus amigos que peguem o corredor leste do hall e as portas verdes pra chegar onde elas estão.
Marcos, Robson e Nélio, Radha, Nélio e Noemi se dirigem para lá.
Pati vê uma câmera. Ela mexe no computador do telão,
Pati: _ Sou boa com eletrônicos
Elas vêem o que houve com Anatibati.
Pati: _ Expirar. Explodir. _ Pati pega o mapa e começa a olha-lo investigativamente.
Numa das salas pelas quais passa, Marcos vê a foto do paredão de pedra preta. Ele lê sobre elas: “Pedra radiativa quartzradio. Emite ondas radioativas. Status: Inútil.”
Noemi deixa Radha: _ Não. Eu tenho que achar um caminho para o heliporto. Anabelle… é minha irmã. _ ela vai.
Pati olha o mapa contra luz e nota que o X vermelho fica em cima de onde elas estão. Ela tira o tapete do chão e vê uma espécie de porta, mas não tem como abrir. Ela aperta as tomadas. Uma é um botão que abre um teclado. Pati digita belebati. A porta se abre.
Marcos, Nélio, Robson e Radha aparecem. Marcos e Pati, Radha e Robson se abraçam. Nélio e Andi se olham e se abraçam só pra não ficar.
Pati vai beijar Marcos, mas ele começa a andar puxando ela.
Os executivos foram mortos pelo complexo por jheeyiappes e exangues, tentando fugir.
Noemi abre uma portinhola no teto do elevador e sobe uma escada manual.
Anabelle entra no helicóptero. Tami vai apontando a arma mas é atingida por Noemi, que a derruba e ataca a irmã. Tami aponta a arma mas pensa: “não posso atingir o helicóptero”. O PDA de Anabelle cai no chão junto a Noemi. Anabelle fecha a porta e vai sozinha. Tami atira no helicóptero e descobre que ele é blindado.
Tami para Noemi: _ Você sabe demais. _ e a mata.
Marcos vê algo no chão. Pati vê um leitor de cartão na parede. No display está escrito: “Emergência. Para passar aqui nesse caso, usem seus cartões ID”. Ela lê do inglês, traduzindo.
Marcos achou o cartão de um dos executivos. Eles fogem e encontram Tami, que aponta a arma pra eles.

Capítulo 13 – A Verdade

No helicóptero, Anabelle e um soldado conversam:
_ E Edward?
Anabelle: _ Foi mais uma perda irreparável.
O soldado olhando pela janela:
_ It is the truth? Or you’re just tryin’ to keep me out your way?
Anabelle: _ This is a bad thinking. É verdade. Eu sei que Lemans era seu amigo. Mas precisamos mandá-lo matar eles.Aí ele teve amnésia…
_ Por quê os exangues o mataram?
Anabelle: _ Eu já disse que não sei. _ olhando nos olhos dele, ele desvia o olhar, como se soubesse de alguma coisa. Ela prossegue: _ Rodrigo, estamos perto. Breve o tiranossauro rex será feito. Como antes, só que mais promissor. _ Rodrigo se lembra de ter lido as ordens para matar Lemans antes que ele se aliasse aos que devia assassinar.
________________****************_________________
Pati: _ Atira, Tamires.
Tami abaixa a arma: _ Por quê não pode confiar?
Marcos: _ Liga não, ela é santa. _ pegando o PDA no chão, ele falou isso no impulso e já se arrependeu.
Pati: _ Ah, engrossa a voz antes de falar bobeiras tão enormes.
Marcos: _ Vai começar? Só porque você tem a voz grossa de um soprano macho não significa que os outros tem a voz fina. _ Nélio cochicha com Andi que eles adoram brigar. Ela diz que eles não aceitam desaforos.
Pati: _ Ora, seu brutamontes florzinha! Por que não vai
Nélio interrompe: _ As comadres podem parar e seguir ou ficar e se esganar. _ e vai indo. Os outros o seguem.
Pati e Marcos ficam pra trás se olhando.
Marcos: _ Me desculpa, eu… _ ela vai. Ele vai logo depois, com raiva de ela não o ouvir. No caminho, eles continuam.
Marcos: _ Eu sabia que mulheres eram loucas, mas você, um jacaré, é novidade.
Pati: _ Claro! Para uma tartaruga como você, né? Anda! _ empurra-o.
Marcos: _ Obrigado pela educação!
Prosseguem. Mais à frente…
Marcos: _ E esses seus decotes de moça de esquina?
Pati: _ Que foi? Você veio de um convento de freiras? Devia
Nélio interrompe pedindo silêncio sem falar.
Pati termina: _ Devia imaginar. Mas bem que
Marcos cala ela com um beijo. Ela o empurra, mas não resiste e o abraça. Eles se soltam.
Um leão aparece, mais um, na verdade, eles são cercados por sete leões.
O helicóptero da doutora desce na vila da pegada, onde os heróis desta história estavam. Ela vai pegar seu PDA, mas nota que não está com ela.
Marcos: _ É hora de morrer. _ e cai fingindo de morto no chão.
Seus amigos fazem o mesmo. Os leões os cheiram. Um deles vai morder Tamires mas se ouve um barulho de pássaros ao longe e os leões saem correndo pra frente.
Pati: _ Não deve ser legal ficar aqui. Eles não correram atoa.
Se ouve barulho de passos gigantes.
Eles saem correndo atrás dos leões. Marcos olha o PDA: _ Para a direita. _ eles viram e algo, um tremor, os faz cair.
Eles olham e vêem que no lugar onde estavam um dragão acaba de ter pisado. Eles prosseguem seguindo o rumo marcado por Anabelle no GPS do Personal Digital Assistant (PDA – Assistente Pessoal Digital). Chegam a uma caverna.
Marcos diz que o PDA recomenda silêncio nesse local. Há morcegos, não hematófagos, mas carnívoros. Ele liga uma lanterna no PDA.
Na vila, os soldados da doutora empilham todo o armamento e explosivos do depósito de lá, no meio do pátio dela. Um sorriso maléfico se faz na boca dela.
Passando à beira de um precipício, Andressa tropeça e fica dependurada. Ela grita. Os morcegos os atacam. Ela cai. Se ouve barulho de água. Os outros pulam também.
Saindo do lago Marcos percebe, surpreso, que o PDA ainda está funcionando.
Radha: _ Você tem que dar trabalho.
Andi: _ Desculpa. _ triste depois com raiva. Ela passa todo o grupo: _ Robson, eu estou frágil. Eu estou grávida. De você.
Radha olha Robson. Ele diz: _ Por quê não disse antes?
Andi: _ Eu tive medo. Mas Robson, eu… _ vai indo pra perto dele pra beija-lo, mas ele a empurra. E a beija.
Radha incentiva o grupo: _ Vamos. _ prosseguem.
____________***********___________
O grupo cerca a vila e vê a doutora explodir o meio da vila, escondidos detrás dos soldados bem armadurados. O local onde ela explodiu é uma porta para um laboratório secreto, que era aberto pelo PDA.
Ela chama um nome e diz a ele: _ Tex, vai na frente e prepare os capacetes mantenedores de memórias. Eu não pretendo esquecer tudo se eu sair de perto deste terreno preto. Todos sabemos desta particularidade das ondas quartzradz. Embora regras dessa pedra tenham sido quebradas antes, nem sabemos como. Felizmente, lá dentro estamos protegidos dessa contaminação. Vou pegar minhas coisas no helicóptero. _ ela vai e Tex entra no laboratório secreto subterrâneo.
O grupo nota as armas e armaduras dos guardas.
Nélio: _ Não dá pra entrar.
Tami: _ Precisamos de ajuda. Vamos falar com os holandeses.
Pati se levantando: _ Vamos. E… não se preocupem. _ dá umas cambalhotas. Todos notam que as habilidades voltaram.
De-repente, Patrícia parece ter tido uma idéia, pega o PDA da mão de Marcos sem avisar e diz que vai ficar. Os outros se vão. Ela começa a mexer no PDA. As portas da vila começam a se lacrar. Os guardas se alvoroçam. Anabelle sai do laboratório pra ver o que está acontecendo e manda vasculharem os arredores do lugar.
No caminho até a colônia, o clima entre Robson, Radha e Andressa está estranho. Nélio nota isso e se preocupa. Ele tem uma convulsão. Então ele se levanta:
_ Eu tive uma visão. Eu sei o que você fez pelo seu filho, Andressa.
Ela o soca e fica de costas pra todos, chorando.
Índios os cercam sem eles verem. Nélio nota e uma flecha o atinge no braço. Os outros se alvoroçam e são presos, segurados pelos indígenas. Andi é deixada, por estar chorando.
Nélio é deixado por estar machucado. Ele implora que Andi tire a flecha dele. Ela se nega e ataca os índios que os ficaram vigiando, que a jogam no chão.
Pati, se escondendo, vai indo em direção de Anabelle. Os guardas a pegam.
Anabelle: _ Rapto, Patrícia?! Não é legal.
Pati: _ Por quê nos trouxe pra cá?
Anabelle: _ Eu não trouxe. Olha o arquivo de programa 82 A. A senha é BELEBATI.
Pati olha isso no PDA. É o arquivo de câmeras de vídeo e satélite mostrando o barco deles chegando à ilha. O infravermelho mostra que é um dragão que ficou preso à âncora do barco que sem-querer os levou. E que ele arranhou e estragou o navio.
Pati: _ Então tudo foi um acidente?
Um vento estranho sopra.
Anabelle: _ Seus amigos não vão te salvar. Onde eles estão?
Pati começa a rir e olha atrás de Anabelle.
Tiros matam os índios que ameaçavam Nélio e Andi. Os holandeses cercam o grupo. Eles vêem Nélio e dizem que ele está inconsciente mas ficará bem. Os holandeses estranhamente os levam de reféns.
Na vila deles, um homem pergunta o que eles fizeram de Bono e Zelix. Marcos, que já estava lá, conta tudo o que houve, com a ajuda dos colegas.
_____________**************__________________
Os comparsas de Anabelle estão fugindo de helicóptero levando várias coisas. Ela toma o PDA de Pati e desliga o helicóptero.
Anabelle: _ Vocês agora não serão poupados e vão sofrer com o restante do mundo. Eu sou o gênio! Eu vou dominar o mundo. Não entrem no meu caminho. Saiam daí. _
Eles saem, com medo. Ela faz umas coisas no PDA e o helicóptero explode, deixando Patrícia bastante perturbada.
Anabelle entrando no laboratório, acompanhada dos soldados, levando Pati:
_ É incrível que tipo de tecnologia um demônio pode te dar hoje em dia. _ ri malévola: _ Você servirá de refém contra seus amiguinhos.
Andi anda pela floresta nos arredores da colônia holandesa, Marcos pensa sozinho em Pati. Radha e Robson, longes um do outro, se olham tentando esconder seus olhares um do outro. Tami vai falar com Marcos.
Tami: _ A Andressa está escondendo alguma coisa. Deveríamos descobrir o que é.
Andressa vai falar com Nélio, que está inconsciente.
Andi: _ Me desculpa pelo que eu vou fazer!
Laboratório…
Anabelle e seus agregados fazem surgir uma imensa sombra num vidro cheio de um líquido. E toma a forma de um tiranossauro. Então ela fala a uma estátua:
_ Demônio Jheeyiappe. A ilha já está como na sua época. E breve voltará e nos dará poder. E breve voltará, e mundo se tornará lugar de sofrimento. E eu verei isso do alto. E quando todos morrerem sofrendo terrivelmente, você se irá deixando tudo para mim. Só falta o tiranossauro. Eu sei que da outra vez só conseguimos um por um tempo limitado. E ele só deixou uma pegada. Mas agora nós pegamos um mosquito que consegue guardar o DNA intacto.
Pati pensando “um tiranossauro! Só pode ser por isso que os monstros tinham receio de entrar aqui”.
Anabelle: _ Quer de nós algo mais?
Os olhos da estátua brilham e ela fala com Anabelle: _ Não falta só o tirrex.Eu os enganei. Ser encontrado em uma ilhana forma de estátua e dominar a ambição na mente de vocês, além de dar o poder para, com ciência, enganarem sua empresa, era só parte do plano.
Anabelle: _ O quê?
Pati: _ A estátua fala?! Que mulher solitária, onde já se viu falar com um pedaço de pedra talhada?!
Andressa põe uma aranha em Nélio e a assusta. A aranha pica ele.
Andi: _ Isso te deixará mudo por um tempo. Até lá, eu penso no que fazer. Espero que você entenda. _ sai. Marcos está conversando com os holandeses sobre a invasão da vila onde Pati ficou.
_____________***********************_______________________
Jheeyiappe (estátua): _ A ilha não é vista por satélite por causa das ondas quartzradz e não a olho nu por nosso algo mais, agora. Eles não chegaram aqui à toa. Eles tem o dom-maldição de mudar seus destinos. Eu intervi na empresa de sucrilhos também. Eles tem que ser mortos. Agora no fim.

Capítulo 14 – Os Deuses

Começa a sair água da marca branca no céu. o tiranossauro rex parece estar pronto e o cilindro sobe ao nível da terra. os holandeses e o grupo de Marcos vêem o tubo e ficam embasbacados.
Os holandeses atacam. Eles aproveitam o fato de que as armaduras e armas dos soldados são pesadas e difíceis de mexer e usam cordas e trabalho em equipe para enrola-los, derrubá-los e amarra-los.
O tiranossauro é solto todos notam que os pés dele parecem humanos.
Marcos salva Patrícia. Nélio acorda. Ele diz a um holandês que ficou pra tomar conta dele:
_ Cadê eles A Andressa… ela tentou me calar, mas parece que eu não posso ser calado. Minha habilidade estranha me fez resistir.
Holandês: _ Não é tão estranha. Zelix e Bono começaram uma pesquisa depois de os terem encontrado. Depois que sumiram, foi terminada. _ pega, em uma caixa ali perto, um pedaço de pedra preta: _ Seu segredo foi desvendado.
_________________********************________________
O tiranossauro rex mata quase todo mundo. Sob comando de Marcos, os restantes se retiram para voltar depois. Numa clarabóia escondida na selva, Pati conta tudo. O plano para que um demônio chamado Jheeyiappe retorne, na crença que quem o fizer retornar e dominar o mundo, e tornar ele um inferno, será poupado, será o único a ser poupado. Que estavam refazendo a ilha como ela já foi, e só faltava um tirrex, para que assim ele pudesse retornar. A busca pelo mosquito. E que ele os fez usar seu dom de mudar seus destinos para trazê-los e mata-los.
Nélio aparece na vila e é capturado por Anabelle. Ela conecta coisas na cabeça dele e mexe num computador. Ele começaa sentir dor e ela manda ele pensar nos amigos.
Ele tenta fazer o contrário e com isso pensa neles. Num telão aparece a localização deles num mapa.
Pati sai dizendo que vai observar a vila. A barriga de Andressa cresce.
_______________________________________________________________
Robson para ela: _ ANdi, o que está acontecendo?
Marcos alcança Patrícia e segura o braço dela.
Marcos: _ Eu sei que segurar o braço é muito clichê, mas o que você quer fazer é um risco desnecessário.
Eles não notam a aproximação de soldados.
Radha pede que Robson deixe Andi em paz. Andressa grita com Radha, dizendo que não quer ser defendida pela mulher de quem quer roubar o homem.
Patrícia puxa Marcos e os dois saem correndo, perseguidos.
Nélio vê os acontecimentos em sua mente.
O tirrex vence alguns dragões, mostrando seu poder.
No laboratório, Anabelle vigia os movimentos do recém-criado gigantão e diz: _ Perfeito dessa vez.
Nélio aproveita a distração e pensa em Nestor, cujos restos ficaram no vilarejo bookaton.
Pati e Marcos se escondem atrás de uma árvore e se dão as mãos. Ela se mostra preocupada.
Marcos: _ Sensível?
Pati: _ Cale-se e beije, já que pode ser o fim!
Ela o beija, ele a corresponde.
Robson nota que eles estão sendo cercados e fala: _ Precisamos ir.
Tami: _ Ela não pode ficar aqui. _ sobre Andi.
Radha: _ Pra alguém com instintos tão malévolos, isso não é muita bondade?
Tami: _ Vão. Eu fico com ela. _ ela está pensando em rever Anabelle.
Robson e Radha saem.
Andi para Tami: _ Eu estou arrependida.
O GPS dos soldados aponta em direção da vila bookaton.
Anabelle olha atentamente o telão do mapa, agora.
Marcos e Patrícia decidem ir ver o grupo que ficou na clarabóia, mas antes ficam um instante namorando.
Um dragão passa perto de Andi e Tami. Elas ficam quietinhas. Ele pára e pousa entre elas e os soldados, invisível.
Tamires deixa Andressa e sai correndo.
Anabelle olhando o telão: _ Estranho. Nenhuma movimentação. _ olha.
Em seu caminho, Robson e Radha param, cansados. Eles são pêgos.
Anabelle chicoteia Nélio, dizendo que ele não a fez de tola e pedindo, ordenando que ele pense nos amigos. Ele desmaia.
Tamires chegando: _ Eu penso. Paga-se bem por isso?
Logo depois dela ter entrado, Robson e Radha são trazidos presos e Tami se esconde pra que eles não a vejam. Os soldados preferiram deixar Andi pro último, pelo seu estado e pra ela encontrar e se unir aos outros, facilitando as coisas pra eles.
Marcos e Pati entram numa gruta. Marcos carregando Andressa. Eles a deixam lá.
Tami para Anabelle: _ Não coloque o Nélio com o Robson e a Radha. Eu não quero que eles sintam o alívio de saber algo que só ele pode dizer.
Anabelle manda os guardas porem Nélio em uma cela longínqua.
Robson e Radha se abraçam assustados, em sua cela.
Os soldados não encontram nada, nem ninguém, no vilarejo bookaton.
Anabelle para Tami: _ Jeanice.
Ela se assusta.
Anabelle: _ Nada de sustos. Eu tenho um poderoso satélite de uma poderosa tecnologia e muita informação de fora dailha. _ e responde à última pergunta da outra: _ Paga-se muito bem.
Tami: _ E o que será feito?
Anabelle: _ Vai haver dor. E seus amigos serão encontrados e mortos.
Tami: _ E eu?
Anabelle: _ Poderá viver. _ de costas pra ela. Seu olhar denuncia a mentira.
Patrícia, olhando a vila,parece ter tido alguma idéia.
Ela diz: _ Existe uma coisa que ainda pode nos ajudar.
Marcos
Andressa é pega e levada para o laboratório.
Pati e Marcos vão pulando pelos telhados. Ela cai numa parte fraca em um silo e é pega. Com gestos, ela manda Marcos prosseguir.
Ele entra no laboratório secreto de alquimia. Ele toca uma bola de luz verde flutuando e o alquimista aparece.
_ Eu sabia da sua volta.
Marcos: _ Você nos alertou de que quebramos o equilíbrio. Como o regeneramos?
_ Vocês tem o dom maldição de mudar seus destinos. Isso fez com que o destino possa ser mudado aqui. Mas agora, o destino de vocês todos está ligado. _ ele e a bola somem.
Marcos sai e é cercado pelos soldados e jogado na cela com Pati, Robson e Radha.
_______________********************________________________
Doutores fazem o parto de Andressa e dela nasce um exangue. Ela fica neurótica: _ Como?! Me enganaram?! _ ri: _ Mas não importa. _ eles matam o bebê.
Marcos: _ Precisamos fugir. Mas aqui somos… “normais” de novo.
Robson pega um copo de ferro e começa a bater gritando um punhado de coisas, muitas delas pejorativas.
Marcos pede a Robson: _ Segure-o. há uma última esperança. Eu sei
Robson interrompe: _ Tudo certo.
Mas ninguém aparece pela gritaria.
O céu pisca em preto e tudo escurece de-repente, sem estrelas, completamente negro.
Anabelle para si: _ Claro. O complexo explodiu. Os remendos feitos depois dos erros de cálculo do terremoto que criou os precipícios não suportaram. _ feliz: _ Ainda assim é a noite necessária. _ em seu PDA se vê que ela ia ser executar um programa chamado “night in the isle” (noite na ilha).
Tami é jogada na cela com os outros. Robie e Radha seguram o guarda. Tami ajuda. Eles estranham.
Marcos foge levando Patrícia a força.
A estátua diz a Anabelle que só pela reconstituição da ilha e presença dos “presenteados”, ele já é forte, mas será temporário até eles morrerem. Uma sombra enorme sobe da estátua.
Colônia holandesa…
Marcos procura um padre. O único que ficou lá, rezando, é um padre.
Marcos explica: _ Não precisamos voltar todos os destinos. Eu ia me casar.
Ela lacrimeja e aceita. Eles se casam. A cerimônia termina e uma luz dourada surge, e dela um dragão chinês dourado.

Capítulo 15 – A Fuga.

Anabelle se desespera ao saber que Marcos e Patrícia fugiram. Um grande rugido como nunca houve é ouvido. Ela sai e vê o que é.
Antes disso, o dragão diz a Pati e Marcos:
_ Meu nome é Lezia Ahecmor. Deus demônio do bem.
Marcos e Pati se olham estranhando. E Marcos aponta o pé dele a Pati, estranhando, é tipo humano, como o do dinossauro.
O dragão Lezia se explica: A ciência humana e suas falhas. Eu, como os dinossauros, tenho pés de cartilagem. Mas ela some completamente sem deixar rastros depois de alguns milhões de anos. Posso deixá-los aqui?
Pati se adianta: _ O que vai fazer?
_ Sou o rival, o inimigo e concorrente de Jheeyiappe. Somos as forças opositoras do bem e do mal. Seres como nós não são afetados nem pela fé botada nas pessoas em objetos como a bíblia. Apenas um pelo outro. Mas a mudança no destino me estava impedindo de agir.
O rugido ouvido é a briga entre Lezia e Jheeyiappe nos céus da ilha.
Lezia se enrola em Jheeyiappe enquanto este tenta crescer e engolir tudo a sua volta. Os soldados se distraem com isso.
Marcos e Pati libertam os outros e são ajudados pelos próprios soldados de Anabelle, que não querem mais servi-la.
Robson para Nélio: _ Conta aquilo.
Nélio: _ Ela fez um terrível pacto. Ela vai matar um de nós e por isso ficou grávida. Fez um trato negro com Anatibati, aexangue-mor. Um encanto.
Andi os encontra nesse momento.
Casa de Susana, a ex-esposa de Nélio…
Susana bate na filha, Linete.
Linete: _ Pára, mãe!!!
Susana: _ A empregada vai ouvir. Quiete!
A menina está toda roxa.
_______________*****************__________________
Andi aponta uma arma pra eles: _ Anatibati achava que com isso ia fazer a gente brigar e poder nos enfraquecer e vencer. Eu não acho. Vou matar uma inútil. _ aponta para Tamires e atira. Robson entra na frente e é acertado no braço. Tami fica assustada.
Andi vai socorrer Robson: _ Ah! Meu Deus, Robie, por quê? _ ele manda ela ficar longe.
Ela sai chorando, pára de frente pra eles, se vira e atira em si mesma.
Tami: _ Ela… se suicidou. _ surpresa, chocada.
Anabelle tem um acesso de riso ao ver a briga demoníaca nos céus.
O grupo sai do laboratório penalizado pela cena que houve lá dentro. Se nota que a ilha está dando uma pequena tremida.
Nélio diz que os tremores não apenas criaram canyons, em transe pelo seu poder. Ele sai correndo. Seus colegas não o seguem.
Tami: _ Ele me disse que tem como nos salvar.
O grupo espera.
Anabelle vem falar com eles: _ Vocês vêem do que eu sou capaz? _ ri: _ Eu não sou uma decepção fraca. _ chora. Se nota que ela tem problemas de auto-estima.
O dragão dourado diz que a ilha será destruída e a vida deles voltará ao normal e pede que o grupos e vá.
O padre da colônia foge pela floresta até a vila levando livros. Ele cai. Os soldados o ajudam e todos se vão para algum lugar que não é a vila.
O grupo espera sentando por Nélio.
Marcos: _ Ele está demorando.
Nélio chega acompanhado de um soldado:
_ Ele não compactua com ela. _ aponta Anabelle com a cabeça: _ Pude notar isso quando estava preso. E pode nos ajudar.
O soldado tosse e diz: _ Eu sei onde estão os submarinos.
Marcos: _ Submarinos?!
Os deuses caem no chão se engalfinhando.
Anabelle vê exangues ali por perto com jheeyiappes e se esconde ao se lembrar do incidente no laboratório principal.
O soldado explica ao grupo: _ A gente não está na superfície. Mas vocês entenderão. Vamos. _ e se vai indo.
O seguem.
Pati: _ Mas e se Jheeyiappe vencer aquela luta?
_ Não haverá mais nada a fazer.
Prosseguem.
Tami para Nélio: _ Será verdade que não estamos na superfície?
______________******************_______________
Anabelle sai correndo mata adentro e se depara com um precipício. Sensores detectam a presença e um pequeno tremor localizado a derruba. Os jheeyiappes vem atrás dela. Ela rola uma encosta e vê o cemitério de rinocerontes da cachoeira que houve um tempo atrás.
Então ela olha assustada algo.
O tiranossauro rex estava lá se alimentando e agora seus olhos estão vidrados no único ser vivo, além dele, ali. Ele acome.
Enquanto isso o grupo anda floresta adentro.
Nélio: _ Gente, eu descobri sobre nossos… “poderes”.
Tami se empolga: _ Conte tudo e nada esconda.
Patrícia olha pra Tami com a raiva habitual que sente por ela.
Nélio: _ Houve uma guerra indígena por aqui. E provavelmente a pedra preta absorveu o sangue resultante disso. Nós “herdamos” as habilidades indígenas que eles tinham em vida.
Pati: _ Por causa das ondas quartzradz.
Marcos: _ A gente conhece esse caminho. _ mudando de assunto.
Pati nota o ‘love’ entre Robie e Radha e o modo como ela e Marcos, recém-casados, estão longe.
Jheeyiappe e Lezia brilham. Os dragões se tornam dourados e o tiranossauros se multiplica e se tornam vários pretos e entram em conflito.
O grupo chega à montanha gélida que viram quase logo após chegarem à ilha.
_ O maquinário é muito grande. Não pode superaquecer, então aqui precisa ser frio. E é uma montanha para ser natural, pelos planos da doutora. _ ele enfia um cartão num buraco na montanha e uma pedra se abre revelando um gigantesco portal. Eles entram e se deparam com um gigantesco cais de submarinos. Eles notam que o que eles achavam ser o céu é uma cúpula que se parece com vidro. Os outros soldados e o padre holandês estão lá.
Tami surpresíssima, maravilhada: _ Isso é demais! Jheeyiappe deu a ela tecnologia pra submergir uma ilha e esconde-la de uma megacorporação! _ empolgada. Pati não gosta da reação da outra.
Marcos abraça Patrícia, ele notou como Tami é e quer proteger a amada. Pati gosta.
Todos entram num submarino e saem. O lugar desmorona.
É o fim da ilha.
Em seu quarto no submarino, Robson chora. Radha o consola.
Robie: _ Ela se matou por mim.
Radha: _ Não. Ela se matou por ela mesma.
Patrícia e Marcos, em seu quarto, fazem sexo.
Nélio, olhando o mar, pensa na sua filha.
Tami está com um olhar maligno.
O submarino emerge. Pati e Marcos namoram sobre ele. Os restos da ilha sobem à superfície. Tamires vê.
Cabine de controle do submarino…
Tami vai lá com uma arma e manda voltar pra procurar coisas de valor nos destroços. Ela manda submergir.
Por pouco Pati me Marcos conseguem entrar de volta e vão até a cabine tirar satisfações.
Marcos: _ Não é necessário isso. Por favor!
Ela aponta a arma pra eles.
Pati: _ Tami, é loucura. Pode ainda haver dragões voando por lá. Tami!
Tami: _ Meu nome não é Tamires. É Jeanice. Cansei de mentir. Eu matei o Nelson, afinal, ele tinha descoberto tudo. Imagino que os exangues acharam o corpo e um ritual… vocês sabem. Quer saber?! Vão pros seus quartos! _ eles ficam paralisados de horror. Tami: _ Vão!!! _ gritando.
Eles vão.
Nélio nota que está acontecendo algo. Eles tenta entrar na cabine, que está trancada. Ele vai falar com Marcos e Pati.
____________***************______________
Nélio: O que está acontecendo?
Marcos: _ A Tamires raptou o submarino.
Nélio: _ E o que a gente vai fazer?
Marcos: _ Nada. Por quê a gente faria alguma coisa?
Nélio: _ É. Talvez não tenha nada de mais.
Pati: _ Vocês não entendem? Ela confessou que matou o Nelson. Ela não pode mais nos deixar vivos. Ela pretende nos matar.
Nélio: _ Ela matou o Nelson?! Por quê?!
Pati: _ Algo sobre identidade falsa e provável chantagem ou decisão de não manter segredo.
Todos pensam sobre o que fazer.
Pati pega sua arma: _ Não dá pra atirar aqui dentro sem correr o risco de danificar o submarino. _ joga a arma pro lado.
Além disso, só encontra um celular: _ Sem sinal.
Quando ela volta ao quarto, descobre que Marcos entrou no sótão e vai até a cabine. E fica preocupada, porque Tami está armada e louca.
Tami ouve o barulho sobre a cabine, mas deixa pra lá, já que pode ser normal.
Patrícia pega uma caneta e começa a tentar arrombar a porta. Nélio, Robie e Radha riem escondidos dela.
Nélio: _ Eu tive uma idéia.
Marcos ia descer pulando sobre Tami mas se ouve o som de algo batendo no casco do submarino.
Tami olha pra frente pelo visor: _ Os destroços da Ilha das Correntes.
Ela aponta a arma para a porta e vai sair da cabine, Marcos vai pular sobre ela mas eles se atordoam com um terrificante som.
Lá fora, Nélio, Robie, Radha e Pati batem um banco na porta. Isso porque o submarino é de metal e lá dentro Tami está isolada, e incomodada pelo barulho que eles estão fazendo. Mas eles também sofrem.
Marcos cai sobre Tami e abre a porta. Ele é quase acertado no resto por um banco, mas seus amigos notam que é ele e param.
Tamires atira perto de Marcos e manda todos irem pra trás e entrarem no quarto dela.
Eles obedecem. Ela os tranca e passa uma barra de ferro (um rodo) travando a porta.
Pati, lá de dentro, grita, suplicante: _ Não, Jeani. Com um terremoto eles colocaram a gente no fundo do oceano e criaram precipícios. Você não devia querer brincar com isso.
Lá fora, Tami pula sobre os restos flutuantes.
Marcos não se atemoriza e tenta sair da cabine.
Pati encontra uma janela: Eu posso passar por aqui.
Marcos olha e, preocupado: _ Esta parte está submersa.
Pati: _ Se essa parte ficar alagada, o submarino ainda vai funcionar? _ para o soldado piloto.
_ Sim, mas… é arriscado. _ enquanto ele falava ela tentou abrir, mas abre pra fora e o peso da água não deixa ela fazer isso.
Pati pega uma caixa de ferramentas, tira uma chave de fenda e começa a desparafusar um lixinho de ferro preso no chão.
Jeanice vê algo brilhando e se dirige para lá.
Radha nota que há algo roubando a energia do celular. O submarino está cercado de pedras quartzradz.
Pati tira o lixo e diz: _ Eu vou abrir a porta, fiquem perto dela, passem e fechem ela.
Eles pedem ajuda a Deus.
Pati quebra o vidro e, por ser a menor e mais ágil, sai.
Ela corre subindo no submarino enquanto seus amigos são afogados.
Tami a vê e se prepara para atirar, mas Pati entra antes que ela possa. O submarino balança.
Pati abre a porta, água entra e os amigos também. Eles fecham, custando, a porta.
Marcos vai até a cabine e controla o submarino, fazendo-o ir batendo nos destroços em direção a Jeanice.
Ela se apavora e atira no veículo. Nada consegue com isso. Marcos pára. Seus amigos agora estão com ele. Ele diz que só queria assusta-la.
Se ouve, porém, o som de algo correndo dentro do submarino, em níveis superiores.
O grupo vai subindo ver o que é.
Um carro, um jipe, mini-jipe, se soltou das travas que o mantinham imóvel. Ele vai em direção à porta do recinto em que é guardado.
O grupo continua subindo.
O jipe arrebenta a porta e sai.
O grupo vai parar sobre o submarino.
Eles vêem o jipe sair e bater em Jeanice, esmagando-a contra um enorme pedaço de algo parecido a vidro, reminiscência da ilha sub-aquática.
_____________************_____________
Semanas depois, cais do Rio de Janeiro…
Nélio pega o celular que Pati achou e manda a ex-esposa levar a filha a ele.
Radha para Robson: _ E agora, para onde a gente vai? Digo, onde você mora? Talvez eu possa te visitar.
Robson: _ Eu moro em João Pessoa.
Radha, feliz, pula nele: _ Eu também!
Eles se beijam grandemente.
Pati e Marcos pegam dinheiro no banco e todos se hospedam num hotel, para conhecer a filha de Nélio, que virá em breve.
Susana, a ex, chega beijando Nélio na boca. Ele estranha e a empurra. Linete vem e a abraça.
Semanas depois…
Pati está grávida e diz, após ver o resultado do exame, ao pai do bebê: _ Olha, Marcos, nem vem. Marcos Júnior é um nome descartado, okay?
Marcos dando selinhos nela: _ Ah, é? Não pense em Patrícia também!
Susana tosse sangue. Nas semanas seguintes, ela descobriu ter uma doença terminal. Ela não queria uma menina aatormentando e nem que a filha visse seu sofrimento e Linete ficou com Nélio.
Um tempo depois…
Robie e Radha se casam, Pati e Marcos, Nélio e uma outra mulher são padrinhos e madrinhas. Linete é a dama-de-honra com Dulce, a irmã de Pati.
Susana morre. O médico diz que ela provavelmente pegou a doença, uma DST, do namorado, mas que ele deve ser só transmissor, portador e não manifestar. E apenas o namorado dela chora no enterro. Nem Nélio e nem Linete.
______________***************______________
No momento após a morte de Tami, o jipe e o corpo afundam.
O grupo todo se abraça, felizes, olhando o lindo pôr do sol daquele dia,finalmente livres.
Todos somos livres para mudar nossos destinos. Para uns pode ser mais difícil. Mas nunca é impossível.

FIM

Um comentário em “A Ilha Esquecida

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s